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domingo, 8 de fevereiro de 2026


Mandela, infelizmente, foi só mais um mito nazicomunofascista, enfeitado pelos esquerdistas para virar um herói. Na verdade, era um lixo e um homem violento e assassino.
Veja o resultado ao perguntar para IA do Google, a Gemini, sobre Mandela haver assassinado pessoas:
mandela matou pessoas em sua luta revolucionária?
Sim, Nelson Mandela foi um dos fundadores e o primeiro comandante do 
Umkhonto we Sizwe (MK), o braço armado do Congresso Nacional Africano (ANC), que realizou ataques resultando em mortes.
Embora Mandela tenha defendido inicialmente a sabotagem de infraestrutura (como torres de energia) para evitar a perda de vidas, a luta armada escalou para ataques que vitimaram civis e militares.
Aqui estão os pontos principais sobre essa fase:
  • Fundação do MK (1961): Após o massacre de Sharpeville, onde a polícia matou 69 manifestantes negros, Mandela argumentou que a resistência não violenta era inútil contra o regime do apartheid.
  • Estratégia de Sabotagem: No início, o objetivo era atingir instalações governamentais e econômicas, e não pessoas, para forçar o governo a negociar.
  • Escalada da Violência: Enquanto Mandela estava na prisão (1962-1990), o MK realizou ataques mais letais. Exemplos notáveis incluem o atentado da Church Street em 1983 (19 mortos) e bombas em bares e centros comerciais.
  • Admissão de Culpa: Em 1997, o ANC apresentou um relatório à Comissão da Verdade e Reconciliação (TRC) assumindo a responsabilidade pela morte de civis durante a luta armada e pedindo desculpas formalmente.
Mandela foi classificado como "terrorista" pelo governo sul-africano e pelos EUA (até 2008) devido a essas atividades. No entanto, ele justificou o uso da força como uma última medida contra a violência estrutural e sistemática do regime racista.
Você gostaria de saber mais sobre as negociações de paz que levaram Mandela a receber o Prêmio Nobel ou sobre detalhes específicos de algum atentado do MK?



FONTE: MANUAL DE HISTÓRIA


quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

RESPOSTA ÉPICA DE PAULO FIGUEIREDO

 



                    O Positivismo, tem muito em comum com o nazicomunofascismo dos socialistas esquerdistas marxistas progressistas para trás = regressistas do Brasil. Por isso, nesse momento, o Tarcísio de Freitas, não é o melhor candidato para presidente em 2026. Paulo Figueiredo está certíssimo em suas colocações. Não precisamos de tecnocratas, ditando o nosso modus vivendi a partir de Brasília. Brasília se tornou um câncer para o Brasil. Precisamos de mais Brasil e menos Brasília, de mais povo e menos tecnocratas.


"O Bolsonarismo não quer um CEO. Isso é positivismo estúpido típico de milico. País não é empresa e presidente não é gestor de planilha. CEO pensa em eficiência, custo e lucro; presidente tem que lidar com valores, soberania, identidade nacional e com um povo real, diverso e cheio de conflitos legítimos. Essa ideia de “governo técnico, não ideológico” serviu para tirar decisões da mão da população e entregá-las a burocratas, especialistas e elites que se dizem neutras, mas impõem sua própria visão de mundo. Foi assim que, em nome da eficiência e do livre mercado, destruíram indústrias nacionais, enfraqueceram o Estado-nação e concentraram poder em organismos e reguladores não eleitos. A pandemia escancarou isso: um bando de gestores decidindo como as pessoas podiam viver, trabalhar e circular, sem debate político real. O bolsonarismo nasce da antítese disso, como reação a essa lógica — não contra ordem ou competência, mas contra a ideia de que o povo deve ser permanentemente tutelado por uma elite tecnocrática que trata a nação como se fosse uma empresa mal administrada".

Fonte: Paulo Figueiredo