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segunda-feira, 15 de junho de 2015

COMUNISMO: IDA PRA LUGAR NENHUM OU QUEDA NO PAGANISMO NIILISTA???


15/06/2015
 às 1:24 \ BrasilCultura

O melhor vídeo para entender o PT, com Lula, Dilma, Valter Pomar e… Olavo de Carvalho

O grupo La Banda Loka Liberal publicou no Facebook um vídeo de extrema importância.
A edição inédita mostra como os atos e discursos de Lula, Dilma Rousseff e do secretário-executivo do Foro de São Paulo e estrategista petista, Valter Pomar, exemplificam cada trecho de uma aula de Olavo de Carvalho sobre os métodos do PT.
Quer saber por que Olavo tem razão?
VEJA O VÍDEO EM: www.facebook.com/labandalokaliberal/videos/1654334218115468/
* Agradeço muito se algum leitor puder transcrever o vídeo completo e me enviar a transcrição para ser inserida aqui.

Por ora, destaco apenas dois trechos do professor sobre como o PT vai enrolando gente de todos os lados enquanto permanece no poder:
OLAVO: O Lula tinha realmente a intenção de transcender essas alianças e implantar no Brasil o socialismo? Eu não sei e ele também não sabe. Porque ele simplesmente não sabe quanto tempo ele vai durar e ele não sabe quanto tempo ele vai ter em suas mãos os meios de ação para fazer isso. Então o que é certo é que o indivíduo sabe o que ele está fazendo no momento. E a visão que ele possa ter no desenvolvimento posterior dos acontecimentos é geralmente nebulosa e contém um coeficiente de nebulosidade quase alucinante, quer dizer, o governante pode fazer praticamente qualquer coisa – e justificá-la em função ou de um hipotético objetivo futuro, ou das contingências do momento.
OLAVO: Nós podemos perguntar assim: o PT fez as alianças [com setores social-democratas e até direitistas] em público, tendo um plano secreto de depois jogar fora os seus aliados e tomar o poder total? Ou ao contrário: prometeu à militância que mais tarde ia jogar fora os aliados burgueses, mas por dentro sabia que não poderia se livrar deles de maneira alguma e queria apenas se consolidar no poder com aliados e tudo, como está até hoje, aliás? As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Ou seja, é a mesma coisa que você dizer: o partido não sabe exatamente o que ele vai poder fazer. Então para uns ele promete uma coisa, para outros ele promete a coisa contrária. E ele está fazendo, na verdade, as duas, porque isto é o que o cenário real da ação permite.
*****
Relembro abaixo a compilação que fiz neste blog, há um ano e meio, dos revolucionários de ontem e de hoje, de variadas vertentes, na luta por algo que ainda não sabem o que é (e ainda tem bocó que vai atrás):
“[Os estudantes revolucionários querem] uma forma de organização social radicalmente nova, da qual não sabem dizer, hoje, se é realizável ou não.”
(Daniel Cohn-Bendit, Paris – 1968)
“Ainda não sabemos que tipo de socialismo queremos.”
(Lula, América Libre – 2010)

“[O socialismo petista] é um processo de sucessivas conquistas econômicas, sociais, políticas e culturais que abrem caminho para novas conquistas. É um caminho que se renova e se amplia à medida que o percorremos. Pode contemplar momentos de rupturas, mas se faz também no dia-a-dia. Não descuida do presente, mas tem seus olhos postos no futuro. Mas esse futuro não é um porto de chegada ou uma fortaleza a ser conquistada. É antes uma construção histórica.”
(Resoluções do 3º Congresso do PT – 2007, p. 15)
“Só sabe construir o futuro quem está construindo o presente e quem tem novas ideias para seguir adiante… Essa é uma união da esperança de que é possível sempre fazer e avançar mais. Para essa concepção que nos une cada conquista é apenas um começo. E ela nasceu também da convicção de que é necessário continuar mudando o Brasil.”
(Dilma Rousseff, em evento do PCdoB – Partido Comunista do Brasil, em que celebrou a aliança com os comunistas brasileiros.)
“Os exemplos da aguerrida Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Natal são também prelúdios de um novo tempo, o tempo de rua. Que venham as lutas, que venham as ruas, que venha um futuro diferente. A rua é nossa!”
(Integrante paraense do PSOL, vestindo uma camisa de Lenin – 2013 – Youtube)
“A lógica egoísta e destrutiva da produção, condicionada exclusivamente ao lucro, ameaça a existência de qualquer forma de vida. Assim, a defesa do socialismo com liberdade e democracia [sic] deve ser encarada como uma perspectiva estratégica e de princípios. Não podemos prever as condições e circunstâncias que efetivarão uma ruptura sistêmica.”
(Programa oficial do PSOL, item 1: ‘Socialismo com democracia, como princípio estratégico na superação da ordem capitalista’)
“Estamos lutando por algo que ainda não sabemos o que é, mas que pode ser o início de algo muito grande que pode acontecer mais para frente.”
(Integrante do movimento Black Bloc em entrevista à BBC Brasil – 2013)
“Por enquanto, a única alternativa concreta é somente uma negação.”
(Herbert Marcuse)
“Precisamos odiar. O ódio é a base do comunismo. As crianças devem ser ensinadas a odiar seus pais se eles não são comunistas.”
(V. I. Lenin)
A explicação:
“Karl Marx já opinava que era inútil tentar descrever como seria o socialismo, já que este iria se definindo a si mesmo no curso da ação anticapitalista. (…) Nessas condições, é óbvio que duzentos milhões de cadáveres, a miséria e os sofrimentos sem fim criados pelos regimes revolucionários não constituem objeção válida. O revolucionário faz a sua parte: destrói. Substituir o destruído por algo de melhor não é incumbência dele, mas da própria realidade. Se a realidade não chega a cumpri-la, isso só prova que ela ainda é má e merece ser destruída um pouco mais.”
(Olavo de Carvalho, ‘A promessa autoadiável‘, Diário do Comércio, 30 de agosto de 2010)

terça-feira, 2 de junho de 2015

DAWKINS E SUAS PIADAS EVOLUCIONÁRIAS

Na última semana de maio/15, esteve no Brasil, para participar do seminário "Fronteiras do Pensamento", em Porto Alegre e São Paulo, o zoólogo britânico Richard Dawkins. Antes, porém, ele concedeu uma reportagem a Veja e, dessa reportagem "pescamos" algumas "perolas", ou melhor, bolotas mesmo, em suas "respostas". Então, vejamos um pouco do que o Cientificismo cego pode fazer com o ser humano:

1. Logo no início, a repórter afirma que: "...é autor do best-seller O Gene Egoísta, ...e inventou (Grifo nosso), o termo "meme", entendido como o gene da evolução cultural". p. 13

COMENTÁRIO: 

É fato científico que NUNCA FOI PROVADO A EXISTÊNCIA DE NENHUM GENE RESPONSÁVEL PELA CULTURA. A Neurociência é clara: Somos 50% genes e os outros 50% adquirimos ao longo de nossa caminhada, dependendo sempre de nossas escolhas. Ser ou se tornar culto é uma opção pessoal. Ninguém nasce com esse desejo. Logo, "inventou" os memes é bem apropriado para Dawkins: FAZ PARTE DE SUA FUGA DE DEUS INVENTAR SERES OU ENTIDADES NUNCA OBSERVADOS PELA CIÊNCIA!!!

2. Segue a repórter: "...e, depois, como príncipe dos ateus, ao denunciar a religião como retrógada, contra o progresso da ciência e manipuladora de corações e mentes". p. 13

COMENTÁRIO:

Bem, essa e outras bobagens são comuns na boca de Dawkins - ele tem o péssimo hábito de não respeitar o que não entende, sendo essa uma das consequências do Cientificismo. Em "Deus, Um Delírio", Dawkins ataca toda e qualquer família que crie seus filhos dentro dos dogmas e doutrinas daquela religião seguida. Ocorre que, também admite no mesmo livro que foi criado desde pequeno sendo ensinado a DUVIDAR DE TUDO E TODOS. Nas sua palavras, "Fale de uma "criança de pais católicos", se quiser; mas, se ouvir alguém falando de uma "criança católica", interrompa-o  e educadamente lembre que as crianças são novas demais para ter uma posição nesse tipo de assunto, assim como ...uma posição sobre economia ou política". Deus, Um Delírio, p.26
Bem, não podia ser mais claro. Parafraseando Dawkins: "Uma criança é pequena demais para ter posição sobre origens ou evolução darwiniana também!!!" Logo, TAMBÉM NÃO EXISTE CRIANÇA ATEÍSTA OU DARWINISTA. O que os pais ensinam aos seus filhos é o que aprenderam com seus ascendentes que é o correto. Isso é de foro íntimo e, nem Dawkins, nem ninguém pode interferir.
Quanto a questão da religião ser contra o progresso científico e manipuladora, o oposto é  A VERDADE. Nas palavras do ATEU PETER ATKINS: "A ciência, o sistema de crenças muito bem fundamentado em conhecimentos reproduzíveis publicamente compartilhados, emergiu da religião (grifo nosso). À medida que a ciência foi abandonando sua crisálida para transformar-se na borboleta de hoje, ela conquistou todo terreno”. Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus - John C. Lennox, p. 11
Ainda, "Respondendo uma de nossas indagações iniciais, fica difícil, senão impossível, afirmar que fé e ciência são opostas entre si, uma vez que, os pioneiros da ciência como Kepler, alegavam que era exatamente sua convicção da existência de um Criador que inspirava sua ciência a empreender voos cada vez mais altos. Para ele e tantos outros cientistas laureados com o prêmio Nobel, eram os cantos escuros do Universo de fato iluminados pela ciência que ofereciam amplas evidências da engenhosidade de Deus. Longe do que Dawkins declara sobre a fé religiosa ser cega, ignorar as evidências, “Não faz parte da visão bíblica, exigir que se acredite em coisas sem que haja nenhuma evidência. Exatamente como acontece na ciência, fé, razão e provas caminham juntas. A definição de fé apresentada por Dawkins como uma “fé cega” acaba sendo, portanto, o exato oposto da fé definida pela Bíblia. É curioso o fato de que ele não parece ter consciência da discrepância. Seria isso uma consequência de sua própria fé cega?” IDEM, P. 21

3. Quando perguntado sobre a definição de consciência, é claro, não define nada: 
"É tremendamente difícil definir o que é consciência. Não existe consenso sobre isso...nós, seres humanos, temos consciência. Portanto, é Certo (grifo nosso) que, em algum momento, nossos ancestrais obrigatoriamente desenvolveram a consciência...acho que nossos primos (Macacos)...provavelmente também têm consciência". p. 16
Ora, se nem mesmo há consenso entre os evolucionistas sobre a classificação evolutiva das espécies - TIPO, FILOS, FAMÍLIA, VERTEBRADOS, INVERTEBRADOS, ETC; seria pedir demais de uma mente tão brilhante, definir consciência. O fato nu e cru é que os animais tem instintos mais e menos aguçados e interagem com os humanos mas, ter ciencia de si mesmo como "Ser", como um "Ente", podendo perceber e interagir com seus pares e todo restante da criação, É SIM, DAWKINS, UM PRIVILÉGIO SÓ DOS HUMANOS!!!
Nunca teremos macacos ou qualquer outro animal irracional fazendo pesquisas em laboratório ou redigindo este texto. 

4. Ainda, na pag. 16, quando questionado sobre evitar debates teológicos, Dawkins diz: "Mesmo porque não existem grandes debates teológicos. Teologia é um não assunto, carente de conteúdo. 

COMENTÁRIO:

Bem, não é isso que o próprio Dawkins demonstra em "Deus, Um Delírio". Ele gasta quase toda munição do livro - capítulos 2 ao 10 -, debatendo-se em argumentos teológicos e não científicos. Em especial, tenta, no capítulo 3 - ARGUMENTOS PARA A EXISTÊNCIA DE DEUS -, desconstruir os 5 argumentos de Thomas de Aquino. Claro, Dawkins jamais conseguiu esse feito, até porque ELE É UM PÉSSIMO TEÓLOGO, embora seja um bom zoólogo. Enfim, o que a repórter de Veja chama de best-seller, "Deus, Um Delírio", virou, pouco após ser lançado, um motivo de decepção e piada entre cientistas sérios, cristãos ou não. Sir Peter Medawar, citado por Dawkins na reportagem, afirmou que; 
" A existência de um limite para a ciência, porém, é mostrada claramente por sua incapacidade de responder a elementares perguntas infantis relacionadas a origem e finalidade, tais como: “Como é que tudo começou?; “Para que estamos todos aqui?; “Qual é a razão da vida?” IDEM, P. 43 

Se a Teologia é tão "Vazia", sem "Assunto", nós perguntamos: Por que gastar tanta energia lutando contra o que não existe, Deus???
Claro, o sabichão teria uma resposta pronta pra nós!!!

5. A seguir, Dawkins solta outra bolota, quando responde sobre a compatibilidade entre religião e ciência: "Mesmo os cientistas que chegam a acreditar num Deus pessoal talvez só consigam realizar essa proeza erguendo barreiras mentais entre áreas impossíveis de ser compatibilizadas". p.16

COMENTÁRIO:

Aqui, longe de me alongar, basta dizer que o argumento de Dawkins serve muito melhor para ele e seus seguidores fanáticos ateus do que para cristãos sérios e estudiosos. Há barreiras mentais sim mas, elas estão no ateísmo. "Após 155 anos da invenção da Teoria Darwiniana, até hoje NENHUM CIENTISTA NO MUNDO CONSEGUIU PROVAR DE FORMA INCOSTESTÁVEL SEUS PRESSUPOSTOS BÁSICOS: Principal deles: Transposição de uma espécie para outra. Algo vergonhoso, na Paleontologia e Arqueologia que, jamais acharam, após tanto tempo e escavações,NENHUM ELO PERDIDO DE QUALQUER SER VIVO, NÃO SÓ O HOMEM!!! ".
A chamada Explosão Cambriana, onde todos os filos dos animais atuais já aparecem presentes, a falta de evidências robustas e incontestáveis na Paleontologia e Arqueologia, a falha da Mutação em produzir perda de informação e complexidade, as Constantes Antrópicas, ou seja, a Sintonia Fina do planeta terra, a qual permite a vida e em especial, a humana, etc; tudo isso junto, depõe contra Dawkins e uma "Evolução Progressiva" de seres até virar outro ser, outra espécie, outro animal, etc. 
Se realmente, Dawkins ou qualquer militante seu quer seguir as evidências onde elas os levarem, deveriam começar dando mais atenção e respeito ao Design Inteligente presente em toda criação. O Acaso não produz nada, só destrói. O acaso está sujeito peremptoriamente a 2ª Ler da Termodinâmica, a Entropia que, demonstra de forma factual que o Universo está se desgastando, tudo caminha do complexo para o caos e não o inverso, que é a crença dos neo-ateus de plantão, como Dawkins.

6. Quando perguntado sobre aborto, o hipócrita erroneamente diz ser das mulheres a decisão sobre outra vida: o feto.

COMENTÁRIO:

Ver texto: UM DILEMA PÓS-MODERNO em 
www.fidescientia.blogspot.com/um dilema pós-moderno


CONCLUSÃO:

Dawkins, ainda, fala sobre crianças serem educadas para o pensamento mágico quando adultos mas, se esquece das que são, como ele, educadas para o pensamento CÉTICO/ATEU. E, finaliza sua entrevista ridícula, não respondendo a pergunta da repórter: "Uma pergunta singela: por que existimos e por que estamos aqui?". Dawkins diz ter escrito 11 livros respondendo isso. Bem, já li "A Escalada do Monte Improvável"; "O Maior Espetáculo da Terra"; "Deus, Um Delírio"; "O Gene Egoísta"; mais 10 livros de autores não cristãos e um total de 45, sem ter encontrado Dawkins ou qualquer outro autor dar uma resposta melhor para essa pergunta do que "Deus"!!!

Para saber mais: www.fidescientia.blogspot.com/o que é ciência e www.fidescientia.blogspot.com/CRIAÇÃO OU EVOLUÇÃO: QUAIS AS EVIDÊNCIAS?
Nos links abaixo você encontra vídeos do Catedrático de Matemática de Oxford, John C. Lennox, comentando o Livro "O Grande Projeto", de Hawkins e discursando sobre a existência de Deus.

Se procurar, achará um vídeo em que ele convida Dawkins
 para participar e explicar colocações de "Deus, Um Delírio".
Colocações sem base científica alguma e desmascaradas por Lennox.









www.youtube.com/watch?v=WWrTHF_eSO4

www.youtube.com/watch?v=Djj4XKE7uwc

DEUS ABENÇOE A TODOS, ATEUS E CRISTÃOS!!!

sábado, 28 de fevereiro de 2015

EM BREVE REFLETIREMOS SOBRE O VERDADEIRO MAOMÉ E O ISLÃ

VOCÊ SABIA QUE MAOMÉ, NO ALCORÃO, AUTORIZOU - ELE DIZ QUE FOI alá (deus Lua, líder do Panteão de mais de 360 deuses da Caaba); ter 4 esposas e, na verdade, ele, MAOMÉ, TEVE 16 ESPOSAS???
SABIA QUE A MAIS NOVA FOI TIRADA DOS PAIS PARA CAMA COM ELE COM APENAS 8 ANOS???
É, EU SEI QUE VOCÊ NÃO SABE. A MÍDIA SÓ FALA DO QUE LHE CONVÉM. NÃO PERCA EM BREVE AQUI: TRATAREMOS DO ISLÃ E MAOMÉ EM 3 PARTES - A ERA PRÉ-ISLÃ; A ERA DO ISLÃ E O ISLÃ DOS DIAS DE HOJE. A COBRA VAI FUMAR!!!

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O QUE É CIÊNCIA?

Capítulo 2

“Os propósitos e as intenções de Deus, se é que existe um deus, e a natureza de sua vontade não são assuntos possíveis de uma teoria ou explicação científica. Mas isso não implica que não possa haver comprovação científica pró ou contra a intervenção de uma causa semelhante não regida por uma lei na ordem natural”
Thomas Nagel, New York, professor ateu de Filosofia


UM POUCO DE HISTÓRIA DA CIÊNCIA

               Longe de exaurir o tema, essa parte visa trazer esclarecimento e amadurecimento aos amantes da verdade: os leitores. Não é nossa intenção condensar toda história da ciência antiga e moderna em umas poucas linhas. Nos ateremos ao que importa mais em relação ao todo deste manuscrito. Precisamos desfazer alguns mitos: Ex: A ciência é a única forma de entender o mundo; A Razão e a Fé são contrárias, etc. Para começar é necessário definir o que realmente é ciência e como ela funciona. Bertrand Russell declarou que: “Qualquer conhecimento que se possa conseguir deve ser obtido por métodos científicos; e o que a ciência não pode descobrir, a humanidade não pode conhecer”. Por que a Ciência Não Consegue Enterrar Deus, p.43

               “A existência de um limite para a ciência, porém, é mostrada claramente por sua incapacidade de responder a elementares perguntas infantis relacionadas a origem e finalidade, tais como: “Como é que tudo começou?; “Para que estamos todos aqui?; “Qual é a razão da vida?”Sir Peter Medawar – Idem, p.43
     Contrariando os leigos, estudantes e ateus evolucionistas, NÃO EXISTE UMA ÚNICA DEFINIÇÃO ACEITA DE MÉTODO CIENTÍFICO. Michael Ruse, por exemplo, sustenta que ciência é o que “por definição, trata apenas do que é natural, do que é replicável e do que é regido por lei”. IDEM, P.44 Para complicar ainda mais as coisas, o ideal iluminista do observador científico friamente racional, completamente independente, livre de teorias preconcebidas, de prévios compromissos filosóficos, éticos e religiosos, que faz pesquisas e chega a conclusões desapaixonadas e imparciais, é visto hoje em dia pelos filósofos da ciência sérios (e, de fato, pela maioria dos cientistas) como um mito simplista. Mas, quais são e como funcionam os atuais métodos científicos? E, eles realmente são contrários a fé? A tabela abaixo, embora não haja consenso, nos ajudará a entender melhor essa questão:


Como visto na tabela, o método começa com a observação de um fenômeno real, a formulação e teste de hipóteses, seguida por uma teoria que deve passar por suas implicações, conclusões e previsões. A seguir, a teoria deve ser testada através de experimentos, análise lógica e produção de novas observações. Se os resultados favorecem a teoria, ela segue seu caminho como a mais plausível até ali para explicar dado problema da realidade – é a crença dos evolucionistas sobre o Darwinismo. Caso a teoria tenha resultados finais que não a legitimam, será necessário RECICLAR as hipóteses desde o começo.  A grosso modo é assim que funciona. Quando ateus ignorantes, afirmam , por exemplo, que Jesus nunca existiu como personagem histórico real, ignoram que além dos quatro Evangelhos e todo Novo Testamento, Jesus Cristo é citado por cinco fontes extrabíblicas, dentre eles: Suetônio, Plínio e Flávio Josefo. Nenhum deles ganharia nada além de reconhecimento de sua idoneidade em relatar fatos em seus escritos e não mitos, como, Dawkins gosta de referir quando cita a Bíblia. 

Outra questão importante sobre o método científico é que o método começa pela observação, que deve ser sistemática e controlada, a fim de que se obtenham os fatos científicos. O método é cíclico, girando em torno do que se denomina Teoria Científica, a união indissociável do conjunto de todos os fatos científicos conhecidos e, de um conjunto de hipóteses testáveis e testadas capaz de explicá-los. Os fatos científicos, embora não necessariamente reprodutíveis, têm que ser necessariamente verificáveis. As hipóteses têm que ser testáveis frente aos fatos, e por tal, falseáveis. As teorias nunca são provadas e sim corroboradas. Uma informação importante sobre esta última colocação é que: Após anos e anos sendo testadas, por vários métodos e cientistas diferentes, com equipamentos novos e potentes, caso essa teoria resista por muito tempo, termina virando uma Lei Científica. Ex: Lei da Gravidade; Leis da Termodinâmica, etc. Pelo exposto acima e após 155 anos da invenção da Teoria Darwiniana, até hoje NENHUM CIENTISTA NO MUNDO CONSEGUIU PROVAR DE FORMA INCOSTESTÁVEL SEUS PRESSUPOSTOS BÁSICOS: Principal deles: Transposição de uma espécie para outra. Algo vergonhoso, na Paleontologia e Arqueologia que, jamais acharam, após tanto tempo e escavações, NENHUM ELO PERDIDO DE QUALQUER SER VIVO, NÃO SÓ O HOMEM!!! 
               Outro dado importante para nossa reflexão aqui é o fato que muitos ignoram sobre a origem da Ciência Moderna. Peter Atkins, ateu e professor de Química da Universidade de Oxford, afirma que: “A ciência, o sistema de crenças muito bem fundamentado em conhecimentos reproduzíveis publicamente compartilhados, emergiu da religião (grifo nosso). À medida que a ciência foi abandonando sua crisálida para transformar-se na borboleta de hoje, ela conquistou todo terreno”. IDEM, P.11
             Respondendo uma de nossas indagações iniciais, fica difícil, senão impossível, afirmar que fé e ciência são opostas entre si, uma vez que, os pioneiros da ciência como Kepler, alegavam que era exatamente sua convicção da existência de um Criador que inspirava sua ciência a empreender voos cada vez mais altos. Para ele e tantos outros cientistas laureados com o prêmio Nobel, eram os cantos escuros do Universo de fato iluminados pela ciência que ofereciam amplas evidências da engenhosidade de Deus. Longe do que Dawkins declara sobre a fé religiosa ser cega, ignorar as evidências, “Não faz parte da visão bíblica, exigir que se acredite em coisas sem que haja nenhuma evidência. Exatamente como acontece na ciência, fé, razão e provas caminham juntas. A definição de fé apresentada por Dawkins como uma “fé cega” acaba sendo, portanto, o exato oposto da fé definida pela Bíblia. É curioso o fato de que ele não parece ter consciência da discrepância. Seria isso uma consequência de sua própria fé cega?” IDEM, P.21

Outro dado interessante que demonstra como os homens de ciência criam num Deus pessoal, é o fato de que 90% dos fundadores da Royal Society da Inglaterra serem teístas. Para ficar mais claro, veja o que dizem alguns eminentes cientistas sobre Deus: “Nossa ciência é a ciência de Deus. Ele é responsável por toda a história científica [...]. A notável ordem, consistência, confiabilidade e a fascinante complexidade presentes na descrição científica do Universo refletem a ordem, consistência, confiabilidade e complexidade da atividade de Deus”. Sir John Houghton, FRS
“Acredito há muitos anos que Deus é o grande arquiteto por trás de toda a natureza [...]. Todos os meus estudos científicos a partir daquele tempo confirmaram minha fé. Considero a Bíblia como minha principal fonte de autoridade”. Sir Ghillean Prance,FRS, ex-diretor dos Jardins de Kew.
               No âmago de toda ciência está a convicção de que o Universo é ordenado. Sem essa profunda convicção, a ciência não seria possível. Temos então o direito de perguntar: de onde vem essa convicção? Melvin Calvin, prêmio Nobel de Bioquímica, parece ter poucas dúvidas acerca de sua origem:
“Quando tento discernir a origem dessa convicção, tenho a impressão de detectá-la na noção básica descoberta 2 ou 3 mil anos atrás, e enunciada pela primeira vez  no mundo ocidental pelos antigos hebreus: ou seja, que o Universo é governado por um único Deus e não é o produto dos caprichos de muitos deuses, cada um governando seu próprio espaço segundo suas próprias leis. Essa visão monoteísta parece ser o fundamento histórico da ciência moderna”. IDEM, P.26,27
Johannes Kepler, descreve sua motivação pela ciência da seguinte forma: “O principal objetivo de todas as investigações do mundo exterior deveria ser o de descobrir a ordem racional nele imposta por Deus e por ele revelada na linguagem da matemática”. IDEM, P.28
               Para fechar com chave de ouro, veja o que disse um eminente físico:
“A astronomia nos leva a um evento único, um Universo que foi criado a partir do nada, um Universo que tem exatamente o delicado equilíbrio necessário para oferecer as condições precisas necessárias, a fim de permitir a vida, um Universo que tem um plano subjacente (poderíamos dizer sobrenatrual)”. Arno Penzias, laureado com o prêmio Nobel de Física
               A origem das espécies por meio da seleção natural proposta por Darwin só pode ser comprovada no sentido da microevolução e não possui nenhuma base científica verdadeira que prove a macroevolução. Tal abordagem não pode ser provada empiricamente. A Evolução Darwiniana é uma ciência ruim, se é que pode ser chamada de ciência. A ciência séria trabalha com a observação e a experimentação e o macroevolucionismo não pode cumprir tal exigência para sua aprovação como fato incontestável. Outro problema sério que a macroevolução enfrenta é a ausência de elos perdidos ou animais de transição entre as espécies encontradas nos estratos fósseis. O próprio Darwin admite que “Por que motivo toda formação geológica e cada camada sedimentar não se encontram repletas desses elos? A geologia não revela nenhuma cadeia orgânica interligada por elos contínuos (grifo nosso), e nisso, talvez, é que consiste a objeção mais evidente e séria que se possa contrapor à minha teoria”(A Origem das Espécies, p. 392). 
               Michael Denton, Biólogo Molecular, pesquisador Senior da Univerdade de Otago, Nova Zelândia, autor de “Darwinismo: Uma Teoria em Crise”, discorda de Dawkins. Ele afirma que: “ Não creio que a teoria Darwiniana da evolução seja algo semelhante a um fato estabelecido, professado por tantos biólogos. Eu a chamo de grande MITO (GRIFO NOSSO) COSMOLÓGICO OU COSMOGÊNICO DO SÉCULO XX, e esta é a posição que ainda mantenho. Defendo que nada que já tenha visto nas ciências biológicas, assim como nos avanços da ciência por mim observados, ao longo dos últimos 20 anos, de nenhum modo, modificaram a minha posição em qualquer aspecto, sobre a minha crença fundamental: que o Darwinismo é uma explicação inadequada”. Ainda, “É possível citar muitos exemplos no campo da biologia, de coisas que parecem como se estivessem muito além do alcance deste simples mecanismo do Darwinismo. Há coisas como o pulmão de uma ave. A pena, o ovo amniótico, o flagelo bacteriano. Realmente um vasto número de sistemas naturais dotados de complexidade inigualável semelhante à de um relógio, onde de fato para se ter um sistema que funcione, precisa-se de A, B, C, D e assim por diante, tudo no devido lugar, e interligado, antes de poder funcionar. É difícil compreender como este tipo de coisas surgiu por meio de processos não previamente dirigidos. Por exemplo: A pena. A pena que permite o voo é uma estrutura muito complexa, dotada de pequenos ganchos e bárbulas que as interligam e mantém as partes juntas; e são estas minúsculas micro-adaptações na pena que lhe dão capacidade para voar. O modelo da evolução Darwinista exige que os intermediários sejam inteiramente funcionais. Não consigo imaginar como se pode chegar a tal fim, sem ter que se passar por estruturas que realmente não sejam funcionais em algum sentido biológico”.
               O Professor da Informação, Werner Gitt, também discorda de Dawkins. Ele diz que: “É impossível ir de um simples ser vivo, a um elefante ou a um ser humano. É necessário muito mais informação e a informação não pode vir através de um processo aleatório”. Dawkins, é claro, rebate: “E é a genética molecular que finalmente a evidência detalhada, a absoluta evidência arrasadora que ninguém pode contrariar, porque a evidência molecular realmente mostra, que como num texto humano você pode ver as letras mudando, as palavras do DNA mudando, as quais estão, realmente, descrevendo, enquanto as gerações passam, as mudanças anatômicas, que são, afinal, tudo o que Darwin conseguiu ver”. O problema maior para Dawkins é que NÃO HÁ NOVA INFORMAÇÃO. Resistência a antibióticos, inseticidas, cor das asas de mariposas, etc; são rearranjos dentro da mesma espécie. Nada novo é acrescentado.
               O Dr. Lee Spetner, Biofísico Israelense, especialista na física e matemática da informação, diz que: “Realmente não acredito que o modelo Neo-Darwiniano possa provar a evolução em grande escala. O que realmente não podem provar é o acúmulo de informação. É muito improvável que haja muitas etapas pequenas, acumuladas para fazer uma grande mudança. E isto não só é improvável num nível matemático, mas teoricamente, e também por experiência. Não se descobriu uma mutação sequer que se possa indicar que realmente adicione informação. De fato, toda mutação benéfica que já observei reduz a informação, perde informação” (grifo nosso). O Dr. Don Batten, Biólogo, concorda com Spetner. Ele afirma categoricamente: “Você pode cruzar cachorros por milhares de milhões de anos, mas, sem nenhuma fonte de nova informação genética, ainda vão ser cachorros. O problema com a evolução é que não há maneira alguma de fornecer nova informação genética. Tanto a seleção natural como também a procriação, ou seleção artificial, causam perda da informação genética. Se tomarmos um cão peludo e somente o cruzarmos com cães peludos e escolhermos apenas os filhotes peludos e permitirmos que eles procriem no futuro, então teremos uma variedade de cães que concentram todos os genes de pelos longos em uma variedade. Mas isto significa que esse cão nunca poderá ter um filhote de pelos curtos, porque ele não tem os genes para pelos curtos. 

Então, perdemos informação genética. A seleção natural faz o mesmo. Se tomarmos lobos, variedades de lobos antes da Era Glacial – tanto peludos como também de pelos curtos. E, durante a Era glacial o frio extremo resulte no extermínio de todos os lobos de pelos curtos. Temos, então, uma nova variedade de lobo, até mesmo uma nova espécie, com pêlos longos, que se adaptou às condições frias. Porém, mais uma vez, esta adaptação não envolve nova informação genética. De fato, o processo cauda perda de informação genética para pêlos curtos. A grande diversidade é possível através de novas combinações de genes existentes. Até mesmo as mutações podem causar reorganizações de cromossomos, e mudanças degeneradoras, ou perda de informação, que criam diversidade. Este é um problema fundamental. Tanto as mutações como também a seleção natural resultam na perda de informação genética. Então, NÃO HÁ COMO A EVOLUÇÃO DE COMPLEXIDADE CRESCENTE POSSA ACONTECER” (GRIFO NOSSO).
“É impossível que nova informação venha de um processo aleatório. Se observar um programa de computador, é necessário haver um programador. Se vir um carro, é necessário haver um projetista. Se observamos a informação biológica nas células, então teremos que dizer que esta é a conclusão correta. É necessário um Criador, que tenha feito os programas, os genes, a fim de criar as proteínas e os órgãos. É necessário que haja isto. Então, podemos afirmar que a evolução é um processo impossível”. Werner Gitt
               “A informação necessária para a evolução em grande escala realmente não pode vir de mutações aleatórias. O modelo Darwiniano diz que é possível, mas ninguém jamais fez um cálculo para comprová-lo. Eu já fiz um cálculo que mostra que não é possível” Dr. Lee Spetner, biofísico – Jerusalém
Dawkins reconhece parte do problema quando diz que “O grande mistério da vida é explicar de onde veio toda complexidade da vida; outra forma de se referir a complexidade é informação = meio de medir a complexidade”. E, de novo: “E, naturalmente, o ponto complexo reside na questão: de onde vem toda esta complexidade? De onde vem toda esta informação? NÃO PODE VIR DO ACASO (GRIFO NOSSO). É ABSOLUTAMENTE INCONCEBÍVEL (GRIFO NOSSO) que algo tão complicado e tão bem PROJETADO como um pássaro, ou um ser humano ou um ouriço, venham a existir por ACASO. Esta opção tem que ser DEFINITIVAMENTE DESCARTADA” (GRIFO NOSSO).

Bem, cuidado, você, jovem cristão quando seu professor pegar a MICRO-EVOLUÇÃO - PODER DE ADAPTAÇÃO DAS ESPÉCIES DADO POR DEUS A TODOS OS SERES VIVOS SEM ACRÉSCIMO DE INFORMAÇÃO GENÉTICA, APENAS REORGANIZAÇÃO CROMOSSÔMICA EXISTENTE -, e usar de forma arbitrária e abusiva, além de enganosa, e, tentar fazê-lo crer na MACRO-EVOLUÇÃO - TRANSPOSIÇÃO DE UMA ESPÉCIE PARA OUTRA, O QUE EXIGE ACRÉSCIMO DE INFORMAÇÃO QUE, POR SUA VEZ NÃO É PROVADO EMPIRICAMENTE, NÃO É REPRODUZÍVEL PELA SELEÇÃO NATURAL ALEATÓRIA. Ex: Peixes para Anfíbios, destes para Répteis, etc. ISSO, SIMPLESMENTE NUNCA FOI PROVADO, NEM ANTES E NEM DEPOIS DE DARWIN!!!
DEUS VOS ILUMINE A TODOS!!!
PARA PALESTRAS SOBRE O TEMA EM SUA IGREJA, SEMINÁRIO OU FACULDADE, CONTATAR: (21) 99160-1933. 
OBS: NÃO COBRAMOS PARA ENSINAR A VERDADE!!!



quinta-feira, 31 de julho de 2014

Lula falando sober Bolsa Família

LULA, DILMA E O PT - PARTIDO DAS TREVAS

QUALQUER SEMELHANÇA DO TEXTO ABAIXO COM O QUE OCORRE A MAIS DE 12 ANOS NO BRASIL, NÃO É MERA COINCIDÊNCIA.

O VERDADEIRO PODER

                    "Pouco tempo depois de 11 de setembro, o New York Times publicou um editorial que comentava que os terroristas tinham escolhido as torres do World Trade Center pelo fato de ser o símbolo mais visível da riqueza do poder norte-americano. Eu ouvi esse raciocínio num editorial que foi veiculado em estações de rádios cristãs por todo o país: Se os terroristas pensaram que as torres do World Trade Center representavam o verdadeiro poder da América do Norte, eles estavam cometendo o mesmo erro que os militares japoneses haviam cometido sessenta anos atrás, quando eles pensaram que os navios de guerra ancorados em Pearl Harbor representavam o poder da América do Norte. É dito que o almirante japonês comentou após o ataque: "Temo que nós somente tenhamos despertado um gigante adormecido". ele estava certo. O ataque de Pearl Harbor foi um brilhante sucesso tático para a marinha japonesa e um desastre estratégico tanto para o império japonês como para a Alemanha nazista. Eu previ que o mesmo iria ser válido em relação aos terroristas islâmicos. O verdadeiro poder da América do Norte, eu disse, não é material, mas espiritual; ele está na fé e na devoção à liberdade do nosso povo.
                    Imediatamente depois de ter escrito essas palavras, eu me surpeendi tentando adivinhar se havia falado a verdade pura e simples, sem enfeites. apesar do heroísmo de alguns, a América do Norte de 2001 não era a América do Norte de 1941. Os anos de conforto e segurança tiveram seu preço, resultando no fato de que as filosofias hedonistas e niilistas (grifo nosso), se tornaram dominantes entre os intelectuais refugiados nas nossas universidades e centros culturais. Uma desmoralização semelhante era evidente na Inglaterra dos anos 30, antes de Wiston Churchill dar novo ânimo a sua nação, bem a tempo para seu momento mais importante. O equivalente contemporâneo da mentalidade condescendente que drenou a força da Inglaterra era a filosofia do relativismo moral que, em nome da "tolerância", impedia o reconhecimento de qualquer diferença entre o bem e o mal. 
                    Os pronunciamentos de alguns de nossos religiosos e intelectuais mais espiritualmente imaturos, depois do episódio de 11 de setembro, deixaram-me com a impressão de que eles achavam que os terroristas tinham, ao menos em parte, uma justificativa válida para o que tinham feito. Esses "trombeterios do negativismo", como foram denominados por um político dos anos 70 os derrotistas de sua época, não aprovavam exatamente o terrorismo, mas desaprovavam quaisquer medidas eficazes que pudessem ser concebidas para lidar com os agressores. O que uma vez fora chamado de uma política contrária ao anticomunismo sobreviveu na forma de uma postura contrária ao antiterrorismo. A conduta corajosa e eficaz por parte dos militares norte-americanos na guerra do Afeganistão, sob a liderança do presidente Bush, foi inspiradora, porém algumas áreas da cultura norte-americana pertenciam apenas aos inimigos da liberdade. Intelectuais e jornalistas de elite pertencentes à vanguarda ficaram, na maioria das vezes, sem a menor noção de como responder à nova situação, depois do episódio de 11 de setembro, provavelmente porque sua educação ideologicamente restrita e sua experiência limitada com pessoas que não pensam exatamente como eles os tenham tornado incapazes de compreender que a situação tinha realmente se alterado.

Tudo o que essas pessoas podiam fazer era reprisar os roteiros que já conheciam: Vietnã, os direitos civis e Watergate. Em cada uma dessas crises a mídia impressa e televisionada desempenhou um papel dominante. Na Guerra do Vietnã, os gurus da mídia desacreditaram a liderança militar e política norte-americana; nas campanhas pelos direitos civis eles tiveram a satisfação de patrocinar uma causa nobre em direção a um triunfo avassalador, e no escândalo de Watergate eles até mesmo conseguiram tirar do poder um presidente que odiavam. Não é surpreendente, portanto, que os jornalistas mais influentes parecessem ansiosos em forçar os acontecimentos de 2001 dentro dos mesmos moldes, que os anteriores gurus da mídia haviam elaborado para os acontecimentos bastante diferentes dos anos 70. Assim, os gurus alertaram que qualquer guerra no afeganistão iria acabar num "beco sem saída", no qual o poder da força aérea norte-americana seria ineficaz. Os repórteres buscavam de forma implacável notícias manipuladas que pudessem se adequar aos padrões de "abuso de poder" e "discriminação de minorias" (grifo nosso).
                    Felizmente, estavam surgindo novas formas de jornalismo, especialmente no rádio e na internet e, pela primeira vez, as elites jornalísticas se encontravam sujeitas ao tipo de crítica que há muito elas haviam assumido como algo que se dirigiria apenas aos outros. Se os norte-americanos tinham aprendido a ser céticos em relação às notícias bastante tendenciosas que dominaram tanto a mídia impressa quanto a eletrônica desde 1960, os terroristas do episódio de 11 de setembro haviam nos proporcionado, sem querer, um benefício para contrabalançar o mal que tinham praticado. Tenho esperanças de que talentosos escritores e oradores irão agora se dispor a fazer as perguntas relevantes, que não haviam sido reveladas pelos monopólios da mídia à opinião pública. Provavelmente apenas uma catástrofe vai financeira será capaz de motivar os detentores da elite jornalística a depertarem para a realidade e essa catástrofe vai demorar a acontecer, enquanto os anunciantes estiverem vendendo seus produtos. O melhor que podemos esperar, a curto prazo, é o fato de que haverá vastas fontes alternativas de informação.


As Perguntas Certas Sobre Religião e Tolerância Numa Sociedade Pluralista
1. Qual o entendimento adequado sobre religião numa nação pluralista como os Estados Unidos, em que um número significativo de cristãos, agnósticos e religiosos judeus e muçulmanos precisam todos conviver em paz?
                    Pouco depois do ataque de 11 de setembro, um colunista do New York Times escreveu que a guerra contra o terrorismo deveria ser uma guerra contra o que ele denomina como "totalitarismo religioso", que quer dizer a visão de que apenas uma única religião é verdadeira e, portanto, todas as demais são falsas, na medida em que contestam a verdadeira religião. Superficialmente, isso pode parecer uma postura "tolerante", mas é, na verdade, uma tentativa de tornar absoluta uma única postura religiosa - o agnosticismo - com a finalidade de justificar a relativização de todas as demais posições. A melhor maneira de formular o importante ponto em questão é perguntar: "Qual é a correta perspectiva metafísica, isto é, a descrição correta de "como as coisas realmente são", diante da qual todas as alegações de exclusividade ou autenticidade religiosa devam ser avaliadas?".
                    Para a maioria dos homens e mulheres de nível universitário do século 20, " única verdade metafísica" aceita provavelmente será o naturalismo científico ou, para usar um termo mais simples, porém mais carregado de significados, o modernismo. Sob qualquer que seja a nomenclatura, a perspectiva naturalística assume que a natureza é um mundo restrito a causas e efeitos materiais, que podemos compreender por meio da investigação científica e que as intervenções sobrenaturais na ordem natural jamais ocorreram. Influentes formadores de opinião, como aquele colunista do New York Times, fazem sensacionalismo ao condenarem alegações de exclusividade religiosa somente pelo fato de que eles aceitam uma exclusividade religiosa de uma espécie diferente. Se o modernismo ( o naturalismo ) é a Verdade (com letra maiúscula, significando que é a alegação de uma verdade objetiva ou universal), então Jesus não ressuscitou e Maomé não recebeu diretamente de Alá porção alguma do Alcorão. Para os modernistas, o Cristianismo e o Islamismo são verdades equivalentes, pois são igualmente falsas, ou pelo menos assim o são seus elementos incorrigivelmente sobrenaturais. Se o modernismo é a única perspectiva religiosa verdadeira, então as demais religiões, na medida em que sejam inconsistentes com o modernismo, devem ser falsas. Por experiência própria, considero que a maioria das pessoas de nível universitário assume exatamente isso, sem achar necessário refletir muito sobre a questão. Essa é a postura para a qual a mente delas foi treinada.
A maioria dos modernistas sente arrepios diante da sugestão de que o modernismo seja uma religião ou mesmo uma perspectiva metafísica, pois isso implicaria no fato de que o modernismo é nada mais do que mais uma das formas possíveis de se conceber o mundo, e não a única forma admissível de pensamento para pessoas instruídas. Religião é um termo pejorativo para a metafísica modernista, possuindo uma conotação de fantasia ou de ilusão e normalmente com uma tendência no sentido da intolerância ou mesmo da opressão. Para seus fiéis adeptos, o modernismo não representa uma religião ou uma filosofia opcional, mas "o modo como nós pensamos hoje em dia" - sendo que o "nós" quer dizer todas aquelas pessoas cujas opiniões realmente contam. A possibilidade de que possa demonstrar que o modernismo seja falso ou substituível de forma pacífica por algumas opção mais persuasiva não lhes ocorre. O modernismo é uma visão de mundo religiosa e predominante - uma visão que aparenta ser tão evidentemente correta que não necessita de justificação. Ela representa justamente "aquilo que todos sabem"...Os modernistas não podem admitir o fato de terem seus pressupostos expostos à análise porque todo mundo não sabe que o naturalismo seja verdade - nem mesmo os cientistas ou acadêmicos renomados. Aqueles que não acreditam (no modernismo) foram intimidados e marginalizados por todo século 20, pois as elites do conhecimento lançaram mão de uma propaganda tremendamente poderosa para convencer as pessoas, especialmente os estudantes, de que a verdade do naturalismo foi comprovada pela ciência, a mesma ciência que nos dá os aviões, os foguetes, as vacinas e os computadores...Eu prevejo que as bases do modernismo serão profundamente abaladas durante o século 21, à medida que a opinião pública se torne consciente de que aos verdadeiros dados científicos contrariam as ambiciosas alegações que os darwinistas defendem, acerca do poder criativo da seleção natural, e à medida que ela aprenda que a melhor base metafísica, mesmo para ciência, encontra-se na criação divina, e não na fantasia de que a mente humana seja o resultado de forças irracionais (grifo nosso)...Conforme a verdade sobre a criação se torne mais difundida, mesmo dentre os mais recônditos refúgios das universidades, as pessoas passarão a perguntar: "Como a comunidade científica, supostamente capaz de corrigir seus próprios erros, esteve tão errada, por tanto tempo, sobre um assunto de tamanha relevância?" elas também perguntarão: "De que maneira e por qual motivo a evidência da criação foi omitida e distorcida por tanto tempo?" O surgimento dessas perguntas terá um efeito devastador não em relação à ciência, entendida como a investigação empírica imparcial, mas sobre a liderança da comunidade científica do século 20, que se distanciou bastante da verdadeira ciência na sua busca por fama, riqueza e domínio cultural...A tolerância é um dos tópicos mais sistematicamente mal compreendidos na cultura moderna. O erro básico consiste em supor que o relativismo leva à tolerância, ao passo que qualquer alegação absoluta acerca da verdade implica intolerância...Controvérsias científicas são solucionadas por meio da experiência, um procedimento comumente aceito por todos, razão pela qual as controvérsias científicas somente envolvem a violência sob circunstâncias patológicas, como ocorreu na Rússia de Stalin. Quando existe uma controvérsia relevante envolvendo a ciência, a filosofia ou a política e nenhuma forma comumente aceita de solucioná-la, então os grupos adversários podem recorrer à intimidação, à discriminação profissional e à propaganda para assegurar que suas perspectivas irão prevalecer. As universidades hoje em dia estão caóticas (com exceção das áreas técnicas) principalmente porque a filosofia dominante admite um relativismo epistemológico. Essa filosofia é normalmente chamada de pós-modernismo, mas penso que um termo melhor seria hipermodernismo, isto é, uma filosofia que representa essencialmente o naturalismo científico levado à sua conclusão lógica...A verdadeira base para a tolerância é uma concepção religiosa da humanidade que exija tolerância, pois ensina que todo tipo de autoridade tem o potencial de se tornar abusiva...os naturalistas científicos tipicamente demonstrarão tolerância em relação ao Cristianismo, desde que as doutrinas cristãs estejam restritas à vida privada e não sejam apresentadas como uma base para a elaboração de leis ou aplicadas na educação pública...Se não há limites para tolerância, então não há nenhuma base para se combater até mesmo o homicídio ou a opressão. Por que não permitir que um Hitler ou um Stalin façam o que bem entenderem nos "seus" territórios, contanto que nos permitam a mesma liberdade para oprimir quem desejarmos no "nosso" território?"
                    Uma coação exagerada ou seletiva no que se refere à tolerância ou à "sensibilidade" pode facilmente vir a ser um pretexto para novas formas de opressão. A ideologia tirânica e primordial na América do Norte atualmente é chamada de "atitude politicamente correta", cuja base é a visão de que os piores pecados são a Intolerância e a insensibilidade. Em termos filosóficos, a atitude politicamente correta apresenta ligações com o Marxismo, mas prefiro dar a ela o rótulo mais genérico de "vitimismo". A premissa básica do vitimismo consiste no fato de que a sociedade se divide em duas classes de pessoas, as vítimas e os opressores. Os opressores sempre estão errados e as vítimas, sempre certas. O objetivo da atividade política (e se considerado tudo como político) é enfraquecer os opressores e dar poder às vítimas, de modo que elas próprias possam vir a ser um pouco opressoras. Qualquer pessoa que tenha passado algum tempo numa das nossas universidades saberá o que quero dizer. Os princípios que anteriormente eram considerados absolutos, tais como a liberdade de pensamento e de expressão, são descartados sempre que os interesses das vítimas assim o exigirem. Um opressor que diga algo que ofenda uma determinada vítima é condenado a um treinamento de sensibilidade, mas as vítimas podem abusar o quanto quiser de seus opressores.
 O vitimismo supostamente se baseia numa paixão pela tolerância, porém essa paixão dura apenas até que as vítimas tenham poder suficiente para se transformar em opressores...As ditas "vítimas", entretanto, são vitimizadas, de fato, num outro sentido, frequentemente pelo fato de que o resultado da filosofia é manter as vítimas num estado de dependência, de modo que possam ser manipuladas por demagogos. Pessoas que estejam se consumindo de ressentimento por causa de injustiças reais e imaginárias, podem ser convencidas de que seu bem estar depende de elas seguirem agitadores e chantagistas que prometem arrancar concessões dos opressores. Uma das perguntas certas é: "como podemos ajudar as vítimas a entender que os manipuladores, os quais se esforçam para mantê-las num estado de obstinado ressentimento são seus piores inimigos?"
                   "A menos que saibamos por que uma teoria deva ser verdadeira, ao mesmo tempo em que uma outra não possa sê-lo, não conhecemos as bases das nossas convicções"
          Dicurso de Alexander Solzhenitsyn na Cerimônia de Formatura Universidade de Harvard - Junho/78

                    "A sociedade ocidental contemporânea revelou a desigualdade entre a liberdade de praticar o bem e a liberdade de praticar o mal...é tempo, no ocidente, de se defender não tanto os direitos humanos, mas os deveres humanos"...Por outro lado, foi concedido um espaço ilimitado à liberdade nociva e irresponsável. A sociedade veio a ter uma escassa defesa contra o caos da decadência humana, contra o mau uso da liberdade, por exemplo, por meio da violência moral contra jovens, tal como nos filmes repletos de pornografia, crime e terror. Isso tudo é considerado como parte integrante da liberdade e algo a ser contrabalançado, em teoria, pelo direito dos jovens de não assisti-los e de não aceitá-los. A vida, organizada de uma forma legalista, demonstrou, assim, sua incapacidade de se defender da corrupção do mal...Sem que haja qualquer censura no Ocidente, as correntes de pensamento e as ideias dominantes são meticulosamente separadas daquelas que não estão na moda, e as últimas, sem jamais haverem sido proibidas, têm uma chance mínima de encontrarem espaço em periódicos ou livors, ou de serem ouvidas nas faculdades. Seus acadêmicos são livres no sentido legal da palavra, embora estejam cercados por todos os lados pelos ídolos da tendência predominante. Não há violência aberta, como no Leste; entretanto, uma seleção, ditada pela tendência dominante e pela necessidade de acomodação aos padrões de massa, impede frequentemente aquelas com opinião própria de contribuírem para a vida pública e dá margem ao surgimento de perigosos instintos de manada, que bloqueiam o desenvolvimento bem-sucedido".

texto extraído do livro "As Perguntas Certas", Phillip E. Johnson - Ed. Cultura Cristã
obs: para saber a relação estreita entre marxismo, liberalismo teológico e gnosticismo, ler " A AMEAÇA PAGÃ, PETER JONES - ED. CULTURA CRISTÃ.