O CATOLICISMO ROMANO É PAGÃO
PARTE 2
CONTINUAÇÃO
PARTE 2
CONTINUAÇÃO
11º) 1095 d.C., Indulgências Plenárias.
REFUTAÇÃO:
Esse ensino vem do paganismo e, a ideia por trás dela é de
que a flagelação, a recitação de fórmulas ou peregrinações a santuários e sacrifícios feitos aos deuses são MERITÓRIOS. Acreditar que rezar tantas ave-marias ou beijar o crucifixo e repetir uma fórmula pode reduzir o sofrimento no purgatório, algo que o sacrifício de Cristo na cruz não pôde anular, é terrível.
Von Dolinger disse: “[Augostino] Trionfo, comissinado por João XXII para expor os direitos do papa, mostrou que, como despenseiro dos méritos de Cristo, ele poderia esvaziar o purgatório num instante, e tirar com as suas indulgências todas as almas que lá estão detidas, com a única condição de que alguém cumprisse as regras estabelecidas para receber tais indulgências”5
E, Will Durant, um dos maiores historiadores que o mundo
conheceu, afirma:
“Quase tão mercenária quanto à venda de indulgências era a
aceitação ou solicitação, pelo clero, de dinheiro, pagamentos, concessões, legados para rezarem missas, as quais supostamente reduziriam o tempo de sofrimento das almas no purgatório. Grandes somas eram destinadas a esse fim pelas pessoas piedosas, seja para aliviar um parente que havia falecido ou para abreviar ou anular a sua própria provação no purgatório após sua morte. Os pobres se queixavam de que
devido à sua incapacidade de pagar por missas e indulgências, os ricos e não os humildes é que herdariam o reino do céu...”6
Roma vem praticando o mal a fim de acumular sua riqueza, pois a “taça de Ouro”, na mão da meretriz de apocalipse, está
cheia de “Abominações”, ou seja, pecados, violência, sangue dos cristãos verdadeiros derramado pela “santa igreja do pau oco romana”. A maior parte de seus tesouros foi conquistado pela venda de salvação. Incontáveis bilhões de dólares são pagos por pessoas que pensam estar comprando o céu, à prestação, para si ou algum parente preso no “purgatório”. Quando o cardeal Cajetan, estudioso dominicano do século XVI, queixou-se da venda de perdões e indulgências, a
hierarquia da Igreja Católica Pagã ficou indignada e acusou-o de querer “tornar Roma um deserto inabitado, reduzir o papado à impotência, privar o papa...de fontes de recursos indispensáveis ao desempenho do seu ofício”7
Como se isso não bastasse, há várias outras abominações
ligadas a “santa Igreja” do pau de galinheiro. Práticas
bancárias corruptas, lavagem de dinheiro do narcotráfico, venda de seguros fraudulentos e negócios com a Máfia (fartamente documentados pela polícia e nos registros cíveis). Nino Lo Bello, ex-correspondente da revista Business Week em Roma e chefe do escritório do New York Journal of Commerce em Roma escreve que o Vaticano está de tal modo aliado à Máfia na Itália, que “muitas pessoas...crêem que a Sicília...é nada mais do que um sustentáculo do Vaticano”8
Além das vítimas da Inquisição, os huguenotes, albigenses,
valdenses e outros cristãos fiéis as Escrituras Sagradas foram
massacrados, torturados e queimados às centenas de
milhares por Roma. Por razões de consciência eles quiseram
seguir os ensinos do Senhor Jesus sem depender de Roma, e
por esse crime foram amaldiçoados, caçados, aprisionados,
torturados e assassinados. Os valdenses afirmavam o direito
a fonte de toda autoridade eclesiástica. Reuniam-se em casas
de família ou mesmo em grutas, clandestinamente, devido à
O herege dos hereges papais, de longe, foi João XXII.
Ele publicou uma vasta lista de crimes e pecados graves,
Ele publicou uma vasta lista de crimes e pecados graves,
juntamente com o preço individual de cada um dos delitos.
Claro, delitos que, apenas ele, como “vigário de Cristo na
terra” e cabeça da “única igreja verdadeira”, poderia absolver
os transgressores. A doutrina favorita desse pagão romano é a
mesma pregada por muitos “Evangélicos” atuais: “Jesus
Cristo e Seus apóstolos teriam sido homens de grande
riqueza”. Durante seu reinado papal, entregou mais de 114
franciscanos à Inquisição, os quais foram consumidos pelas
chamas por causa da heresia de viverem propositadamente
na pobreza, como Cristo havia feito.
Hoje, no meio evangélico, esse sistema meritório pagão é usado por pastores como Silas Malafaia, Morris Cerullo, etc; disfarçado de “SEMENTE DE FÉ” = OFERTA DO FIEL. Quanto maior sua oferta, maior sua fé e maior sua benção. A BÍBLIA NÃO ENSINA ISSO. A salvação e todas as bênçãos que a acompanham, são pela graça de Deus (Ef 2.8,9).
12º) 1215 d.C., A Transubstanciação é
Transformada em Artigo de Fé.
REFUTAÇÃO:
Bem, essa heresia católica merece muito comentário.
Inicialmente, caso o pão se tornasse realmente o corpo de
Cristo quando abençoado pelo sacerdote, seria canibalismo e,
a Bíblia não ensina isso. Da mesma forma, a Santa Ceia no
meio evangélico NÃO TEM PODER ALGUM DE OPERAR MILAGRES NO FIEL. Jesus disse para ceiar EM MEMÓRIA DELE (Lc 22.19,20). Logo, o maior privilégio da ceia é lembrar que Jesus morreu e ressuscitou por nós, que Ele é nossa Páscoa, nosso cordeiro (Jo 1.29). Vejamos o ensino católico sobre a Ceia do Senhor:
O SACRIFÍCIO DA MISSA
Para o Catolicismo é na missa que o sacrifício de Cristo é
perpetuado. Por meio da transubstanciação, que apenas o
sacerdote católico pode executar, afirma-se que o corpo e sangue de Jesus Cristo estão presentes sobre o altar, manifestos de forma real e substancialmente sob a aparência de pão e vinho, para oferecer a Si mesmo no sacrifício da missa e ser recebido como alimento espiritual na sagrada comunhão. Ao por nós, Cristo bradou na cruz: “Está consumado”(Jo 19.30). Mas, infelizmente, para os católicos ainda não está totalmente consumado. O sacrifício de Jesus continua sendo repetido vezes sem fim nos altares católicos pelo mundo todo. Toda vez que a missa é oferecida, o sacrifício de Cristo é repetido. A missa é chamada de sacrifício propiciatório no qual o próprio Cristo se oferece pela salvação do mundo inteiro e, a obra de nossa redenção é completada. O escritor aos Hebreus, afirma que Cristo se ofereceu uma ÚNICA VEZ por todos (Hb 7.26,27).
As Escrituras são claras ao afirmar que Cristo se ofereceu uma
única vez para sempre na cruz e que jamais precisa que esse ato seja repetido. A fé do cristão verdadeiro está no sacrifício
único de Jesus sobre a cruz. A “fé” do católica é depositada sobre a suposta capacidade de repetir-se o sacrifício em seus altares. Contudo, nem o papa sabe ou pode dizer quantas
repetições – missas -, são necessárias. Lembra, aqui, a heresia da reencarnação:
SALVAÇÃO POR OBRAS E INCONTÁVEIS
REENCARNAÇÕES QUE NENHUM YOGUE SABE QUANTAS PARA SE APERFEIÇOAR ATÉ VIRAR ESPÍRITO PURO OU ALCANÇAR O NIRVANA BUDISTA.
Em seus testamentos, os católicos inseguros de quantas
missas são necessárias, deixam grandes somas de dinheiro
para a “Santa Grei do pau Oco”, a fim de que sejam rezadas milhares de missas em seu favor para não demorar no purgatório quando morrer. Essa heresia traz INCERTEZA ao invés da total SEGURANÇA oferecida por Jesus nas Escrituras Sagradas (Jo 8.32,36; Rm 5.1; 8.1,2).
Devido ao suposto milagre que afirmam ocorrer na
transubstanciação, a hóstia que é ingerida na missa, é adorada como o próprio Cristo. Devoção igual é feita às hóstias adicionais que são consagradas e guardadas num tabernáculo (pequeno receptáculo em forma de caixa, coberto com um véu e próximo de uma luz sempre acesa). O devoto chega e reza diante das hóstias ali guardadas como se ao próprio Cristo, crendo estar em Sua presença. Madre Tereza expressou assim essa heresia:
“É tão bonito ver a humanidade de Cristo...em Seu
permanente estado de humildade no tabernáculo, onde Ele reduziu a Si mesmo a um pedaço tão pequeno de pão que o sacerdote pode segurar entre dois dedos”9
Uma grande hóstia é exposta para adoração, num Ostensório – vaso de ouro ou prata com um centro transparente para
exibir a hóstia. João Paulo II, o todo de Maria, aprovou com alegria a adoração perpétua, expondo o Santíssimo Sacramento na catedral de São Pedro em 1981 com a finalidade de ser adorado. Ele disse: “Como é grande o valor do diálogo com Cristo, no Bendito Sacramento. Não existe nada mais consolador na terra, nada mais poderoso, para seguir em frente na estrada da santificação”10
Essa mesma hóstia, guardada no Ostensório, em Saragoza – Espanha -, na festa anual de Corpus Christi, é carregada em procissões. Os moradores da localidade devem limpar as ruas por onde passará o sacramento, cobrir o chão de ramos e flores e colocar os melhores enfeites nas sacadas e janelas. Como é possível um único corpo tornar-se um milhão de corpos e cada um tomarem a forma de uma pequena hóstia, sendo que todas são literal e fisicamente Jesus Cristo, completo e inteiro? O que um espetáculo pagão desses, pomposo e cheio de ouro e jóias tem a ver com o Calvário?
Este dogma resulta em fanatismo e não em fé. O assassinato de judeus em Deggendorf, foi vingança por eles supostamente terem roubado e “torturado” uma hóstia consagrada. Não há como detectar nenhuma mudança real no pão e no vinho, mudados após a suposta consagração do sacerdote católico. Como eles podem ter certeza que esse “milagre” ocorreu? Assim como no restante dos dogmas antibíblicos, essa certeza vem somente de uma fé cega no que a Igreja pagã diz.
LITERALISMO OU SIMBOLISMO?
Quando se referia a Sua crucificação, Jesus disse aos judeus,
em João 6: “...o pão que Eu darei pela vida do mundo é a
minha carne. Disputavam, pois, os judeus entre si, dizendo: Como pode este dar-nos a comer a sua própria carne? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: se
não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o
seu sangue, não tendes vida em vós mesmos” (Jo 6.51-53). A
Bíblia deve ser interpretada literalmente quando se propõe a isso – mas não quando existe uma analogia ou um
simbolismo, ou então, quando o literalismo viola ou desfigura
os mandamentos de Deus. Quando Cristo, em Jo 6.35, diz que
quem vem a Ele jamais terá fome e o que crê Nele, jamais terá sede, NÃO ESTÁ DIZENDO QUE SEUS SEGUIDORES NÃO PRECISARIAM MAIS SE ALIMENTAR. Eles, os seguidores de Cristo, JAMAIS TERIAM FOME E SEDE ESPIRITUAIS! Logo, se fome e sede são, dentro do mesmo contexto, espirituais, o comer e o beber seu corpo e sangue,
TAMBÉM DEVEM SÊ-LO.
O Catolicismo insiste em que o devoto deve comer o corpo e
beber o sangue com frequência e, quanto mais missas forem
rezadas, melhor; mas, mesmo assim pessoa alguma pode
estar segura de que vai para o céu sem sofrer no purgatório.
O Código de Direito Canônico, cânon 904, diz: “Para lembrar que a obra da redenção é continuamente completada com o mistério do Sacrifício Eucarístico, os padres a celebram com frequência; de fato, a celebração diária é muito recomendada...”.11
As Escrituras Sagradas não dizem quantas vezes devemos
participar da Ceia do Senhor, seja mensalmente, diariamente,
etc. Crer em Cristo, é nas Escrituras um ato definitivo, feito por Ele de uma vez por todas na cruz. No exato momento que a pessoa crê em Cristo, ela recebe o perdão dos pecados e a vida eterna como um dom gratuito da graça de Deus. Jesus diz que é o pão vivo que desceu do céu e que, se alguém Dele comer, viverá eternamente. “...e o pão que Eu darei pela vida do mundo é a minha carne” (Jo 6.51). ONDE CRISTO DEU A SUA CARNE? Não foi na ceia, como diz o Catolicismo, MAS NA CRUZ.
No Judaísmo, desde sua origem, sempre foi proibido o comer
sangue (Lv 7.26,27; 17.10,11), e, no Novo Testamento, sob a inspiração do Espírito Santo, os apóstolos concluíram que aos crentes gentios deveria também ser necessário evitar o sangue (At 15.28,29). Logo, como judeu e cumpridor da Lei que Cristo era, JAMAIS IRIA ENSINAR QUE ALGUM SEGUIDOR SEU DEVERIA BEBER LITERALMENTE SEU SANGUE E NEM COMER SEU CORPO NUMA CERIMÔNIA CANIBALISTA. É mais do que claro, no texto, que Jesus se referia ao CRER NELE e, ilustrou isso com o símbolo de comida e bebida, algo TÃO ESSENCIAL A VIDA DO SER HUMANO.
Ele diz que o crer dá a vida eterna. Mas, afirma que apenas
quando comemos é que obtemos a vida eterna. A única forma de conciliar esta contradição é entendermos que o comer é sinônimo de crer. Há razão suficiente no próprio Antigo Testamento para Cristo ter usado o símbolo do comer. O sacerdote, quando oferecia a oferta pelo pecado, deveria comer da mesma no lugar santo (Lv 6.16-18, 26,27). Com tudo isto, Jesus estava afirmando convictamente aos judeus que:
ELE ERA O CUMPRIMENTO DOS SACRIFÍCIOS DO
ANTIGO TESTAMENTO E QUE SEU CORPO E SANGUE SERIAM ENTREGUES NA CRUZ DO CALVÁRIO PELOS PECADOS DO MUNDO INTEIRO (Jo 1.7,9; 2.1,2).
Aqui, ainda, é colocada a base do sacerdócio de todos os crentes, uma vez que, apenas os sacerdotes podiam comer do sacrifício, mas agora, em Cristo Jesus, TODOS PODEMOS COMPARTILHAR DELE PELA FÉ E RECEBER O DOM DA VIDA ETERNA PELA GRAÇA DE DEUS (Jo 3.16; Ef 2.8,9).
13º) 1229 d.C., Proíbe-se aos leigos a leitura da
Bíblia.
REFUTAÇÃO:
Muito óbvio: PARA QUE OS CATÓLICOS NÃO
ENXERGUEM A VERDADE E DEIXEM O
PAGANISMO ROMANO. No meio evangélico, onde estou inserido, não é proibido, mas DEVERIA SER MAIS INCENTIVADO PELOS LÍDERES. Por que não é??? O mesmo motivo dos católicos.
Hoje, graças a Deus e aos reformadores que logo traduziram a
Bíblia para língua vernácula, qualquer pessoa, católica ou não, pode ter um exemplar das Escrituras Sagradas.
SÓ HÁ UM PROBLEMA AINDA PRESENTE NO
CATOLICISMO EM RELAÇÃO A ISSO: O FIEL NÃO PODE INTERPRETAR A BÍBLIA SOZINHO. DEVE ACREDITAR NA INTERPRETAÇÃO DADA PELA IGREJA ROMANA PAGÃ.
ACEITAÇÃO CEGA
Para escapar da escravidão aos dogmas sem base bíblica de
Roma, os reformadores clamavam pela aceitação da bíblia como autoridade final, em lugar da Igreja e do papa. A questão principal que originou a reforma foi: As pessoas deveriam continuar seguindo cegamente os dogmas romanos, mesmo que eles contradigam as Escrituras, ou elas devem submeter-se somente à palavra de Deus? Veja o que diz o biógrafo de Menno Simons, sobre o conflito que ele enfrentou:
“O verdadeiro problema veio quando Menno, ousando abrir
as páginas da Bíblia, descobriu que ela nada continha do ensino tradicional da Igreja sobre a missa. Com essa descoberta, seu conflito interior atingiu o clímax, pois ele estava tendo de decidir qual das duas autoridades deveria ser suprema em sua vida, a Igreja ou as Sagradas Escrituras”12
Os reformadores fizeram a escolha em favor das Escrituras e o seu lema central se tornou Sola Scriptura! Essa verdade libertadora foi rejeitada no Concílio de Trento pelos bispos que não queriam abdicar do CONTROLE QUE EXERCIAM SOBRE O POVO.
Essa visão de Trento, que coloca a igreja romana como única autoridade e não a Bíblia vigora até hoje. Só eruditos da Escritura treinados no Instituto Bíblico Pontifício de Roma, com graduação em teologia e domínio de 6 ou 7 línguas, incluindo hebraico, aramaico e grego, são capazes de
entender e interpretar as Escrituras. O Vatino II insiste:
“Pertence aos líderes da Igreja, com quem está a doutrina
apostólica, a adequada competência de instruir os fiéis a eles
confiados no uso correto do... Novo Testamento...dando-lhes a tradução dos textos sagrados, acrescidos das explicações necessárias e realmente suficientes”.13
O QUE A BÍBLIA DIZ SOBRE ISSO?
A Bíblia foi dada por Deus a toda humanidade, NÃO
APENAS A UM GRUPO DE ELITE que deve explicá-la aos outros. Ela deve ser lâmpada para o caminho de todos (Sl 119.105). Moisés declarou que não só de pão o homem deveria viver, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. Ele nada disse sobre essa palavra ser interpretada por uma hierarquia seleta. Paulo, em suas epístolas, mostra que esperava que seus leitores entendessem o que ele escreveu. Suas cartas são endereçadas as Igrejas de Corínto, Éfeso, etc; e deveria ser lida diante de todos. ATRAVÉS DO ESPÍRITO SANTO QUE HABITA EM CADA CRISTÃO, OS CRENTES RECEBEM UM ENTENDIMENTO DAS PALAVRAS QUE ESSE MESMO ESPÍRITO INSPIROU OS “HOMENS SANTOS DE DEUS” A ESCREVEREM (2ª Pe 1.21).
No dia 15 de agosto de 1993, o papa declarou num discurso
aos representantes da comunidade vietnamita em Denver: “O desafio diante de vocês é manter pura e vívida a sua identidade católica...”14 É raríssimo ouvirmos líderes católicos exortar seu rebanho a serem fiéis a Cristo ou à Sua palavra, porém sempre se afirma a fidelidade à igreja.
A encíclica Veritatis Splendor, escrita por João Paulo II
em 1993, é um tratado sobre a moral, e se refere à verdade ensinada por Cristo e mediada pela igreja. Sem essa mediação, o católico não pode conhecer a vontade de Deus simplesmente pela leitura da Bíblia. Somente com essa doutrina é que Roma conserva SEUS MEMBROS SEGUINDO CEGAMENTE SEUS ENSINAMENTOS CORRUPTOS E ANTIBÍBLICOS. O então cardeal Ratzinger – atual Bento XVI -, guardião da ortodoxia, exemplifica essa fé cega no catolicismo. Ele fala sobre um professor de Teologia que admitiu que a assunção de Maria declarada pelo papa Pio XII como dogma católico romano em 1950, NÃO ESTAVA EMBASADA NA ESCRITURA, mas mesmo assim decidiu crer no dogma por acreditar que “a Igreja é mais sábia do que ele.
Primeiro, os católicos NÃO PODIAM TER E NEM LER A
BÍBLIA, AGORA, ELES A TEM, MAS NÃO PODEM INTERPRETAR. LOGO, ROMA CONTINUA MANTENDO AS PESSOAS CATIVAS DE SEU SISTEMA MUNDANO.
14º) 1303 d.C., A Igreja Católica
Romana é proclamada a única igreja
verdadeira e que só nela há salvação.
REFUTAÇÃO:
QUANTA INFANTILIDADE.
Ninguém será salvo ou se perderá por FAZER PARTE OU
NÃO DO ROL DE MEMBROS DE IGREJA ALGUMA,
NEM CATÓLICA E NEM EVANGÉLICA.
A única exigência de Jesus é o arrependimento e novo nascimento pela fé Nele (Mt 4.17; Jo 3.1-15). Nossas igrejas, enquanto organizações humanas locais, ESTÃO CHEIAS DE INCONVERSOS, PORNÓGRAFOS, PEDÓFILOS, ADÚLTEROS, ETC. E isto, desde o altar até a membresia. Poucos, diria, muito poucos, passaram pelo que diz Paulo (2ª Co 5.17).
A única mulher na conversa pelo Face, me acusou de
acreditar que a bíblia caiu de paraquedas, com zíper e tudo na terra. Ela e seus dois amigos afirmam que foi no Concílio de Nicéia (325 d.C.), que os religiosos da época ESCOLHERAM OS LIVROS INSPIRADOS POR DEUS E OS REUNIRAM. Essa mesma acusação infundada está presente no livro de Dan Brown, “O Código Da Vinci”. Veja: “Aí é que está! – exclamou Teabing, cheio de entusiasmo. – A ironia fundamental da cristandade! A Bíblia, conforme a conhecemos hoje, foi uma colagem composta pelo imperador romano Constantino, o Grande”15
Ora, só um tolo acreditaria nisso. NÃO FOI
CONSTANTINO E NEM OS LÍDERES RELIGIOSOS QUEM ESCOLHEU QUAL LIVRO DEVERIA ENTRAR NO CÂNON SAGRADO OU NÃO.
Os livros que A IGREJA PRIMITIVA CONSIDERAVA INSPIRADOS POR DEUS é que foram reunidos em Nicéia, OU SEJA, SE TORNOU OFICIAL O QUE JÁ ERA CONSENSO E FATO ENTRE OS CRISTÃOS. Não foi Constantino e nem os bispos da época que julgaram isso. Os livros que temos em nossa Bíblia, 66 ao todo, são os mesmos que os judeus criam serem de autoria divina. Os 7 livros a mais, nas Bíblias católicas, SÃO APÓCRIFOS E CHEIOS DE CONTRADIÇÕES COM O RESTANTE DAS ESCRITURAS. Ex: No apócrifo de Tobias é dito por um suposto anjo Rafael (Não aparece em nenhum livro inspirado, só nos apócrifos): “A esmola livra da morte e purifica de todo pecado” Tobias 12.9
Não encontramos tal ensino nos livros verdadeiramente inspirados por Deus. A Bíblia diz que o sangue de Jesus nos purifica dos pecados e que a salvação é dom de Deus, logo, não podendo ser comprada (Ef 2.8,9; 1ª Jo 1.7,9; 2.1,2). Os apócrifos nunca foram parte do cânon hebraico, nunca foram citados por outros livros do A.T., Josefo os omite, eles não reclamam a inspiração divina para si, contêm erros históricos, geográficos e cronológicos, os pais da grei primitiva não se reportam a eles nos seus escritos, Jesus não os cita nos quatro evangelhos e foram escritos muito tempo após encerrado o cânon do A.T.
A IGREJA CATÓLICA ROMANA NOS DEU A BÍBLIA?
Não. A Igreja Católica Romana não nos deu nem o Antigo e nem o Novo Testamento. Nenhum dos primeiros concílios da igreja decidiu quais livros da Bíblia eram canônicos ou não. Só no Terceiro Concílio de Cártago (397 d.C.), é que tivemos a primeira decisão conciliar sobre o cânon. A História prova que os livros do Novo Testamento eram conhecidos e aceitos pelos cristãos e estavam em uma lista de grande circulação e uso, pelo menos 300 anos antes do Concílio de Cártago.
O historiador W.H.C. Frend escreveu:
“Os evangelhos e epístolas estavam circulando pela Ásia, Síria e Alexandria (e com menor probabilidade em Roma) e sendo lidos e discutidos nas sinagogas cristãs por volta do ano 100. Na breve epístola escrita por Policarpo há uma espantosa quantidade de citações diretas e indiretas do Novo Testamento: Mateus, Lucas e João, Atos, as epístolas aos Gálatas, Tessalonicenses, Coríntios, Efésios, Filipenses, Colossenses, Romanos, as Pastorais, especialmente 1 Pedro e 1 e 2 João, são todas usadas...As Escrituras cristãs eram citadas tão familiarmente que sugerem estar em uso regular há muito tempo”16
A velha máxima de que foram os monges católicos, trancados nos mosteiros, à luz de velas, quem copiou os manuscritos bíblicos para que chegassem até nós É UMA MENTIRA ROMANA. Todos os autores do N.T. são mencionados pelo menos por um pai apostólico por terem autoridade divina. Esses pais, viveram uma ou duas gerações após o encerramento do cânon do Novo Testamento – antes de 150 d.C. Inácio, de Antioquia (110 d.C.), escreveu sete cartas, nas quais fez numerosas menções do Novo Testamento igual ao que temos hoje. Policarpo (c. 110-135 d.C.), fez várias citações de livros do N.T. em sua epístola aos filipenses. Papias (c.130-140 d.C.), inclui o Novo Testamento num livro intitulado “Interpretação dos Discursos do Senhor”. Tal realidade, QUANDO NEM EXISTIA AINDA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA (Essa surge após 313 d.C., como apostasia do verdadeiro Cristianismo), demonstra sem dúvida alguma que SERVOS DE DEUS, INICIALMENTE JUDEUS, DEPOIS GENTIOS, COPIAVAM OS MANUSCRITOS BÍBLICOS MAIS RÁPIDO DO QUE O IMPÉRIO ROMANO CONSEGUIA QUEIMAR. Foram esses irmãos fiéis, muitos dos quais morreram por amor a palavra revelada de nosso Deus, QUEM REALMENTE PASSOU ADIANTE AS SAGRADAS ESCRITURAS. E, quanto aos monges católicos? Só deram continuidade ao trabalho dos servos de Deus pós-apostólicos. E, ainda, Roma pagã adotou para si o chamado “Cânon Aberto”, cuja lista incluía os 7 livros apócrifos presentes hoje nas Bíblias católicas. A igreja verdadeira, ou seja, os demais cristãos, adotaram o chamado “Cânon Fechado”, cuja lista constava apenas de 66 livros. Os mesmos presentes hoje nas Bíblias Cristãs não romanas e que eram aceitos pelos cristãos primitivos da igreja iniciada em Jerusalém.
CONTINUA...
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