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sexta-feira, 1 de março de 2019

Mil cientistas vão a público com dúvidas sobre a evolução

Mais de 1.000 cientistas altamente influentes de todo o mundo se manifestaram publicamente expondo suas dúvidas sobre a teoria da evolução de Charles Darwin.
Eles procedem de instituições como Harvard, Johns Hopkins, Columbia, Tulane, Rice e Baylor, da Academia Nacional de Ciências, da Academia Russa de Ciências Naturais, do Museu Britânico e da Biblioteca Lincoln do MIT.
“Somos céticos quanto às alegações que apoiam a capacidade de mutação aleatória e seleção natural para explicar a complexidade da vida,” dizem eles em um comunicado. “Um exame cuidadoso das evidências da teoria darwiniana deveria ser encorajado.”
Os cientistas incluem os melhores em biologia molecular, bioquímica, biologia, entomologia, química quântica computacional, microbiologia, psiquiatria e ciências comportamentais, astrofísica, biologia marinha, biologia celular, física e astronomia, matemática, física, geologia e antropologia, segundo a Evolution News, uma publicação online do Instituto Discovery em Seattle, que promove a teoria do design inteligente.
O Instituto Discovery publicou pela primeira vez a sua lista de “dissidência científica do darwinismo” na revista The New York Review of Books em 2001 para contestar as alegações “falsas” da série “Evolution” da PBS.
A PBS afirmou que “praticamente todos os cientistas do mundo acreditam que a teoria seja verdadeira.”
Mas o biólogo Douglas Axe, diretor do Instituto de Biologia, argumentou que a pressão dos colegas está obscurecendo a verdade.
“Como nenhum cientista consegue mostrar como o mecanismo de Darwin consegue produzir a complexidade da vida, todo cientista deve ser cético,” disse ele. “O fato de que a maioria não quer admitir isso expõe o efeito doentio da pressão dos colegas sobre o discurso científico.”
Originalmente, o presidente do Instituto Discovery, Bruce Chapman, montou uma lista de 100 cientistas de nível de doutorado para a declaração.
“Percebendo que provavelmente havia mais cientistas em todo o mundo que compartilhavam certo ceticismo sobre a evolução darwiniana e estavam dispostos a se manifestar publicamente, o instituto mantém a lista e vem acrescentando outros nomes a ela continuamente desde a sua criação,” disse a reportagem da Evolution News.
“A lista de signatários inclui agora 15 cientistas das Academias Nacionais de Ciências em países como Rússia, República Checa, Brasil e Estados Unidos, bem como da Royal Society. Muitos dos signatários são professores ou pesquisadores de importantes universidades e instituições internacionais de pesquisa, como a Universidade de Cambridge, o Museu de História Natural de Londres, a Universidade Estatal de Moscou, a Universidade de Hong Kong, a Universidade de Stellenbosch na África do Sul, o Instituto de Paleontologia Humana na França, a Universidade Ben-Gurion em Israel, MIT, o Instituto Smithsoniano, a Universidade Yale e a Universidade Princeton,” comentou ele.
Marcos Eberlin, Ph.D., fundador do Laboratório de Espectrometria de Massa Thomson e membro da Academia Nacional de Ciências do Brasil, disse na reportagem: “Como bioquímico, me tornei cético com relação ao darwinismo quando fui confrontado com a extrema complexidade do código genético e suas muitas estratégias mais inteligentes para codificar, decodificar e proteger suas informações.”
Michael Egnor, professor de neurocirurgia e pediatria da Universidade Estadual de Nova Iorque, Stony Brook, disse que os cientistas “sabem intuitivamente que o darwinismo pode realizar algumas coisas, mas não outras.”
“A questão é qual é esse limite? O conteúdo das informações nos seres vivos excede esse limite? Os darwinistas nunca enfrentaram essas perguntas,” disse ele. “Eles nunca perguntaram cientificamente: a mutação aleatória e a seleção natural geram o conteúdo da informação nos seres vivos?”
Traduzido por Julio Severo do original em inglês do WND (WorldNetDaily): 1,000 scientists go public with doubts on evolution
Leitura recomendada sobre a teoria da evolução:
FONTE; BLOG DO PASTOR JÚLIO SEVERO

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

A Psicologia uma atividade que não tem nada a ver com o cristianismo





EXCELENTE EXPLANAÇÃO. POR QUE SERÁ QUE TEVE TÃO POUCA ACEITAÇÃO NO BRASIL??? SERÁ PORQUE A PSICOLOGIA HUMANISTA JÁ ENGANOU A MAIORIA DO POVO DITO CRISTÃO???

sábado, 12 de janeiro de 2019

Suécia: Mulheres, moças e meninas estupradas enquanto as autoridades estão ocupadas demais para investigar e punir estupradores muçulmanos

Judith Bergman
Em novembro de 2015 a "Suécia," sustentou que seu governo "é um governo feminista. Colocamos a igualdade de gênero no centro do empreendimento nacional e internacional ... O abrangente objetivo da política de igualdade de gênero do governo se traduz em poderes equânimes para mulheres e homens de moldarem a sociedade e suas próprias vidas. Em última análise, é uma questão de democracia e de justiça social."
Espere um pouco. Mulheres que vivem sob um "governo feminista" não deveriam, no mínimo, poder sair de casa sem medo de serem vítimas de ataques sexuais?
Foram registrados pela polícia sueca em 2017, 22 mil boletins de ocorrência de crimes sexuais, entre eles 7370 estupros, de acordo com o Conselho Nacional Sueco de Prevenção ao Crime (Brottsförebyggande rådet, também conhecido como Brå). Os dados acima correspondem a uma média de 20 registros de estupros por dia, configurando o dobro de casos se comparados a 2005. E esses são somente os estupros registrados. Em 2012, por exemplo, foram prestadas queixas à polícia de apenas 20% de todos os estupros, de acordo com o Brå.
Diferentemente do que a mídia sueca vem incutindo por anos a fio, que a maioria dos estupros ocorre entre quatro paredes e que as vítimas conhecem o estuprador, a grande maioria dos estupros é, na realidade, cometida na esfera pública por homens que nunca viram suas vítimas, segundo o Brå. Dos 842 homens condenados por estupro ou tentativa de estupro nos últimos cinco anos, observa um relatório elaborado porSvt Nyheter (TV sueca) que 58% eram estrangeiros, vindos do Oriente Médio e Norte da África, regiões do sul da África e outros lugares fora da Europa. Quando se trata de homens condenados por tentativa de estupro, bem como de estupro violento, em que a vítima e o agressor não se conheciam, 80% dos homens nasceram no exterior e 40% se encontravam na Suécia há um ano ou menos que isso.
Fazer com que a polícia aceite registrar uma ocorrência de uma tentativa de estupro contra uma mulher é, na melhor das hipóteses, complicado, o que por si só já é um sinal que há algo podre no reino "feminista" da Suécia.
Na pequena cidade de Deje, região central da Suécia, por exemplo, um migrante afegão, que mora no centro para imigrantes na cidade, não faz muito tempo atacou, esfaqueou e tentou estuprar Mikaela Blixt quando ela levava seu cachorro para passear, isso em plena luz do dia.
Primeiro o agressor deu um chute no cachorrinho de Blixt que com a violência do pontapé foi lançado para o alto, na sequência ele jogou Blixt ao chão e cortou o quadril dela com uma faca. Ela conseguiu fugir e levar o pet para casa. Aterrorizada e sangrando, ela tentou lavrar um boletim de ocorrência.
A empreitada foi algo como trocar o pneu com o carro em movimento. Quando Blixt ligou para o que seria o nosso "190", a polícia se recusou até a falar com ela. Eles disseram a ela que, como o ataque não estava mais em andamento, ela teria que ligar para o número não emergencial. "Se você quiser denunciar o ataque, é necessário aguardar na linha, há muita gente na fila", avisou a policial, segundo Blixt. Após passar quase o dia todo tentando ligar em vão para falar com a polícia, ela resolveu ir no dia seguinte até a delegacia de polícia mais próxima na cidade vizinha, onde, 24 horas após o ataque, a polícia finalmente lavrou o boletim de ocorrência.
Após a ida de Blixt à delegacia, ela se deparou com uma prova do ataque sexual pendurada do lado de fora do centro para imigrantes: a calça que o agressor usava tinha sido lavada e pendurada para secar, mas ainda poderia ter traços de sangue. Ela avisou a polícia, mas os policiais não tinham tempo disponível naquele dia para apreender a evidência. A bem da verdade, segundo Blixt, a polícia não fez nada, muito embora ela soubesse onde o agressor vivia e que poderia facilmente identificá-lo.
Blixt escreveu contando o que aconteceu em uma página da comunidade local no Facebook, na tentativa de entrar em contato com outra mulher, que tinha sido estuprada naquela região duas semanas antes. A postagem de Blixt foi compartilhada milhares de vezes, o que levou a polícia a entrar em contato com Blixt e adverti-la que ela estava prejudicando a investigação em andamento, que, ao que tudo indicava, não estava nem minimamente em andamento. A polícia também se recusou a divulgar uma descrição do criminoso, alegando, de maneira incompreensível, que o perpetrador poderia "dificultar ainda mais" a investigação.
Ainda que a polícia, segundo pressuposto, não tivesse tempo nem recursos para lidar com essa tentativa de estupro, os policiais apareceram sim e, com uma bela força policial, quando 80 cidadãos de Deje se concentraram para participar de uma manifestação em solidariedade a Blixt e "contra a violência". Duas viaturas de polícia e um policial à paisana vieram monitorar a manifestação pacífica e, uma vez terminada, acusaram o organizador de perturbação da ordem pública. Ao que parece, ele não pediu licença para realizar a manifestação. A polícia sueca não se incomoda com migrantes estupradores, mas não tolera manifestações pacíficas sem que tenha sido avisada com antecedência.
O influente órgão de imprensa sueco Expressen queria entrevistar Blixt mas, segundo ela, só com a condiçãodela não mencionar que o agressor é um migrante afegão.
O preocupante é que a polícia parecia tão desinteressada em achar e prender o estuprador, pelo menos até que o caso dela viralizasse no Facebook. Passada apenas uma semana do episódio do ataque a Blixt, três mulheres na cidade vizinha de Karlstad foram estupradas na mesma noite. No dia seguinte, a quarta mulher foi vítima de uma tentativa de estupro.
O fato da polícia não priorizar casos de estupro como esses não é nenhuma novidade. Em setembro de 2017, a polícia sueca reconheceu que não têm mão-de-obra suficiente para resolver casos de estupro, mesmo nos casos que eles sabem quem é o estuprador.
Causa espécie, portanto, que a polícia não só disponha de recursos suficientes para dispersar pessoas que participam de manifestações pacíficas, mas também pessoas que supostamente cometam crimes de pensamento. Em outubro, Christopher Larsson, parlamentar do Partido Democratas Suecos (SD) na cidade de Karlskrona, foi acusado de "incitar o ódio" ("hets mot folkgrupp") por ter escrito o seguinte na página do SD no Facebook:
"Sexta-feira é um dia de pesar, quando o minarete soará pela primeira vez em Karlskrona com 'Alá é o maior', é a mesma coisa que 'Allahu Akhbar' que os islamistas gritam quando se explodem".
Magnus Manhammar, membro do parlamento dos Sociais-democratas, registrou queixa na polícia contra Larsson. Os Sociais-democratas, partido que efetivamente ainda governa o país, pelo fato da Suécia não ter conseguido formar um novo governo desde as eleições de setembro, até emitiu um comunicado à imprensa no qual ressalta que a postagem de Larsson no Facebook "liga a minarete ao terrorismo ". De acordo com o promotor, a postagem de Larsson "identifica os muçulmanos como culpados, descrevendo-os como terroristas e opressores de mulheres, alegando que suas visões são medievais".
Aliás, não só as mulheres, como também quase um em cada três suecos não se sente seguro na Suécia,conforme mostra uma nova enquete que perguntou a 6.300 suecos o quão seguros eles se sentiam em suas casas e comunidades. Surpreendentemente, quando o jornal que realizou a enquete pediu à psicóloga Siri Helle que explicasse o resultado da estatística, ela disse que as pessoas estavam apenas "com medo do escuro": "Vivemos em um dos países mais seguros do mundo e nunca estivemos tão seguros quanto agora".
O que seria interessante perguntar é: o que está acontecendo com a Suécia?
Judith Bergman é colunista, advogada e analista política, também é Ilustre Colaboradora Sênior do Gatestone Institute.

É realmente nossa tarefa trazer paz as nossas comunidades?

Mez McConnell02 de Janeiro de 2019 - Práticas da Igreja
“Informa-se o justo da causa dos pobres, mas o perverso de nada disso quer saber”. (Provérbios 29: 7)
“Shalom” tornou-se um termo popular em certos círculos evangélicos, particularmente em torno de todo o debate "justiça para os oprimidos". O que exatamente queremos dizer com a palavra Shalom? Tim Keller certamente escreveu mais sobre isso do que você possa imaginar, há também um interessante (e excelente) livro de Greg Gilbert e Kevin De Young intitulado "Qual a Missão da Igreja"? Claro que todas as posições na discussão têm seus simpatizantes e seus detratores.
Mais importante do que os pastores americanos, o que a Bíblia ensina? Por exemplo, lemos, em Efésios 2.14, que "ele é nossa paz" referindo se a Cristo. Em Números 6.24-26 e Isaías 9.6 descobrimos que o Senhor é o nosso Shalom, em Isaías 9.2 é usado no contexto da luz, em Ezequiel 37.26 é usado em conexão com uma futura bênção espiritual. Curiosamente, Shalom aparece no hebraico cerca de 250 vezes, mas nenhuma vez no NT. No entanto, ele tem um equivalente grego, “eirene” (eye RAY nay). A palavra “irênica”, na linguagem moderna, significa pacífica, nós a encontramos em Lucas 2.14, Atos 10.36 e Romanos 1.7 onde é usada como saudação. Em Filipenses 4.7 é usada para abençoar o povo de Deus. Das noventa vezes usada no NT é empregada quase da mesma maneira que Shalom é usado no AT.
Mas não podemos parar por aí. Shalom também é usado de formas incomuns. É mencionado no contexto da guerra em 2Samuel 11.7, derrubando as torres em Juízes 8. 9 e em termos de castigo em Isaías 53.5. É uma palavra difícil de entender, se formos honestos, por ter um significado muito amplo nas Escrituras, sempre tento ser cauteloso quando as pessoas insistem em um significado imperativo e procuram particularizá-lo e aplica-lo unicamente ao debate em torno dos pobres e dos oprimidos.
Tim Keller definiu shalom da seguinte maneira:
“O entrelaçamento de Deus e do homem com toda a criação para criar prosperidade e inteireza universais. Vemos, no Salmo 104, que Deus fez o mundo como uma vestimenta com bilhões de entidades tecidas para compor a beleza de tudo o que foi criado. O pecado entrou e rasgou todo o tecido”.
Em outras palavras, o shalom precisa de revisão, ele vai além e aponta três tipos de shalom:
1. Shalom Físico
Quando todas as partes se encaixam em um corpo, entendemos como "Shalom Físico". Então, por exemplo, se você tem câncer, você experimenta uma perda desse shalom físico.
2. Shalom Psicológico
Quando a mente, a consciência e as paixões me dizem para fazer alguma coisa e eu a faço, eu experimento o shalom psicológico. Quando queremos fazer alguma coisa e a consciência diz “não”, e mesmo assim fazemos, nós perdemos o shalom psicológico.
3. Shalom Social
Quando aqueles que têm afinidades estão lidando com sinergia em toda a comunidade, podemos perceber que há uma interconexão, no entanto, isso se quebra quando as pessoas se sentem excluídas da sociedade, eles estão, de fato, experimentando uma ruptura no shalom social.
Agora, é muito claro que existe um colapso do shalom, como definido por Keller, na comunidade de Niddrie, sem qualquer dúvida. Certamente, não é preciso ser um gênio teológico para traçar a linha desde o pecado original até os efeitos terríveis, físicos, psicológicos, sociais e cosmológicos que isso causou ao nosso mundo. A verdadeira questão surge quando perguntamos: "o que devemos fazer com o colapso do shalom em nossas comunidades?" Devemos simplesmente ignorar os acontecimentos ao nosso redor, como alguns fazem, e apenas proclamar o evangelho de Jesus Cristo? Ou devemos buscar o bem-estar de nossa comunidade, procurando maneiras de aliviar a dor e restaurar parte do shalom aos nossos vizinhos? Como igreja nós não deveríamos estar procurando tornar Niddrie um lugar mais seguro, mais feliz e mais pacífico para se viver? Ou não deveríamos procurar permanecer fiéis à grande comissão que nos encarrega de pregar a Cristo e de fazer discípulos? Existe uma forma satisfatória de se fazer isso?
Essas perguntas não são novas para as pessoas que leem meus escritos regularmente. Temos que afirmar, em primeiro lugar, que o NT não nos oferece nenhuma ordem direta em relação a agirmos no sentido de reparar qualquer um dos "shaloms" acima. Timóteo, por exemplo, foi desafiado a continuar pregando a Palavra “a tempo e fora de tempo”. Em Efésios, lemos que o principal dom dado à igreja; pregadores, mestres, apóstolos etc., eram todos ministérios baseados na Palavra. Em Judas somos desafiados a batalhar pelo evangelho, Romanos é claro em mostrar que é apenas o evangelho que tem o poder de transformar qualquer crente e, portanto, por consequência, a sociedade. Então a resposta, certamente, é pregar o evangelho em primeiro lugar. Sim, nós nos importamos um com o outro, nós nos amamos, nós nos alimentamos e abrigamos os "estrangeiros" (aqueles que estão fora da comunidade da aliança), mas isso é resultado de corações que expressam a fé através do amor (Gálatas).
Por exemplo, em Niddrie, eu prego Cristo para o Sr. X, que tem uma história de alcoolismo, roubo e maltrata sua parceira. Ele vem a Cristo. O que acontece?
1. Seu shalom físico começa a melhorar sob a influência do Espírito Santo quando ele para de envenenar seu corpo.
2. Seu shalom psicológico melhora quando ele dobra os joelhos ao Rei Jesus e procura viver sob seu governo.
3. O shalom social entra em ação quando ele para de abusar de seus vizinhos, arrombar casas na comunidade, roubar da loja local, bater em sua parceira e atormentar seus filhos. Em vez de contribuir para o colapso do shalom social, ele começa a se tornar uma força do bem.
Todas essas coisas são resultado da obra do Espírito Santo na vida de uma pessoa que ouviu a Palavra de Deus proclamada em primeiro lugar, é o evangelho acima de tudo. Então o shalom não vem como resultado de evangelismo pessoal, mas como uma prova do Espírito de Deus agindo em uma pessoa e em uma comunidade. Certamente temos que orar pelo shalom de nossas comunidades, mas precisamos nos lembrar que sem um retorno à proclamação fiel e destemida do evangelho, esses lugares e pessoas permanecerão nas trevas; perdidos e destruídos, afinal, é por isso que temos tantos problemas em nosso país hoje, não faltam agências de assistência social e organizações eclesiásticas que oferecem todo tipo de ajuda social, mas a necessidade mais profunda, no entanto, é o crescimento e estabelecimento de igrejas centralizadas no evangelho, nas quais as pessoas possam verdadeiramente crescer e florescer espiritualmente para o benefício de suas comunidades particulares.

Tradução: Paulo Reiss Junior.                                                              
Revisão: Filipe Castelo Branco.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Como o socialismo quase destruiu os peregrinos, os primeiros colonizadores evangélicos dos EUA

Eddie Hyatt
Muitos anos antes do socialismo provocar o colapso do Império Soviético e devastar a nação da Venezuela, as incompetências do socialismo foram demonstradas aqui mesmo em solo americano. Os peregrinos (evangélicos que foram os primeiros a habitar os EUA) que desembarcaram em Cape Cod, no outono de 1620, inicialmente tentaram um tipo de vida comunitária, mas a dissolveram quando se tornou óbvio que sua comunidade não conseguiu sobreviver com tal sistema (Hyatt, Pilgrims and Patriots, 36-38).

Os peregrinos experimentam a dor do socialismo

A jornada dos peregrinos para a América foi financiada por um grupo de capitalistas de risco que forneceu o navio e suprimentos para sua jornada ao Novo Mundo. Em troca, os peregrinos concordaram em viver comunitariamente com todos, recebendo a mesma recompensa pelo seu trabalho, e com tudo acima de suas necessidades básicas indo para um fundo comum a ser usado para pagar seus credores.
William Bradford, que serviu como governador de Plymouth por muitos anos, contou dos desafios desse sistema socialista. Os homens jovens, ele disse, se ressentiam de receber o mesmo que os homens mais velhos, quando faziam muito mais do trabalho. Como resultado, eles tendiam a ficar relaxados, pois sabiam que receberiam o mesmo, não importando o quanto trabalhassem.
Os homens mais velhos sentiam que mereciam mais honra e recompensa por causa de sua idade e se ressentiam de receber o mesmo pagamento que os jovens no meio deles. Como todos recebiam o mesmo, não importando o quanto trabalhassem, as mulheres muitas vezes se recusavam a ir para o campo para trabalhar, reclamando de doenças e dores de cabeça. Obrigá-las a ir, disse Bradford, teria sido considerado tirania e opressão.
Esse sistema socialista desencorajou o trabalho e a inovação e criou uma atmosfera em que as brigas aumentavam. Quando se tornou óbvio que a escassez e talvez a fome seriam o destino deles, Bradford e os líderes da colônia decidiram fazer uma mudança. Depois de muita oração e discussão, eles decidiram dispensar aquela parte do acordo com seus credores que exigia que eles vivessem comunitariamente até que sua dívida fosse paga.

Eles experimentam os ganhos da livre empresa

De acordo com Bradford, eles então dividiram a terra ao redor deles, distribuindo a cada família certa porção que seria deles para trabalhar e usar para suas próprias necessidades. Bradford disse que houve uma mudança imediata. Os jovens começaram a trabalhar muito mais porque agora sabiam que comeriam o fruto de seus próprios trabalhos.
Não houve mais queixas dos homens mais velhos pela mesma razão. E agora as mulheres eram vistas indo para os campos para trabalhar, levando as crianças consigo, porque sabiam que elas e suas famílias se beneficiariam pessoalmente.
Em vez de faltar comida, cada família agora produzia mais comida e milho do que precisavam, e começaram a trocar entre si por móveis, roupas e outros bens. Eles também tinham excesso suficiente para negociar com os índios por peles e outros itens. Em resumo, a colônia começou a prosperar quando se livrou de sua forma de governo socialista e implementou um sistema empresarial livre.
De sua experiência com o socialismo, Bradford escreveu:
Descobriu-se que esta comunidade [socialismo] gerou muita confusão e descontentamento e retardou muito o emprego que teria sido em seu benefício e conforto… e mostrou a vaidade desse conceito de Platão, e aplaudido por alguns nestes últimos tempos, que a tomada de propriedade e unificar tudo em comunidade os faria felizes e prósperos; como se eles fossem mais sábios que Deus (Hyatt, Pilgrims and Patriots, 38).

Cristianismo e Capitalismo

Bradford acreditava que o socialismo não funcionava porque contrariava a vontade de Deus para a humanidade em um mundo caído. Por causa do estado caído da humanidade, não se pode esperar que ele trabalhe sem recompensa. Nas Escrituras, Deus recompensa os indivíduos por seu trabalho e boas obras. O capitalismo funciona porque é compatível com a realidade da natureza humana e do mundo em que vivemos.
Para o capitalismo ter pleno sucesso, porém, ele deve funcionar em um ambiente cristão forte. Caso contrário, os fortes e poderosos pisarão nos fracos e nos pobres. O capitalismo funcionou para os peregrinos porque eles eram pessoas compassivas que cuidavam daqueles que estavam no meio deles quando estavam doentes, feridos ou incapazes de trabalhar.
O verdadeiro Cristianismo traz uma compaixão que ajuda os fracos e pobres, sem nenhum programa governamental que destrói a iniciativa. Isso é o que aconteceu na igreja primitiva e é o que aconteceu com os peregrinos, que queriam imitar essa igreja.

Socialismo Deifica o Estado

O socialismo moderno está enraizado no marxismo, onde a fé em Deus é substituída pela fé no governo. O Estado é deificado e se torna o tudo em todos para a sociedade. As pessoas são ensinadas a olhar para o governo para resolver todos os problemas e atender a todas as necessidades. Isso, por sua vez, requer uma elite governante, como o antigo politburo soviético, que controla todas os aspectos da sociedade, e é por isso que Walter Williams, professor de economia na Universidade George Mason, diz: “O socialismo é apenas outra forma de tirania.”
No pensamento marxista/socialista, a fé em Deus é vista como um inimigo do Estado. É por isso que, durante o século XX, milhões de cristãos foram presos e condenados à morte em regimes socialistas/comunistas como a China, o Camboja, Cuba e a União Soviética. O deus do socialismo é um deus ciumento e não tolerará rivais.
O socialismo tem um histórico terrível, o que torna incrível que muitas das gerações mais jovens o estejam aceitando. Observando que o socialismo tem sido mantido vivo nos ambientes isolados das universidades, Thomas Sowell opinou: “O socialismo em geral tem um histórico de falhas tão flagrantes que somente um intelectual conseguiria ignorá-lo ou evitá-lo.”

A responsabilidade Cristã

Jamais esquecerei minha visita à Europa Oriental logo depois da queda do Império Soviético. Fiquei impressionado com o ambiente cinzento e monótono. Até os prédios pareciam tão simples, planos e sem brilho. Era óbvio que o sistema marxista havia roubado as pessoas da vida, energia e criatividade. Lembro-me aqui das palavras de Winston Churchill: “Os que não aprendem com a história estão condenados a repeti-la.”
Como cristãos, nossa responsabilidade é chamar as pessoas a Cristo e ajudá-las a viver seu Cristianismo no mundo real. Viver nosso Cristianismo significa uma vida de responsabilidade, sem buscar esmolas do governo, mas trabalhando e prosperando de uma forma que possamos dar uma mãozinha aos que estão em necessidade. Desejamos o melhor para o maior número de pessoas, e é por isso que devemos rejeitar a visão contemporânea de um sistema socialista imposto pelo governo nos EUA.
Traduzido por Julio Severo do original em inglês da revista Charisma: How Socialism Very Nearly Destroyed the Pilgrims
Leitura recomendada:
CIA dando armas para islâmicos que estão estuprando e matando cristãos na Síria

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Oportunidade em meio ao secularismo

Collin Hansen10 de Outubro de 2018 - Apologética
Poderia o surgimento dos “Nones” – aqueles que não reivindicam religião quando questionados por pesquisadores – ser bom para algumas igrejas? Essa é a postura de muitas igrejas históricas cujas fileiras foram mais atingidas por deserções. E elas podem até ter um argumento.
Entre as principais denominações históricas, nos Estados Unidos da América[i], estão a Igreja Episcopal, as Igrejas Batistas Americanas, a Igreja Metodista Unida, a Igreja Unida de Cristo, a Igreja Evangélica Luterana na América, a Igreja Presbiteriana (EUA) e a Igreja Cristã (Discípulos de Cristo). Essas denominações foram incapazes de conter sua perda de membros. A tendência remonta, em alguns casos, ao ápice dessas denominações históricas, na década de 1960. Em 1972, essas denominações representavam 28% de todos os americanos. Essa participação diminuiu para 12,2% até 2014. Diante desse cenário, você poderia esperar que essas igrejas estivessem em pânico. Mas e se elas, na verdade, estiverem tendo sucesso em sua missão enquanto vão diminuindo? E se essas denominações tivessem perdido seus bancos cheios para “ganhar o mundo”?
Muitas igrejas protestantes históricas, há muito tempo, abandonaram a pregação do Cristo crucificado em favor dos pecadores, para engajar-se nas mais recentes causas sociais. Suas igrejas se esvaziaram, no entanto, suas ideias floresceram. Algumas dessas causas, especialmente a defesa do aborto e dos direitos dos homossexuais, tornaram-se provas da aceitação na elite social, acadêmica e política da América. De acordo com muitos desses principais líderes, o declínio na membresia da igreja era necessário para purgar elementos reacionários que resistiam a essa visão social progressista. Você pode economizar muito tempo na igreja catequizando os jovens quando descobre que o mundo pode fazer isso por você.
As denominações evangélicas (que se mantiveram fiéis à Bíblia), enquanto isso, recuaram novamente para as margens da sociedade. Você não ousaria, como professor universitário, declarar sua oposição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Você não pensaria em fazer carreira no Partido Democrata enquanto lutasse contra o aborto. As empresas “educadas” não querem que você perturbe suas reuniões com conversas sobre mortalidade, julgamento e vida após a morte. Pode parecer, então, que os verdadeiros evangélicos perderam a longa batalha pela alma protestante da América. Você teria muitas evidências, pelo menos na política e na mídia, para apoiar sua preocupação. Mas e se ambos os lados realmente atingiram seus objetivos?
Os Nones desertaram das igrejas históricas para o mundo, que agora reflete suas principais prioridades. As denominações evangélicas fiéis não sofreram a mesma perda de membros, apesar de perderem posição no mundo. De acordo com uma pesquisa do “Pew Research Center” em 2014, as denominações evangélicas fiéis perderam menos de 1% de sua participação na população americana entre 2007 e 2014, enquanto os protestantes históricos perderam 3,4%. Perdas na Convenção Batista do Sul foram significativas, mas não tão severas quanto em outras grandes denominações. Enquanto isso, as Assembleias de Deus evangélicas / carismáticas continuam a crescer na quantidade de membros. Enquanto a linha histórica ganhou o mundo, os evangélicos fiéis à Bíblia ganharam a igreja.
No entanto há um problema real para ambos os lados. O mundo não vai, de repente, parar de mudar. E o mundo não precisa mais dos protestantes históricos. Eles estão fora de moda e em declínio em comparação com os jovens Nones que descartam o dogma. Enquanto isso, o mundo não deixará os evangélicos, que se mantém fiéis às Escrituras, em paz, porque os Nones se incomodam com qualquer influência persistente da religião organizada. A forma como os evangélicos fiéis respondem determinará se eles vão acompanhar as igrejas históricas no declínio de sua membresia.

Sem Ilusões

Pelo menos desde 1980, muitos evangélicos, que se mantêm fiéis às Escrituras, têm a ilusão de que representavam uma maioria silenciosa, mas dedicada, que estava comprometida em defender a moral bíblica nos Estados Unidos. Essa teoria começou a se desfazer em 2006, quando o presidente George W. Bush perdeu sua maioria no Congresso. E foi totalmente desfeita em 2016, quando a direita religiosa não pôde concordar com um certo candidato.
Se você mora em uma grande cidade, você provavelmente já tenha perdido a esperança em que o mundo apoie sua fé. Você nunca poderia contar com o apoio de vizinhos que não compartilham de suas crenças bíblicas. Em razão disso, então, você percebe o desencanto de alguns evangélicos que simplesmente se desapegam dessa preocupação.
“Era comum que tanto os crentes “dedicados” quanto os crentes “em cima do muro” – cristãos nominais, pessoas que se identificavam como cristãos, iam à igreja esporadicamente, pessoas que certamente respeitavam a Bíblia e o cristianismo – fossem a grande maioria das pessoas e que acabaram criando uma espécie de “Cultura da Cristandade”, disse Tim Keller, pastor da Igreja “Redeemer Presbyterian Church”, a um grupo de jornalistas em 2014. “O crente ‘em cima do muro’ costumava ser mais identificado com a devoção. Hoje está mais identificado com o secular, e nada mais”.
O editor de religião, de longa data, da “Newsweek”, Kenneth L. Woodward, diz que não vê uma corrida em grande escala em direção ao secularismo nesse declínio. Ele não espera que os Estados Unidos adotem o secularismo da mesma forma que foi adotado pela Europa, isso porque o número de americanos religiosamente devotos teve apenas um ligeiro declínio ao longo das décadas. “A explicação mais provável é que a religião institucional esteja experimentando um efeito tardio de uma limpeza”, escreve Woodward. Se esta teoria estiver correta, então os evangélicos perderam uma coisa que na verdade não significa nada – a ilusão de que exerciam uma grande influência. No entanto, eles perderam algo mais que poderia importar muito – a proteção dos aliados de suas convicções teológicas. Essas alianças alertavam os governos contra a restrição da liberdade religiosa de cristãos, igrejas e organizações sem fins lucrativos. Essas alianças mantinham juntas a primazia do núcleo familiar – um homem e uma mulher casados e dedicados ao bem-estar de seus filhos. Em um nível pessoal, isso significava que você geralmente conhecia os valores dos vizinhos no seu quarteirão, mesmo se você tivesse ouvido um sermão diferente no domingo.
Os evangélicos sobreviverão a essas mudanças, mas precisaremos de coragem e convicção para manter nossa própria casa em ordem quando não pudermos contar com reforços de fora da nossa família de fé. Não será fácil, mas temos todos os motivos para acreditar que Deus será fiel.

Pureza e Dignidade

A fé evangélica deve estar bem equipada para prosperar mesmo em tal situação. Não é completamente diferente do mundo mediterrâneo multicultural do Novo Testamento, onde a jurisprudência romana, a filosofia grega e várias escolas de pensamento judaicas competiam por influência. O apóstolo Pedro expõe dois elementos-chave da próspera fé evangélica em sua primeira epístola: “Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma, mantendo exemplar o vosso procedimento no meio dos gentios, para que, naquilo que falam contra vós outros como de malfeitores, observando-vos em vossas boas obras, glorifiquem a Deus no dia da visitação”. (1Pe 2.11–12).
Pedro recomenda a pureza dentro da igreja e a dignidade fora da igreja. Você não verá Pedro explicando ou revisando a ética sexual intransigente do Antigo Testamento. As paixões da carne fazem guerra contra as nossas almas e não devemos nos render. Tal resistência requer maiores recursos espirituais do que o protestantismo histórico “em cima do muro” poderia reunir. Os pais não podem esperar que a mídia, as escolas públicas ou o governo façam seu trabalho difícil catequizando seus filhos, ou os pais catequizam os filhos ou o mundo os estará catequizando para você.
No verão passado, eu estava conversando com uma colega jornalista, sobre a perda da liberdade religiosa em meio à ascensão do secularismo e ao declínio do  “em cima do muro”. Eu disse que não estava preocupado com restrições ao discurso ou com as assembleias nas igrejas locais, em parte porque as coalizões políticas e as complicações da imposição tornariam isso impossível. Eu admiti, porém, que estou preocupado com nossos filhos. Nós conversamos apenas um mês depois que o governo Obama anunciou que todas as escolas públicas devem permitir que as crianças usem banheiros que correspondam à sua “identidade de gênero” e não ao sexo em sua certidão de nascimento. Que tragédia seria se nossos filhos crescessem, em relação à moralidade bíblica, como uma ameaça à sociedade americana. Então minha colega jornalista detonou uma bomba.
“E se forem os nossos próprios filhos os que finalmente se voltarão contra nós?” Ela perguntou.
Eu tinha que admitir a plausibilidade de sua preocupação. Não foi esse o padrão nas tentativas anteriores de extinguir a igreja? Mas mesmo esse cenário apocalíptico não estava fora do alcance de Pedro. Não podemos controlar nem mesmo os pensamentos e valores de nossos filhos. Ao criá-los na disciplina e admoestação do Senhor (Ef 6. 4), nós estamos nos comportando com honra. Mesmo que nossos próprios filhos se levantem para nos chamar de malfeitores, Pedro diz que eles verão nossas boas ações e glorificarão a Deus no dia da visitação.

Significado e Senso de pertencer

A ascensão dos “Nones” e do secularismo, ao longo do declínio do “Evangelho em cima do muro”, representa um desafio que muitos evangélicos americanos nunca haviam enfrentado. Em uma cultura que reforçava amplamente os valores cristãos, a pureza não precisava distinguir a igreja. E se não nos considerássemos estranhos à cultura, não precisaríamos refletir, tampouco, sobre como nosso comportamento digno nos diferenciaria.
O mundo realmente se afastou da igreja, mas ainda não descobriu alternativas melhores ou respostas definitivas. “Sem sequer valores sem consistência para guiá-los, os jovens se perderão na busca de sentido e identidade”. Woodward explica.
Em vez de se definirem por meio de relacionamentos formados em família, vizinhança, igrejas, escolas e professores, os jovens imaginam – e são culturalmente encorajados a acreditar – que a forma de crescer é descobrir, nutrir e expressar um resultado originado internamente, autêntico, independente de relacionamentos institucionalmente estruturados.
Os valores protestantes, das denominações históricas, ajudaram a produzir um mundo que acredita que não precisa da igreja. Mas esse mundo ainda não encontrou nada fora de si mesmo que proporcione significado ou senso de pertencer. Que oportunidade incrível, então, para a igreja evangélica fiel se tornar um refúgio para os órfãos da modernidade.
Nas boas novas da morte e ressurreição de Jesus, os pecadores de todos os tempos, lugares e gerações encontram comunhão com Deus em Cristo e comunhão com seu corpo, a igreja. Se perdermos o “crente em cima do muro”, mas recuperarmos o nosso testemunho profético, a próxima geração ainda poderá produzir os anos mais frutíferos da igreja americana.
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[i] N.E.: Este texto foi publicado pelo autor considerando o contexto americano, porém nós, do Voltemos ao Evangelho, cremos que seu ensino geral é importante tambémpara o nosso contexto.

Tradução: Paulo Reiss Junior.
Revisão: Filipe Castelo Branco.

quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Jornalistas e "intelectuais" APAVORADOS com a onda CONSERVADORA





CHEGA DE COMUNISMO. CHEGA DESSA IDEOLOGIA FALIDA, MISERÁVEL, DESTRUIDORA E ASSASSINA. O BRASIL É DAS PESSOAS DE BEM. O BRASIL É DO SENHOR JESUS.