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quarta-feira, 25 de julho de 2012

SWING: QUANDO APENAS DOIS NÃO BASTA!
O texto que se segue é de Carol Patrocínio, do Yahoo, blog Preliminares. Após cada parte, segue o comentário pertinente.
Texto:

Sempre digo aqui que cada um sente prazer de uma forma, que desejos, tesão e fetiches são únicos e cada um os encara de uma maneira. E um dos grandes tabus atuais é o desejo que algumas pessoas têm em ver seu parceiro sentindo prazer com outro alguém. Esse é o swing.

Comentário:

Todas as formas "modernas" (antigas, na verdade), de depravação sexual, antes de se restabelecerem na prática social, foram colocadas dessa forma para o povo: "Isso é tabu"; "Não tem nada a ver"; "Não faz mal"; "Deixa de ser careta"; etc. A revolução sexual estourou e, de lá para cá, além do surgimento de quase 60 doenças sexualmente transmissíveis, milhões morreram e muitos mais divorciaram ou tiveram problemas sérios de relacionamento. O "ser humano" se torna cada dia mais descartável. As pessoas se usam numa pulsão e lascívia sem precedentes.

Texto:
E a relação, vai bem?
A primeira coisa que você precisa pensar quando sente vontade de praticar a troca de casais é como anda seu relacionamento. Se as coisas não estiverem bem é melhor procurar terapia, o swing não é o lugar para melhorar as coisas.
A confiança entre o casal deve ser imensa e não pode existir insegurança de nenhuma das partes, ou a experiência pode ser um veneno.
Comentário:
Como assim "confiança imensa"? Ah! Já sei! É que para pessoas doentias e mal resolvidas sexualmente, a confiança não tem a ver com fidelidade entre o casal, antes, é manifestada na entrega do outro para ser objeto sexual de estranhos. QUE CONCEITO DEMONÍACO DE CONFIANÇA!  Pessoas que se entregam a tal prática já estão envenenadas espiritual e psicologicamente. Homens e mulheres maduros sexual e afetivamente, NÃO PRECISAM DE TAIS EXPEDIENTES PARA GOZAR DE INTIMIDADE E PRAZER REAIS!!! 
Texto:
Combinado não sai caro
Quando você tiver certeza que você e o parceiro estão seguros e preparados, é hora de conversar sobre as regras. Pois é, nada existe na nossa sociedade sem regras bem definidas e que deixam todo mundo sabendo qual o jogo.
Comentário:
Olhando de forma desatenciosa, daria até para pensar que há ética na promiscuidade sexual. Quem se permite estar em lugares e práticas assim, JÁ ULTRAPASSOU AS REGRAS SOCIAIS e CIVILIZATÓRIAS. Logo, tais regras são apenas um verniz que cobrirá uma podridão de práticas perversas.
Texto:
Você vem sempre aqui?
Ao chegar no swing prepare-se para ser abordado e ver sua companhia sendo paquerada. Homens e mulheres estão lá exatamente para isso e a partir do momento que você entra no jogo, sabe as regras. Nada de ficar emburrada ou com ciuminho!
Ao começar a brincadeira mantenha todos seus sentidos em alerta, você não quer perder um olhar ou um toque que podem significar sua primeira experiência, quer? A sutileza está sempre presente na festa.
É claro que você não precisa fazer nada que não sinta vontade e quem prefere só ficar olhando é respeitado do mesmo jeito. Lembre-se de sempre ser educado e não tratar as pessoas como objetos. Todo mundo está ali para se divertir e quer ser respeitado.
Comentário: 
Parece ironia, mas não é! Que porcaria de conceito de respeito é esse? As pessoas estão ali para aventuras sexuais, para usarem e serem usadas. Isso é uma inversão total de valores. E, como se não bastasse isso, o Voyeurismo - classificado no CID 10 como transtorno de sexualidade -, é incentivado como algo natural. "Não quer fazer, pode ver à vontade". E toda essa imundície com "respeito"??? 
Texto:
Quais são seus limites?
Se tem uma coisa que é comum numa casa de swing é ouvir um não. Pode tirar da sua cabeça a ideia de que chegando lá ninguém é de ninguém e a sacanagem rola solta. Para dar certo você precisa saber dizer e ouvir um não. E não, sempre, quer dizer não.
Comentário:
Caramba! Quanto puritanismo. Lembra até um convento da Idade Média cheio de santos do pau oco. Lá também havia regras. No entanto, também lá ocorriam deslizes e pecados. Se minha esposa é só minha, o que um casal saudável está fazendo lá??? Como indagar: "...Ninguém é de ninguém..."? Se, ao chegar lá, justamente o oposto ocorrerá: Aquele(a) que era meu(minha), será possuído(a) por outro??? Como pode  se prestar a isso e ainda posar de puritanos? Quem vai lá, sabe o que lhe espera e deseja tais resultados.
Texto:
Anonymous
Nem você, nem ninguém, quer ser apontado como o fulano do swing. Sua vida pessoal e todo mundo que frequenta essas festas deve continuar pessoal. Sabe a primeira e a segunda regras do Clube da Luta (aquele filme do Edward Norton e Brad Pitt)? Elas servem, adaptadas, para o clube de swing: (1) você não fala sobre o Clube de Swing e (2) você não fala sobre o Clube de Swing. E nem sobre as pessoas que o frequentam. Entendido?
Não fale seu nome, telefone, endereço, nome de amigos ou onde trabalha. Nesse momento o que importa é o que você curte, sexualmente falando. Você não vai ao clube de swing fazer amigos, você vai fazer sexo.
Comentário:
Claro. Mais uma prova de relação descartável: Nenhum laço ou vínculo pode ser estabelecido exceto o da LUXÚRIA. prazer por prazer. Se isso não é objetificar e coisificar o ser humano, então, O QUE É???
Texto:
O Par
Na hora de escolher a companhia para esse momento, você deve pensar em alguém com quem tenha intimidade, carinho e respeito. Pode ser um amigo ou amiga, mas que seja seu cumplice, que entenda em um olhar o que você quer dizer.
Comentário: 
Nada poderia estar mais longe da verdade. Segundo o Dr. John White, em seu livro "Eros & Sexualidade", a intimidade conjugal nada tem que ver com promiscuidade consentida. Ele afirma: "Mas, se eu não me expuser, como vou descobrir as maravilhas de ser envolvido por outra pessoa e me perder nela? O prazer erótico é o benefício mais superficial do sexo. É um deleite, um deleite momentâneo. A exposição corporal que o desperta e o acompanha pode ser profundamente simbólica e grandemente restauradora. Ela simboliza o desnudamento de nosso íntimo, nossos temores e anseios mais profundos...é lógico, portanto, que as relações sexuais sejam reservadas para o casamento, pois a aceitação e o desnudamento mútuo não são atividades momentâneas, mas uma obra delicada de tecelagem, trabalho de toda uma vida" (grifo nosso). Eros & Sexualidade, p.23
Conclusão:
Havia mais, porém resolvi cortar. é tanta besteira que não vale a pena referir aqui. Vocês, casal cristão ou não, busquem crescer juntos em intimidade a dois: só vocês dois. Nada de apetrechos, práticas e filmes imundos que nada acrescentarão de verdade ao casal. Quando há amor real, fidelidade e confiança, cada relação É UM MOMENTO ÚNICO, ESPECIAL E MARAVILHOSO PARA GLÓRIA DE DEUS!

terça-feira, 26 de junho de 2012


CREPÚSCULO E UM ESPÍRITO TERRÍVEL

Muito poucas pessoas estão conscientes da verdade chocante de que tanto Stephenie Meyer, autora da saga Crepúsculo, e JK Rowling, autora da série Harry Potter, parecem ter escrito seus romances enquanto os espíritos do mal as dirigiam. Tal como Rowling, Meyer dirigiu seus olhares à nossa juventude vulnerável. 
O Wall Street Journal informou que “Crepúsculo tem como alvo a alma coletiva da jovem América, e terá certamente o seu caminho”. Meyer afirma que ela foi obrigada a escrever Crepúsculo depois que a primeira história foi comunicada a ela através de um sonho, em junho de 2003. Meyer admitiu: “Eu acordei (naquele 2 de junho) depois de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa no meio da floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma garota comum. A outra pessoa era fantasticamente linda, brilhante, era um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes ao fato de que (a) eles estavam se apaixonando, enquanto (b) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue dela, e estava tendo um momento difícil impedindo-se de matá-la imediatamente [...] eu digitei o máximo que eu podia lembrar, chamando os personagens de ‘ele’ e ‘ela’” (fonte: www.stepheniemeyer.com).
Esse sonho foi tão significativo para a saga de Crepúsculo, que Meyer produziu uma transcrição dele no capítulo 13 do seu livro Crepúsculo, intitulado “Confissões”. “Meyer afirma que algum tempo depois de ela ter ‘recebido’ o sonho revelador, ouviu vozes incessantes em sua cabeça que não iriam parar até que ela fosse escrever. ‘Bella e Edward [o vampiro] foram, literalmente, as vozes na minha cabeça. Eles simplesmente não podiam calar a boca. Eu ficava acordada até o quanto conseguia ficar, tentando colocar todas as coisas que estavam em minha mente no papel, e depois engatinhei exausta para a cama [...] Apenas para ter um início de conversa na minha cabeça".
Assim a oculta e obscura história de Meyer fluiu tão furiosamente que ela disse, às vezes, “eu não conseguia digitar rápido o suficiente”. Ela terminou o conto obscuro, embora fosse seu primeiro livro, em apenas três meses. Meyer também disse: “Estou muito ansiosa para finalmente ter o Crepúsculo nas prateleiras, e um pouco assustada também. No geral, ele foi um verdadeiro trabalho de amor, amor por Edward e Bella e todo o resto dos meus amigos imaginários, e estou muito feliz que outras pessoas chegaram a conhecê-los agora.” Meyer declarou também que “os personagens de Crepúsculo eram tão reais para mim, que eu queria que outras pessoas os conhecessem”.
Infelizmente, se a verdade fosse conhecida e os fãs de Crepúsculo estivessem realmente conscientes da natureza obscura e maligna das forças “reais” que estão por trás dessa saga, eles correriam para a saída mais próxima. Embora a entidade espiritual tenha aparecido como Edward, nos sonhos de Meyer, e tenha se comunicado com ela enquanto ela estava consciente, ele revelou mais sobre sua verdadeira natureza do que Meyer esperava.
Meyer confessou a EW.com: “Eu realmente tive um sonho depois que terminei o Crepúsculo, nele Edward veio me visitar, apenas eu estava errada e ele realmente bebia sangue como todos os outros vampiros e não podia viver com o sangue dos animais da maneira que eu tinha escrito. Nós tivemos essa conversa e ele foi aterrorizante".
Um demônio com qualquer outro nome ainda é um demônio. Em lugar de ser o “um demônio vampiro bom” que é capaz de se conter e não beber o sangue de Bella, como os demônios do passado, que exigiam o sangue das crianças através do sacrifício delas, é evidente que as entidades espirituais por trás de Crepúsculo são os mesmos velhos demônios.

MEYER E O GNOSTICISMO MÓRMON

Pode ser significativo que Stephenie Meyer escolheu uma mulher segurando uma maçã para a capa de Crepúsculo, um antigo símbolo do fruto proibido comido por Eva, quando ela se rebelou contra seu Criador e procurou ter a posição do próprio Deus. Embora não possamos ter certeza de que tipo de fruto estava na árvore do conhecimento, a maçã se tornou uma representação popular do fruto proibido que Satanás usou para enganar Eva. Meyer, que é mórmon, poderá ver a maçã do jeito que muitos líderes mórmons e satanistas do passado viram. 
Assim como o gnosticismo antigo e a nova espiritualidade, o mormonismo ensina que uma pessoa pode se tornar um deus por meio do conhecimento secreto. Antigos gnósticos veneravam a serpente e celebravam a participação de Eva ao comer o fruto proibido no Éden. Na Igreja Mórmon, uma pessoa consegue atingir a divindade por meio da doação de dinheiro ao templo e de rituais secretos mórmons.
Tragicamente, os líderes mórmons, assim como seus predecessores gnósticos, têm torcido o relato de Gênesis e têm feito da queda de Eva, ao comer o fruto proibido, uma etapa heroica para alcançar a divindade. Os líderes mórmons contradisseram o testemunho do próprio Deus como registrado no livro de Gênesis e ensinaram que Satanás teria dito a verdade a Eva, oferecendo a deificação da humanidade. Brigham Young, o profeta mais reverenciado no mormonismo depois de Joseph Smith, repetiu a mentira de Satanás no Éden, quando declarou: “O diabo disse [a Eva] a verdade [sobre a divindade] [...] Eu não culpo a Mãe Eva. Eu não a teria deixado perder a oportunidade de comer o fruto proibido por qualquer coisa no mundo” (Deseret News, 18 de junho de 1873, no púlpito do Tabernáculo Mórmon, em Salt Lake City, em 8 de junho de 1873).
O ex-presidente mórmon Joseph Fielding Smith declarou: “A queda do homem veio como uma bênção disfarçada [...] eu nunca falei da parte que Eva teve nessa queda como um pecado, nem posso acusar Adão por ter pecado [...] nem sempre é um pecado transgredir a lei [...] Dificilmente podemos olhar para qualquer coisa que resulta em benefícios como se fosse pecado” (Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação, v. 1, p. 113-115).
Sterling Sill, adjunto do Conselho dos Doze Apóstolos Mórmons, disse: “Essa antiga doutrina sectária, construída em torno da ideia de depravação natural do homem e da fraqueza herdada de Adão, é a raiz de inúmeros problemas entre nós. Adão foi um dos maiores homens que já viveu na Terra [...] Adão caiu, mas ele caiu na direção certa. Ele caiu em direção à meta [...] Adão caiu, mas ele caiu ‘para cima” (Deseret News, Church Section, July 31, 1965, p. 7).

Como o antigo gnosticismo, o mormonismo ensina que a desobediência de Adão a Deus e a obediência a Satanás não só abriu-lhe os olhos, mas o potencial dele para compreender “a consciência de Deus” e a verdadeira alegria. Tal ensino, que torna a serpente uma salvadora, é refletido nas Escrituras Mórmons feitas no século 19: “E naquele dia Adão bendisse a Deus dizendo [...] por causa da minha transgressão, meus olhos estão abertos e nesta vida vou ter alegria” (Pearl of Great Price, Book of Moses 5:10-11), e “Adão caiu para que os homens pudessem existir, e os homens existem, para que tenham alegria” (The Book of Mormon, 2 Nephi 2:22-25).


O apóstolo Paulo advertiu os cristãos primitivos a terem cuidado para que Satanás não os seduzisse da mesma forma como seduziu Eva: 
“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo” (2 Coríntios 11:3).














sábado, 16 de junho de 2012


A TÁTICA DA DESENSIBILIZAÇÃO DA SOCIEDADE

No texto abaixo, o autor tenta minimizar o pecado da pedofilia. Prestem atenção na sutileza e sagacidade de seus argumentos. Embora, deva admitir que nem tudo que coloca esteja equivocado, merece nosso repúdio a maior parte de seus ditos. Os comentários seguem após cada sentença – “Mito”.

Isaias Medeiros

Introdução

Recentemente, publiquei um texto intitulado “Faz sentido falar em combate à pedofilia em pleno século XXI?”, no qual eu criticava a hipocrisia da sociedade contemporânea em tentar combater através da “caça aos pedófilos” os sintomas de uma problemática bem mais complexa e cuja responsabilidade é inteiramente sua: a erotização infanto-juvenil e suas consequências. Entretanto, ao me deparar com uma enorme quantidade de comentários agressivos, que invocavam velhos jargões reducionistas, percebi o quanto determinadas pessoas necessitam de informações mais realistas e menos “industrializadas” sobre o assunto. 

Pensando nisso, fiz o meu dever de casa e estudei diversos artigos acadêmicos e informais a respeito de crimes sexuais, história da infância, direito, história da sexualidade e pedofilia para poder oferecer aos caros leitores este pequeno guia contendo importantes informações a respeito do que NÃO é a pedofilia, ou seja, mostrando 7 dos grandes mitos que cercam este que é um dos últimos “tabus da humanidade” e dificultam a sua verdadeira compreensão.
“Se fôssemos avaliar a gravidade de um problema psicológico com a atenção que a mídia popular dá a ele, teríamos de concluir que o mundo moderno está no meio de uma “epidemia de abuso sexual infantil”. (J. Feierman).

MITO 1: TODO ABUSADOR DE CRIANÇAS É UM PEDÓFILO.

Utilizar o termo “pedófilo” para se referir genéricamente a estupradores e outras pessoas que cometem violências contra menores é um equívoco, pois estima-se que apenas cerca de 2 a 10% dos que praticam crimes sexuais contra crianças sejam clinicamente pedófilos, isto é, indivíduos que sentem atração sexual primária por crianças pré-púberes ou no início da puberdade. Todos os outros 90 a 98% são agressores sexuais comuns, que procuram crianças por motivos como estresse, dificuldades conjugais ou ausência de um parceiro adulto.
O agressor sexual comum vê a criança apenas como uma fonte de prazer secundária e descartável. Os indivíduos com este perfil na verdade deveriam ser chamados de “pedófobos”, pois parecem odiar as crianças. São eles os que mais praticam violências contra os menores e na maioria das vezes é neles que as pessoas realmente estão pensando quando dizem sentir raiva ou nojo dos “pedófilos”.

COMENTÁRIO:
Por clinicamente, Isaías Medeiros deve, certamente, estar se referindo ao diagnóstico psicanalítico e psiquiátrico de tais indivíduos. Ocorre que, tais “diagnósticos” são impostos à sociedade por uma classe divinizada – psicanalistas, psiquiatras e psicólogos. Segundo Thomas Szasz, Ph.D. em psiquiatria, as doenças mentais são mitos, usados para controlar o outro. Ele afirma: “Em mais de 20 anos como psiquiatra, jamais conheci um psicólogo clínico contar, com base em testes de projeção, que o paciente era uma pessoa normal, mentalmente sadia...Não há comportamento ou pessoa que um psiquiatra moderno não possa plausivelmente diagnosticar como anormal ou doentio” (Os Fatos Sobre Auto-Estima, Psicologia e o Movimento de Recuperação, p. 27).
Logo, ter como base a pseudo-ciência anti-cristã da psicanálise para explicar a pedofilia, não é uma atitude correta. Para o senso comum, e isso é visto em qualquer dicionário, basta à definição do que é a pedofilia: Sexo com crianças. E, é bom saber distinguir da pederastia – preferência por sexo com meninos. Assim, é claro que quem abusa de crianças é pedófilo. Em regra, dificilmente pelas razões dadas pelo autor, tais pessoas procuram o sexo com crianças devido terem entrado numa espiral de compulsão sexual doentia, ou seja, a prática sexual atual já NÃO OS SATISFAZ, logo, procuram algo maior, mais excitante. As práticas bestiais e depravadas vão envolvendo tais indivíduos num processo de escravização sexual cada dia maior. Desflorar infantes se caracteriza uma prática desesperada de alguém espiritualmente enfermo, carente da graça de Deus. Alguém por quem o Senhor Jesus morreu e ressuscitou e, com Seu amor e poder, pode e quer libertar (Jo 3.16; 2ª Co 5.17,19; 1ª Jo 1.7,9; 2.1,2).

MITO 2: CRIANÇAS ABUSADAS TORNAM-SE ADULTOS ABUSADORES.

Ao contrário do que diz o senso-comum, a grande maioria das crianças que sofrem abusos não se tornam molestadores quando adultos, tampouco a maioria dos infratores adultos relatam terem sofrido abuso sexual na infância. De acordo com o “US Government Accountability Office”, “a existência de um ciclo de abuso sexual não foi estabelecida.”
Trabalhos recentes com casos documentados de abuso sexual infantil procuraram determinar a percentagem de crianças que se tornaria infratora e concluíram que a teoria do ciclo de violência não constitui uma explicação satisfatória para o comportamento pedófilo.

COMENTÁRIO:
Diferente do que diz o autor do texto, estudos por todo mundo tem demonstrado que cerca de 65% dos casos  de homossexualismo são de pessoas que sofreram abusos na infância. Se tais abusos não marcassem fortemente as mentes infantes, por que isso ocorreria? Embora, devemos ser honestos em admitir, tais casos não respondam por 100% dos fatos, isso não anula a regra: CRIANÇAS ABUSADAS PODEM SIM SE TORNAR NA VIDA ADULTA EM ABUSADORES! Assim como, no caso de violência sofrida, muitos se tornam pais e mães violentos ao formar suas famílias.

MITO 3: POUQUÍSSIMOS ADULTOS SENTEM ATRAÇÃO SEXUAL POR CRIANÇAS.

Estudos afirmam que ao menos um quarto (25%) de todos os adultos do sexo masculino podem apresentar alguma excitação sexual em relação a crianças. Hall, G. C. N. da Universidade Estadual de Kent constatou que de 80 homens adultos observados, 32,5% deles exibiram desde alguma excitação sexual até estímulo pedofílico heterossexual, igual ou maior do que a excitação obtida através de estímulos sexuais adultos. Para Kurt Freund, “homens que não possuem preferências desviantes mostraram reações sexuais positivas em relação a crianças do sexo feminino entre seis e oito anos de idade”.
Em outra pesquisa sobre pedofilia realizada em 1989 por Briere e Runtz com 193 estudantes universitários, 21% afirmaram sentir atração sexual por algumas crianças, 9% disseram ter fantasias sexuais com crianças, 5% confessaram que se masturbavam pensando nestas fantasias e 7% não descartariam a hipótese de se relacionar sexualmente com uma criança, se conseguissem manter isso em segredo e não serem presos. Considerando a dificuldade de se responder sobre um tema tão socialmente estigmatizado, os autores supõem que as taxas atuais sejam ainda maiores.

COMENTÁRIO:
Como, pode esse infeliz, considerar 25% de adultos sentindo atração sexual por crianças algo como POUQUÍSSIMO??? E, conforme ele mesmo concluí, “supõem-se que as taxas atuais sejam ainda maiores”. Não há o que comentar aqui. O autor do texto não vê a situação com a devida urgência e, ainda, ridiculariza os que estão preocupados com os rumos da sociedade atual.



MITO 4: MULHERES NÃO ABUSAM SEXUALMENTE DE CRIANÇAS

Conforme nos explica a sexóloga, psicoterapeuta e especialista em sexualidade humana pela FMUSP, Dra. Magda Gazzi, “existem pesquisas que nos sugerem que 20 a 25% dos casos de ASC [Abuso Sexual em Crianças] são cometidos por mulheres. As crianças abaixo de 5 anos são as que mais correm riscos de serem abusadas por mulheres, segundo a pesquisa. Esses abusos geralmente não são detectados devido a pouca idade das crianças e também porque algumas atividades sexuais são conduzidas em torno de práticas de higiene comuns ao dia-a-dia das crianças. A realidade é que algumas mulheres abusam de seu poder sobre as crianças e da sua facilidade de cuidadora, e podem sim fazer isso de maneira sexual”.

COMENTÁRIO:
Assim como, há uma incidência menor de mulheres homossexuais – lésbicas -, o mesmo ocorre nas demais depravações sexuais. A pornografia, por exemplo, é uma depravação que domina principalmente os homens. No entanto, a colocação do autor deixa o alerta para o fato de que, as mulheres cada vez mais estão se entregando a tais práticas pecaminosas.

MITO 5: PEDOFILIA É CRIME.

Como lembra o conceituado jurista Bismael B. Moraes, “diz a Constituição Federal, no art. 5º, inciso XXXIX, que ‘não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal’. Essa regra da anterioridade da lei é repetida no art. 1º do Código Penal Brasileiro. Portanto, não existe pedofilia como crime, nem no Código Penal, nem no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), mesmo na recente alteração”. (http://www.mail-archive.com/penal@grupos.com.br/msg02545.html).
O que é legalmente punível são alguns atos comumente associados à pedofilia, tais como o estupro (art. 213 do Código Penal) e o atentado violento ao pudor (art. 214 CP), agravados pela presunção de violência prevista no art. 224, “a”, do CP.

COMENTÁRIO:
Usar o silêncio jurídico, o respaldo legal, para “inocentar” pessoas abusadoras, é de uma baixeza sem precedentes. Seduzir um infante a ter relações sexuais é demoníaco, é infinitamente mais cruel do que forçar uma relação com um adulto, pois que, esse pode lutar, pode tentar se defender e, aquele, NÃO TEM CONSCIÊNCIA PLENA DO QUE ESTÁ HAVENDO!
Piores que o autor, são nossos juristas e políticos que, mesmo tendo o poder de fazê-lo, não criam leis mais severas para coibir e punir tais crimes e mazelas sociais.

MITO 6: NA MAIORIA DOS CASOS HÁ USO DE VIOLÊNCIA FÍSICA.

Segundo J. Feierman, “coerção física é rara em casos de interação sexual entre adultos e menores. Na verdade, o comportamento sexual de adultos com crianças e adolescentes não é associado à violência e brutalidade sexual mais do que o comportamento sexual adulto/adulto”.

COMENTÁRIO:
Claro, uma vez que, tentam seduzir as crianças e, partem para a violência como último recurso para satisfazer seus impulsos nefastos. Aproveitar-se de crianças, passando para estas a impressão de que algo normal está ocorrendo, é de uma vileza sem igual. Isso demonstra o quanto essas pessoas são cruéis e calculistas. Sabem o que estão fazendo e, assim, merecem a cadeia como recompensa por seus atos vis.

MITO 7: CRIANÇAS SÃO ASSEXUADAS E “PURAS”.

O conceito idealizado da criança como depositária de toda a inocência, pureza e bondade do mundo em oposição ao adulto mau e corrompido pelo pecado tem sua origem na analogia feita pela Igreja Católica entre a figura do “Menino Jesus” e a das crianças, durante a Idade Média. Naquela época, o sexo era visto como algo “sujo”, indecente e “pecaminoso”. Portanto, as crianças eram consideradas “puras” e “angelicais”, pois acreditava-se que elas fossem assexuadas, isto é, que não possuissem libido.
O filósofo Paulo Ghiraldelli Júnior nos mostra que Rousseau veio depois a consolidar filosoficamente esta mentalidade: “...foi ele [Rousseau] quem destituiu o poder de Descartes e Locke de dizer algo sobre a infância e a pedagogia. [...] Seu conceito de infância se tornou o conceito de infância par excelence. Com ele, as crianças viraram anjos indefesos, que precisavam continuar em estado de natureza, puras, protegidas por redomas de vidro.”
Somente no início do século XX é que iria surgir o pai da psicanálise, Sigmund Freud, chocando a sociedade vienense e afirmando que a criança possui sexualidade desde o seu nascimento. Nas palavras do psiquiatra Domingos Paulo Infante: “Freud descortinou o mundo da infância e fez explodir da inocência paradisíaca toda uma ‘perversidade poliforma’”.

COMENTÁRIO:
Bem, puras elas são. O Senhor Jesus disse que dos tais é o reino dos céus (Mt 19.14). Mas, ocorre que, são puras no sentido de não terem consciência plena da realidade que as cerca. Sua mente está em formação. Seus instintos falam mais alto e, caso sejam mal orientadas, podem sim se entregar a práticas sexuais nocivas, devido não ser a hora, o momento certo para isso em suas vidas. Todo ser humano foi criado por Deus como um ser sexuado. Todos, também, já nascem em pecado (Sl 51.5). Afirmar que as crianças são sexuadas não é problema. O problema reside no fato de querer levá-las a prática sexual precoce e doentia. Iniciá-las em depravações e comportamentos viciantes e destrutivos de sua infância e vida adulta posterior.

Conclusão

Não obstante todas as informações contidas neste trabalho no intuito de desfazer alguns dos principais mitos perpetuados na sociedade a respeito da pedofilia, nada disto significa que não haja impedimentos reais para adultos se relacionarem com crianças. É imprescindível que a dignidade humana das crianças e adolescentes seja sempre preservada e que haja mecanismos legais para coibir e punir todas as formas de violência praticadas contra elas ao redor do mundo.
Todavia, também é preciso ficarmos alerta à maneira com que muitas pessoas lidam com a questão dos pedófilos para que não repitamos a mesma forma de pensar que no passado foi usada pelos nazi-fascistas para fazerem uma “limpeza” na sociedade e eliminarem todos aqueles que eram considerados “indesejáveis” ou “sub-humanos”.









quinta-feira, 17 de maio de 2012

TODO HOMOSSEXUAL É UM POTENCIAL PEDÓFILO

ATENÇÃO: REPASSEM AO MÁXIMO DE PESSOAS POSSÍVEL. NÃO PODEREI DEIXAR MUITO TEMPO EXPOSTO DEVIDO POSSÍVEIS REPRESÁLIAS. ISSO É O QUE ESTÁ POR TRÁS DE TODOS OS "DIREITOS" GAYS: QUEREM ALICIAR NOSSAS CRIANÇAS!!!


COM VOCÊS LUIZ MOTTI E SUA DEVASSIDÃO MORAL


Pedofilia já! Enquanto ainda 'estou com tudo em cima'



Luiz Mott é decano do Movimento Homossexual no
Brasil; fundador do Grupo Gay da Bahia; autor de um
artigo em que afirma, mediante apresentação de muitas evidências por ele coletadas, que Jesus era um sodomita ativo e o evangelista São João, seu amante favorito. 

Professor Titular do Departamento de Antropologia da UFBa; membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde - CNAIDS e do Conselho Nacional de Combate à Discriminação do Ministério da Justiça, agraciado com o grau de Comendador da Ordem do Rio Branco pelo presidente FHC.

Luiz Mott é o mentor e principal articulador do Projeto de Lei 122/2006, a chamada Lei Anti-Homofobia, aguardando aprovação pelo Senado, e de inúmeras leis semelhantes que estão sendo votadas e aprovadas nos estados e municípios da União, sem alarde: "Já há quase 80 municípios que proíbem a discriminação contra os homossexuais. Em São Paulo, além da capital, Cabreúva e São Bernardo do Campo. Lutamos para que seja incluída na Constituição Federal a proibição de discriminar por "orientação sexual", como acontece na Constituição da África do Sul" -




Pesquisando no Google sobre a vida e a obra de tão ilustre cidadão, deparei com um site de pedófilos brasileiros onde há uma indicação com louvores para a leitura da crônica Meu Moleque Ideal, de autoria do Professor Mott.



Descobri que os pedófilos identificam a si mesmos como "homens que amam meninos". À repulsa que experimentamos diante da idéia de crianças serem atraídas, enganadas e usadas sexualmente por adultos, eles chamam jocosamente de 'pânico moral' ou de 'histeria da opinião pública'. O Doutor Luiz Mott provê adiante uma amostra exemplar do que exatamente estes "amantes de garotos" estão falando ao se referirem a 'amor'.
Enfim, Luiz Mott por ele mesmo:

Meu nome é Luiz Roberto de Barros Mott. Nasci em 6 de maio de 1946. Eu fui casado cinco anos, tenho duas filhas e sou bichona.No seminário, tanto quanto no noviciado, fui um adolescente marcado pela espiritualidade... Realmente vivia o dia todo pensando em Deus.

Ainda tinha um pouco de preocupação cristã na faculdade, mas... Com a Leitura de A Ideologia Alemã... e depois estudando antropologia, me dei conta que as minhas verdades absolutas, em termos de cristianismo, eram relativas...
Como sentia atração homoerótica ... fui vendo como o cristianismo era intolerante, repressor e equivocado em relação a isso. Neste sentido, o materialismo histórico poderia ... resolver as minhas angústias existenciais.
Com o tempo deixei de acreditar em Deus. Portanto, deixei de ter qualquer tipo de consciência pesada, no que refere a essa forma de relação.
Casualmente, encontrei um rapaz numa dessas aventuras noturnas... Na época, eu devia ter uns trinta anos e ele uns dezoito ou dezenove. Este foi um grande encontro! ...
Queria estar apenas com ele, realmente mudar de vida e assumir-me exclusivamente homossexual. Isso após cinco anos de um casamento tranqüilo. Foi um processo extremamente traumático. Na época, minha mulher estava fazendo o mestrado. ... Ela reagiu negativamente... Isso causou um trauma familiar enorme. Minha ex-mulher mudou para sua cidade natal... Fiquei em Campinas, morando com ele... numa outra casa que comprei. Após um ano de felicidades, notamos que éramos muito diferentes e resolvemos nos separar. 
Campinas se tornou muito pequena para mim... muito familista. Há muito tempo possuía uma fantasia de viver no nordeste... na Bahia. Era o lugar do Brasil onde me sentia mais desejado sexualmente. Ao mesmo tempo, onde encontrava os parceiros que mais preenchiam minhas fantasias sexuais... sempre gostei de negros. Hoje, após 30 anos de separação, não me arrependo um só minuto desta decisão. Para mim, a homossexualidade foi uma graça! Nos últimos 36 anos de prática homoerótica, calculei que devo ter transado mais ou menos com uns 500 homens diferentes. No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um "homem" e sim um meninão. Um "efebo" do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder. 
Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio. Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erotismo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?! 
Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (desde pudim de leite e construir uma estante de madeira, a cuidar do jardim e navegar na internet), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho, que me fizesse massagem quando a dor na perna atacar. Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade.
Quero um moleque fogoso, que fique logo com a pica dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu caralho, devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o cuzinho piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu furico. Cuzinho bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu cacete, se abrindo, excitado para engolir a manjuba toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir!
Assim é como imagino meu moleque ideal: pode ser machudinho, parrudo, metido a bofe. Pode ser levemente efeminado, manhoso, delicado. Traço os dois! Tendo pica é o que basta: grossa ou fina, grande ou pequena, torta ou reta, tanto faz. Se tiver catinguinha no sovaco, uma delícia! Se for descarado na cama e no começo da transa quiser chupar meu furico, melhor ainda. Sem pudor, sem tabu.

Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero estar ainda com tudo em cima e dar conta do recado, pois do jeito que quero te amar e que vamos foder, vou precisar de muito mocotó ou viagra para dar conta do rojão.... Meu Moleque Ideal.
Sonho é sonho qual é o problema de querer demais?!"

Se as minhas pesquisas acadêmicas provam e os meus dados científicos demonstram que...

No útero o bebê já tem ereção e a libido infantil é aceita por todos, logo... As leis devem ser mudadas para que crianças e adolescentes sejam totalmente livres, até para escolher um adulto como parceiro afetivo e sexual

Afinal...


"Estudos comprovam que ainda no útero o bebê já tem ereção e a teoria de Freud sobre a libido infantil hoje é aceita por todos... O princípio secularmente imposto pelo cristianismo de que o sexo só é permitido após a bênção nupcial, fere um direito humano fundamental, inclusive dos jovens e adolescentes: o direito ao exercício de sua sexualidade e respeito à sua livre orientação sexual. Direito inclusive que têm os jovens em escolher eventualmente um adulto como seu parceiro afetivo e sexual"...

Que nossas leis sejam mudadas e sobretudo, que se mudem as mentalidades (...) daqueles que, sob a desculpa de proteger a inocência dos mais jovens, negam o direito inalienável das crianças e adolescentes de terem respeitadas sua livre orientação sexual e sua liberdade sexual”.
O que foi bom para bárbaros e gregos deve ser melhor ainda para crianças e adolescentes brasileiros.

Inseminação aos primeiros sinais de puberdade com penetração anal por três anos e sexo oral praticado por meninos nos homens e rapazes mais velhos...
"Estudos antropológicos, acerca do comportamento das tribos em Papua (Nova Guiné) e nas ilhas da Melanésia, fornecem dados que evidenciam a atividade homoerótica, com graus de diferenciação, mas pautadas num mesmo princípio: de modo geral, acreditava-se que os meninos não produziam seu esperma naturalmente, daí, surgia a necessidade de inseminá-los aos primeiros sinais de puberdade, num processo de transição da infância para vida adulta".
"Ao término da infância, todo menino era separado da mãe e retirado da casa das mulheres para dormir na casa dos homens, cabia ao tio materno a penetração anal, pelo período aproximado de três anos, assim, o esperma seria fornecido à criança, juntamente com suas propriedades de força e coragem necessárias à vida adulta".

Para os Sambia, que viviam no interior da selva de Papua, o ritual de iniciação tinha um caráter processual: a inseminação ocorria pelo sexo oral, em que, num primeiro estágio, os meninos praticavam nos homens e rapazes mais velhos. Gradualmente, havia uma inversão dos papéis, em que o menino passava ensinar a felação aos iniciados. Ao atingir a maturidade sexual, era realizada uma cerimônia, na qual, já adulto, o menino era incorporado ao grupo dos homens e tornava-se caçador".   "Na Nova Guiné, entre os baruia, o sexo oral entre os homens de diferentes gerações e status é uma regra social e culturalmente aceita: nesse grupo cultural existe a crença de que a energia vital é transmitida pelo esperma, assim, os homens mais novos e as mulheres devem ser alimentados pelos homens mais velhos com essa energia".
Grécia Antiga - "entre os atenienses, apenas os homens eram considerados cidadãos e tinham, portanto, direito e acesso ao conhecimento. Era comum e legítimo o relacionamento sexual entre o professor e o aluno, considerado o relacionamento amoroso mais sublime entre dois homens".
"No Candomblé a sexualidade é entendida como um processo de troca de energias (“axé”) e para lidar com as divindades é preciso estar cheio dessa energia. Desta forma, em determinados períodos rituais, o ato sexual é proibido sem haver, contudo, interdições referentes à homossexualidade ou à bissexualidade, que são reconhecidas como formas legítimas de vivenciar a sexualidade humana".
"uma educação diferenciada... poderá fazer desabrochar em todo o menino, o seu lado feminino e em toda menina, o seu lado masculino. Afinal, as crianças nascem para serem felizes.

CONSPIRAÇÕES POR E-MAIL
Mais depravado que o delírio particular do Comendador é a maquinação do 'coletivo' gay para torná-lo um pesadelo obrigatório para todas as famílias brasileiras 'num futuro próximo'.
Um instantâneo desta hedionda ação está registrado numa troca de e-mail realizada entre Luiz Mott, Leo Mendes, membro da Comissão de articulação dos movimentos sociais do PN/Aids, e Regina Facchini, antropóloga e vice-presidente da Parada do Orgulho Gay de SP, onde a troika discute serenamente as estratégias semânticas para convencer os militantes de base a abraçarem a bandeira pela legalização da pedofilia, autêntica obra de engenharia comportamental, psicológica, política e social, há muito tempo denunciadas pelo comentarista político Olavo de Carvalho. 
Na verdade, percebe-se naquele e-mail que Luiz Mott tenta manipular a própria 'companheira de luta', a fim de que ela 'dê o pontapé inicial na discussão', e ela, espertamente, esquiva-se de tão árdua tarefa argumentando que
"Do ponto de vista da ciência política, sabe-se que independente de usar um termo mais amplo ou mais circunscrito, dificilmente um pedófilo viria a público reivindicar seus direitos ou que o movimento por diversidade sexual o defendesse, simplesmente pq é bastante forte a idéia de que a pedofilia é algo abominável na nossa sociedade".

Mas, ela não lhe tira de todo a esperança, pede apenas que ele adie seus planos para um 'futuro próximo' até que os formadores de formadores de opinião tenham sido formados e passem a formar... advinhem 'qual' opinião!
"Um termo como diversidade sexual me parece ter por foco combater a idéia de que há apenas uma sexualidade inteligível, a heterossexual reprodutiva que estabelece famílas sólidas e relações duradouras e monogâmicas. Talvez a atuação por esse caminho nas universidades, que são locais de formação de formadores de opinião, melhore as condições para a luta jurídica/legal num futuro próximo".

PEDÓFILOS ASSASSINOS E DIVERSIDADE SEXUAL Mott pede a Regina que utilize sua habilidade acadêmica para convencer o segmento das lésbicas a privilegiar os lemas 'diversidade sexual' e 'livre expressão sexual' em vez de 'orientação sexual', pois, aqueles, por serem mais amplos, permitiriam a inclusão de todas as formas imagináveis e inimagináveis de obtenção de prazer sexual.
PEDÓFILOS ASSASSINOS E DIVERSIDADE SEXUAL é o título das mensagens escolhido por Leo Mendes e defendido por Luiz Mott nos seguintes termos:
"Creio que Leo, sempre tão arguto e "agent provocateur", quiz chamar a atenção para tal polemica ao associar diversidade sexual a pedofilia - que no meu entender, é perfeitamente associável, pois diferentemetne de ORIENTAÇÃO SEXUAL, que inclui apenas Homo, Hetero e Bissexualidade, a Diversidade e a LIvre Expressão sexual incluem todas manifestações libidionosas, inclusive as anti-sociais e ilegais.   O 'gancho' para introduzir o assunto 'provocador' é uma notícia de jornal sobre o caso policial mal resolvido de meninos estuprados, torturados, castrados e finalmente sacrificados em rituais satânicos a cerca de 15 anos atrás em Altamira, no Pará:

"Meninos, com idade entre 8 e 14 anos, foram seqüestrados e castrados na cidade de Altamira, localizada a 777km de Belém. Segundo o Ministério Público, os crimes que aconteceram entre 1989 e 1993 foram motivados por rituais de magia negra. As crianças encontradas, mortas ou vivas, estavam nuas, algumas com orifícios de arma de fogo, queimaduras de cigarro, olhos arrancados, pulsos cortados, órgãos sexuais extirpados cirurgicamente, sofreram abuso sexual e sevícias".
http://www.google.com/search?q=meninos+emasculados+parana+&rls=com.microsoft:pt-br:IE-SearchBox&ie=UTF-8&oe=UTF-8&sourceid=ie7&rlz=1I7GGLG


É chocante, perversa, depravada esta utilização fria e pragmática de uma história tão absurdamente cruel de crianças que foram trucidadas por bestas humanas à serviço de Satanás.   Realmente, aqui sou obrigada a concordar com o Doutor Luiz Mott: diversidade sexual e pedofilia são perfeitamente associáveis, e aqui aparecem perfeitamente associadas. De fato, não consigo perceber qualquer superioridade moral entre estes planejadores da 'diversidade sexual' e aqueles pedófilos assassinos. Se alguém puder, por favor, manifeste-se! Mas...

>Abraço amigo, Luiz Mott










quarta-feira, 25 de abril de 2012


CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO: QUAIS AS

EVIDÊNCIAS?

“Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio
ainda; ensina o justo, e ele crescerá em prudência”.
Provérbios Salomão 9.9

INTRODUÇÃO


                    Até antes que Charles Darwin surgisse com sua teoria da Seleção Natural das Espécies, poucos se levantavam contra a crença de que Deus teria criado todas as coisas. De lá para cá, o número de seguidores de suas ideias só faz crescer, tanto daqueles que descartam totalmente a noção da existência de uma divindade quanto daqueles que aceitam o fato de Deus existir, porém, considera a evolução das espécies um mecanismo criado e usado pelo próprio Deus. Assim, temos: Os Ateístas – que descartam totalmente a hipótese de Deus -; os Teístas – que consideram Sua existência e poder de criar todas as coisas como fato – e ainda, os Teístas-Evolucionistas – para quem a evolução das espécies seria obra do próprio Deus e não prova de que Ele não exista.
Como veremos mais adiante, o fato é que, todos nós, cristãos ou não, devemos ter uma cosmovisão bem clara a respeito destas questões. Se realmente Deus criou e sustenta todas as Suas obras, a Ciência e a Teologia Natural não podem conflitar com as Escrituras Sagradas, antes, ambas devem caminhar em harmonia com a Bíblia e se encaixarem como uma luva na mão. Se Deus não existe, nada foi criado e, apenas deixa transparecer que houve um desígnio. Este pequeno manuscrito tem esse objetivo, proporcionar maior clareza a cristãos, ateus, curiosos, indecisos, enfim; com respeito a questões que sempre inquietaram e ainda inquietam os seres humanos – De onde vim? Para onde vou? Como surgiu a vida? Como surgiu o universo? Deus realmente criou a raça humana ou somos obra do acaso? – e assim, trazer consolo e maior segurança aqueles que procuram compreensão maior para sua fé.

Capítulo 1

“O Mundo da Natureza, o mundo do homem,
o mundo de Deus: Todos eles se encaixam”
Johannes Kepler

COMEÇOU COM CHARLES DARWIN?


                 Basicamente, existem duas propostas da origem de todas as estruturas da criação: 1ª) A vida teria surgido espontaneamente; 2ª) A vida teria sido criada por uma mente superior.  A primeira premissa teria por fator principal o mero acaso, a combinação aleatória e cega de elementos inanimados que, por ação natural e sem interferência inteligente alguma, teria propiciado o surgimento da vida. A segunda premissa desmembra-se em duas possibilidades: A) Um ser inteligente, pessoal e transcendental teria criado tudo que há; B) Seres inteligentes de outra galáxia teriam visitado a terra em época remota e criado os primeiros humanos (Panspermia).
Ao olharmos para trás, já na Grécia Antiga, podemos ver filósofos que defendiam a visão naturalista do acaso como mecanismo criador: 1º) Tales de Mileto (621-543 a.C.), foi quem primeiro afirmou ter o mundo surgido naturalmente da água. 2º) Anaximandro de Mileto (610-547 a.C.), propôs que tudo que existe teria se originado dos quatro elementos básicos: Água, terra, ar e fogo. Todos esses elementos viriam de uma substância original chamada apeíron. 3º) Empédocles de Agrigento (492-430 a.C.), disse que plantas e animais não surgiram juntos e, foi quem primeiro colocou a “sobrevivência do mais apto”, um dos pilares darwinianos, como mecanismo presente no surgimento da vida. 4º) Platão (427-347 a.C.), afirmava que, o universo, sendo regido por leis naturais conhecidas, na época pela Geometria, havia sido criado por um criador de acordo com planejamento racional. 5º) Aristóteles (384-322 a.C.), aceitava também que o universo foi criado, havendo uma realidade metafísica por trás de nossa realidade material.
                 Já em fins do séc. XV e início do XVI, essas propostas filosóficas começaram a ganhar uma perspectiva experimental, passando a serem avaliadas por estudos e observações cada vez mais criteriosas. Ambas as visões, naturalista – acaso -, e a criacionista – projeto de um ser superior -, permaneceram como centro dos debates, o que ocorre até hoje. Diversos homens respeitados como cientistas criam no projeto inteligente, dentre eles temos: Francis Bacon, Galileu Galilei, Blaise Pascal, William Herschel, Louis Pasteur, William Thompson (Lord Kelvin), John A. Fleming, Gregor Mendel, etc. Ora, uma vez que estes e muitos outros, produziram ciência apoiados na convicção de que existe um criador, o que a Bíblia, livro religioso único, por nos dizer não só que Ele existe, mas também Quem Ele é, teria a nos disser sobre ciência?

A BÍBLIA E A CIÊNCIA

             O debate entre a ciência e a Bíblia é antigo e, muitos, resolveram a questão simplesmente fazendo uma clara separação entre ambas. A ciência afirma lidar com os fatos, enquanto a Bíblia, dizem eles, traz apenas uma visão mítica, simbólica da realidade. 
Na realidade, a verdadeira ciência, baseada na observação e experimentação, não contraria as Escrituras Sagradas. Um fato que precisa ser esclarecido é que “a Bíblia não é um livro de ciências”, embora não erre quando fala sobre fatos científicos. Como exemplos de exatidão bíblica, temos:


1. O universo está se desgastando:
A Entropia, 2ª Lei da Termodinâmica, afirma que o universo está desgastando sua energia utilizável, ou seja, está envelhecendo. Tal visão é descrita em Sl 102.25-27.
“Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obra das tuas mãos. Eles perecerão, mas Tu permaneces; todos eles envelhecerão como um vestido...”.
 A primeira Lei da Termodinâmica, é uma lei de conservação e, implica no fato de que o conteúdo total do Universo – matéria e energia -, é uma constante. A Segunda Lei, a Entropia, limita os estados possíveis que determinado sistema poderia alcançar por meio de transformações específicas, excluindo, desse modo, máquinas de movimento perpétuo (motos contínuos) e a criação espontânea de “disponibilidade” de energia. Assim, “Todas as transformações reais revelam-se como sendo “irreversíveis” pelas implicações da Segunda Lei, resultando na diminuição da energia disponível para efetuar transformações subsequentes” (Em Seis Dias, p. 19).


2. A vida se reproduz conforme sua espécie:
Em Gn 1.24, a Bíblia afirma que a terra produziu seres vivos de acordo com suas espécies: animais domésticos, selvagens, etc. O paleontólogo agnóstico Stephen Jay Gold afirmou que: “A maioria das espécies não demonstra mudança direcional durante sua vida na terra. Aparecem no registro fóssil com a mesma aparência que quando desapareceram; mudança morfológica geralmente é limitada e não-direcional” (Enciclopédia Apologética, p. 168).

3. Os seres humanos foram feitos do pó da terra:
Em Gn 2.7, é dito que Deus criou o homem do pó da terra. A ciência mostra que temos em nossa composição vários elementos encontrados na natureza: Oxigênio, hidrogênio, azoto, cloro, enxofre, cálcio, potássio, ferro, gordura, açúcar, fósforo, magnésio, cal, etc.
“Em abril de 1985, a professora Lelia Coyne, pesquisadora da NASA (Agência Espacial dos Estados Unidos), e docente da Universidade de San José, na Califórnia, surpreendeu o mundo científico com a afirmação da descoberta de que a vida humana na terra começou em estratos de uma argila muito fina e branca, o caulim, usado na indústria como branqueador de papel e isolante térmico...” (As Grandes Doutrinas da Bíblia, p. 155).


4. A terra está suspensa no espaço:
Em Jó 26.7 está escrito que Deus sustenta a terra sobre o nada.


5. A terra é redonda:
É dito em Is 40.22 que Deus está assentado sobre a redondeza da terra.

6. Criação do Universo: 
As Escrituras afirmam que Deus criou todas as coisas que existem (Gn 1.1-31; Sl 19.1-6; Is 45.12).

7. Constelações:
São citadas no livro de Jó (Jó 9.9; 38.31,32).

8. Magma no Interior da Terra:
Também é citado por Jó (Jó 28.5).

9. Espaço Sideral:
Relatado pelo salmista (Sl 68.34).

10. Meteoros:
Citado por Jó como sendo submetidos a ordem divina (Jó 38.36).

6.    11. Fósseis:
Ensinam na escola que a fossilização ocorre gradualmente ao longo de milhões de anos. Isto é absurdo! Qualquer organismo que acabou de morrer deve ser rapidamente soterrado em sedimentos, para que possa endurecer e eliminar o oxigênio. É exatamente isso o que se esperaria em um Dilúvio Mundial catastrófico, conforme relata as Escrituras Sagradas (Em Seis Dias, p. 133).

Muitos outros exemplos poderiam ser dados, porém falta-nos espaço. Ao longo da história, muitos cientistas, crentes em Deus, foram responsáveis por descobertas importantes para a humanidade que, até hoje, são utilizadas. Segue abaixo uma breve relação:

Ω Johannes Kepler (1571-1630) – Mecânica celestial e Astronomia física;
Ω Blaise Pascal (1623-1662) – Hidrostática;
Ω Robert Boyle (1627-1691) – Química e dinâmica do gás;
Ω Nicholas Steno (1638-1687) – Estratigrafia;
Ω Isaac Newton (1642-1727) – Cálculo e Dinâmica;
Ω Michael Faraday (1791-1867) – Teoria de Campos;
Ω Charles Babbage (1792-1871) – Ciência da Computação;
Ω Louis Agassiz (1807-1873) – Geologia glacial e Ictiologia;
Ω James Simpson (1811-1870) – Ginecologia;
Ω Gregor Mendel (1822-1884) – Genética;
Ω Louis Pasteur (1822-1895) – Bacteriologia;
Ω William Kelvin (1824-1907) – Energética, Termodinâmica;
Ω Joseph Lister (1827-1912) – Cirurgia anti-séptica;
Ω James Clerk Maxwell (1831-1879) – Eletrodinâmica, Termodinâmica Estatística;
Ω William Ramsay (1852-1916) – Química isotópica e alguns precursores seus.
Ω Roger Bacon (1220-1292);
Ω Nicolau Copérnico (1473-1543);
Ω Galileu Galilei (1564-1642).