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sexta-feira, 1 de março de 2019

Mil cientistas vão a público com dúvidas sobre a evolução

Mais de 1.000 cientistas altamente influentes de todo o mundo se manifestaram publicamente expondo suas dúvidas sobre a teoria da evolução de Charles Darwin.
Eles procedem de instituições como Harvard, Johns Hopkins, Columbia, Tulane, Rice e Baylor, da Academia Nacional de Ciências, da Academia Russa de Ciências Naturais, do Museu Britânico e da Biblioteca Lincoln do MIT.
“Somos céticos quanto às alegações que apoiam a capacidade de mutação aleatória e seleção natural para explicar a complexidade da vida,” dizem eles em um comunicado. “Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwiniana deveria ser encorajado.”
Os cientistas incluem os melhores em biologia molecular, bioquímica, biologia, entomologia, química quântica computacional, microbiologia, psiquiatria e ciências comportamentais, astrofísica, biologia marinha, biologia celular, física e astronomia, matemática, física, geologia e antropologia, segundo a Evolution News, uma publicação online do Instituto Discovery em Seattle, que promove a teoria do design inteligente.
O Instituto Discovery publicou pela primeira vez a sua lista de “dissidência científica do darwinismo” na revista The New York Review of Books em 2001 para contestar as alegações “falsas” da série “Evolution” da PBS.
A PBS afirmou que “praticamente todos os cientistas do mundo acreditam que a teoria seja verdadeira.”
Mas o biólogo Douglas Axe, diretor do Instituto de Biologia, argumentou que a pressão dos colegas está obscurecendo a verdade.
“Como nenhum cientista consegue mostrar como o mecanismo de Darwin consegue produzir a complexidade da vida, todo cientista deve ser cético,” disse ele. “O fato de que a maioria não quer admitir isso expõe o efeito doentio da pressão dos colegas sobre o discurso científico.”
Originalmente, o presidente do Instituto Discovery, Bruce Chapman, montou uma lista de 100 cientistas de nível de doutorado para a declaração.
“Percebendo que provavelmente havia mais cientistas em todo o mundo que compartilhavam certo ceticismo sobre a evolução darwiniana e estavam dispostos a se manifestar publicamente, o instituto mantém a lista e vem acrescentando outros nomes a ela continuamente desde a sua criação,” disse a reportagem da Evolution News.
“A lista de signatários inclui agora 15 cientistas das Academias Nacionais de Ciências em países como Rússia, República Checa, Brasil e Estados Unidos, bem como da Royal Society. Muitos dos signatários são professores ou pesquisadores de importantes universidades e instituições internacionais de pesquisa, como a Universidade de Cambridge, o Museu de História Natural de Londres, a Universidade Estatal de Moscou, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Stellenbosch na África do Sul, o Instituto de Paleontologia Humana na França, a Universidade Ben-Gurion em Israel, MIT, o Instituto Smithsoniano, a Universidade Yale e a Universidade Princeton,” comentou ele.
Marcos Eberlin, Ph.D., fundador do Laboratório de Espectrometria de Massa Thomson e membro da Academia Nacional de Ciências do Brasil, disse na reportagem: “Como bioquímico, me tornei cético com relação ao darwinismo quando fui confrontado com a extrema complexidade do código genético e suas muitas estratégias mais inteligentes para codificar, decodificar e proteger suas informações.”
Michael Egnor, professor de neurocirurgia e pediatria da Universidade Estadual de Nova Iorque, Stony Brook, disse que os cientistas “sabem intuitivamente que o darwinismo pode realizar algumas coisas, mas não outras.”
“A questão é qual é esse limite? O conteúdo das informações nos seres vivos excede esse limite? Os darwinistas nunca enfrentaram essas perguntas,” disse ele. “Eles nunca perguntaram cientificamente: a mutação aleatória e a seleção natural geram o conteúdo da informação nos seres vivos?”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 1,000 scientists go public with doubts on evolution
Leitura recomendada sobre a teoria da evolução:
FONTE; BLOG DO PASTOR JÚLIO SEVERO

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