- Fundação do MK (1961): Após o massacre de Sharpeville, onde a polícia matou 69 manifestantes negros, Mandela argumentou que a resistência não violenta era inútil contra o regime do apartheid.
- Estratégia de Sabotagem: No início, o objetivo era atingir instalações governamentais e econômicas, e não pessoas, para forçar o governo a negociar.
- Escalada da Violência: Enquanto Mandela estava na prisão (1962-1990), o MK realizou ataques mais letais. Exemplos notáveis incluem o atentado da Church Street em 1983 (19 mortos) e bombas em bares e centros comerciais.
- Admissão de Culpa: Em 1997, o ANC apresentou um relatório à Comissão da Verdade e Reconciliação (TRC) assumindo a responsabilidade pela morte de civis durante a luta armada e pedindo desculpas formalmente.
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domingo, 8 de fevereiro de 2026
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
RESPOSTA ÉPICA DE PAULO FIGUEIREDO
O Positivismo, tem muito em comum com o nazicomunofascismo dos socialistas esquerdistas marxistas progressistas para trás = regressistas do Brasil. Por isso, nesse momento, o Tarcísio de Freitas, não é o melhor candidato para presidente em 2026. Paulo Figueiredo está certíssimo em suas colocações. Não precisamos de tecnocratas, ditando o nosso modus vivendi a partir de Brasília. Brasília se tornou um câncer para o Brasil. Precisamos de mais Brasil e menos Brasília, de mais povo e menos tecnocratas.
"O Bolsonarismo não quer um CEO. Isso é positivismo estúpido
típico de milico. País não é empresa e presidente não é gestor de planilha. CEO
pensa em eficiência, custo e lucro; presidente tem que lidar com valores,
soberania, identidade nacional e com um povo real, diverso e cheio de conflitos
legítimos. Essa ideia de “governo técnico, não ideológico” serviu para tirar
decisões da mão da população e entregá-las a burocratas, especialistas e elites
que se dizem neutras, mas impõem sua própria visão de mundo. Foi assim que, em
nome da eficiência e do livre mercado, destruíram indústrias nacionais,
enfraqueceram o Estado-nação e concentraram poder em organismos e reguladores
não eleitos. A pandemia escancarou isso: um bando de gestores decidindo como as
pessoas podiam viver, trabalhar e circular, sem debate político real. O
bolsonarismo nasce da antítese disso, como reação a essa lógica — não contra
ordem ou competência, mas contra a ideia de que o povo deve ser permanentemente
tutelado por uma elite tecnocrática que trata a nação como se fosse uma empresa
mal administrada".
Fonte: Paulo Figueiredo
