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sexta-feira, 13 de abril de 2012

A VERDADE SOBRE O HOMOSSEXUALISMO 6



HOMOSSEXUALIDADE, DSTs/AIDS E DROGAS
Dois projetos de pesquisa sobre comportamento e incidência de DSTs/AIDS entre pessoas que têm relação sexual com parceiros do mesmo sexo foram postos em andamento no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, como parte de um empreendimento mundial promovido pelo programa conjunto das Nações Unidas para a AIDS (UNAIDS). Apesar de todos os esforços do governo brasileiro, a AIDS ainda continua se espalhando e, matando milhares de pessoas por ano. No mundo, segundo o último relatório da ONU/OMS, existe hoje cerca de 40.300.000 pessoas contaminadas pelo HIV, sendo a maior parte na África, Ásia e leste europeu, sem contar, é claro, os casos não notificados.
                   A transmissão do HIV em nosso país, por via sexual, representa 52,6% do total registrado de casos, e destes, 51,2% se deram entre homens que têm relação sexual com outros homens, 24,9% em mulheres, e 23,9% em heterossexuais masculinos. O total de casos notificados ao Ministério da Saúde, desde a década de 70, quando o vírus entrou no Brasil, até dezembro do ano 2000, foi de 203.348 casos. De todos os casos registrados, a maior parte – 70%, se concentram na região sudeste do país. No Estado do Rio de Janeiro, em 1999, tínhamos 15,9 casos por 100.000 habitantes, num total, registrado até dezembro/2000 de 29.715 casos de AIDS.
                   O Projeto Bela Vista, recrutou, entre 1994 e 1999, 1.180 homens homossexuais, dos quais 1.082 aceitaram os termos da pesquisa, e desses, 117 demonstraram sorologia positiva para HIV, sendo logo encaminhados para o devido acompanhamento médico. Alguns não retornaram para saber o resultado dos exames, e, por fim, o projeto contou com 808 voluntários. Desses, 81% eram solteiros, 12% vivem com outro homem e 1% com mulheres. Dois terços tinham menos de 30 anos de idade e as moléstias que mais se registrou foram (após 466 consultas):
Hepatite A - 30%
Hepatite B - 23%
HIV - 10,8%
Herpes Zoster - 0,4%
Tuberculose - 0,6%
Parasitoses intestinais - 50,3% (entre eles Ascaris lumbricóides – 44%; Schistosoma mansoni – 14%; Enterobius vermicularis – 13%; Giardia lamblia – 11%; Entamoeba – 12%; Taenia -5%; etc)
Condiloma genital - 4,5%
Herpes Genital – 5%
Fissura anal - 12,5%
Úlcera peniana - 5%
Condiloma Anal - 5%
Pediculose pubiana - 7%
Uretrite - 12%
Sífilis - 13,5%
Herpes labial - 16%
Gonorréia uretral - 27,5%
Júlio Severo, pastor da Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, afirma em seu livro que:
Eles trocam saliva, fezes, sêmem e sangue com dezenas de homens por ano. Eles bebem urina, ingerem fezes e experimentam trauma retal regularmente. Muitas vezes, nesses encontros, os participantes se encontram bêbados, drogados ou em ambientes de orgia...eles são particularmente suscetíveis a adquirir uma variedade de enfermidades intestinais viróticas e bacterianas...tão comuns entre os homossexuais que a literatura médica americana as classifica conjuntamente como “Síndrome Intestinal gay”.[1]

                   Devido o surgimento da AIDS, alguns homossexuais deixaram o álcool, o tabagismo e as drogas em geral, adotando um estilo de vida mais saudável e menos promíscuo. Em Los Angeles, EUA, havia o segundo maior índice de infectados pelo HIV em 1990, sendo destes, 95% dos casos de homens gays e bissexuais. Muitos homens casados deixaram de trair suas esposas com gays, porém, aqueles que teimaram nessa prática, disseminaram a AIDS entre os heterossexuais também.
                   O Projeto Bela Vista, mostrou que 78% dos homossexuais tinham tanto parceiros fixos quanto ocasionais, com apenas 12,5% afirmando ter só parceiros fixos. Dentre as práticas sexuais mais referidas estavam: receber e fazer sexo oro genital – 80,7% e 70,1% respectivamente; penetração anal – 75,9%; e ser masturbado ou masturbar o outro – 68% e 61%, respectivamente. Em torno de 23% dos acompanhados pela pesquisa relataram como prática lamber o ânus do parceiro, 35,2% - ser lambido e 3,2% - introduziam objetos no ânus do outro. Quanto ao uso de preservativo na relação, havendo envolvimento emocional, como nas relações com parceiros fixos, 79,9% dizem ter certa dificuldade em propor o preservativo e 11,5%, referem ter bastante dificuldade.
                   Uma pesquisa feita pelo IBOPE, demonstrou que o aumento do número de mortes provocadas pela AIDS não alterou o hábito sexual de homens e mulheres. A pesquisa mostrou que somente 28% dos brasileiros utilizam preservativos na relação. Declararam não ter mudado o hábito sexual, 41% dos homens e 52% das mulheres.
Em relação às drogas, uma pesquisa do Instituto Oswaldo Cruz, demonstrou que a infecção pelo HIV entre os que usam injetáveis caiu de 63% para 42% entre 1994 e 2001, nas seguintes localidades: Baixada Santista, Salvador e Rio de Janeiro, Além, das drogas injetáveis, muitos homossexuais usam maconha e cocaína, além de drogas sintéticas como ecstasy, ketamina e ghb. O psiquiatra Petros Levounis, do Centro de Pesquisa de Vícios da Universidade de Nova York, que esteve no Rio de Janeiro para uma palestra sobre drogas, disse que as drogas sintéticas têm sido usadas como método de aproximação, e que, adolescentes e homossexuais masculinos, com boa condição financeira, as utilizam como forma de entrada no grupo, para mostrar que fazem parte dele. O psicólogo Murilo Battisti, da Universidade Federal de São Paulo e especialista em dependência química, afirmou na revista Domingo do Jornal do Brasil de 10 Set/06 que a metanfetamina ou crystal meth é uma das drogas que responde pelo crescimento do número de portadores do HIV entre gays americanos. Um estudo efetuado pelo Centro de Vigilância Epidemiológica – Divisão DST/AIDS de São Paulo, ano de 1995, mostrou que daqueles que contraíram o HIV: 32,12% - eram usuários de drogas; 23,06% - eram homossexuais; 17,43% - heterossexuais; 9,9% - bissexuais; 2,79% - de mãe para filho; 1,78% - de transfusão de sangue; 0,72% - hemofílicos e 12,2% - não identificados. Muitos homossexuais somam ao seu estilo de vida o uso de drogas, com prevalência entre os jovens. Leo Mendes, presidente da Associação Goiânia de Gays, Lésbicas e Travestis, reconhece que os homens gays, bissexuais e usuários de drogas são o grupo mais afetado pela AIDS.
                   O Projeto Horizonte, que recrutou indivíduos entre 1994 e 2000, demonstrou que nos primeiros dois anos:
76,7% - admitiram serem homossexuais
23,3% - admitiram serem bissexuais
67,3% - praticam masturbação preferencialmente
83,2% - praticam sexo oral receptivo
71,8% - praticam sexo oral insertivo
56,9% - sexo anal passivo - efeminado
75,7% - sexo anal ativo - sodomita
94,5% - usaram preservativo na última relação
79,9% - tiveram parceiros ocasionais nos últimos 06 meses.
                   Um fator preponderante, quanto à infecção por HIV, é a promiscuidade sexual, e os homossexuais, infelizmente, estão em primeiro lugar nesse fator de risco. Uma pesquisa mostrou que 71,4% de um grupo de homossexuais, praticaram sexo com parceiros ocasionais com uma freqüência variando entre 01 a 600 vezes em apenas 06 meses. Um dado contraditório, tem sido o do uso de preservativos na última relação (94,5%), pois o HIV continua se espalhando, embora em menor escala que no início, no Brasil. Uma possível explicação, talvez esteja presente nas respostas dadas por alguns indivíduos participantes do projeto do Ministério da Saúde. Quase todos vêem alguma desvantagem no uso do preservativo, tais como: dificuldade no tesão, incomodo, redução do prazer e não poder ser usado em sexo oral devido gosto ruim e lubrificante, Outro fator, presente na sociedade como um todo, e exacerbado entre homossexuais, é o vício sexual . Será que a busca do prazer seria o único propósito do homem nesse mundo? Pesquisas têm demonstrado que é possível viciar-se em sexo da mesma forma que em maconha, álcool, cocaína, etc. O prazer manifesta-se em nosso cérebro como descargas elétricas entre os neurônios, que induzidas pelo neurotransmissor – dopamina, produz a sensação, quando comemos, bebemos, fazemos sexo, jogamos, fumamos, etc. Quanto mais dopamina for liberada, mais prazer teremos. No caso do álcool, cigarro ou cocaína, a dopamina é estimulada ou sua absorção normal no cérebro, é bloqueada, gerando artificialmente euforia ou bem-estar. Os compulsivos por jogo, sexo ou comida, passam por processo semelhante. Outra característica, presente em pessoas viciadas em sexo, é a incapacidade de manter relacionamentos duradouros e sadios. Rodolfo, 35 anos, conta que chegou ao ponto de procurar indigentes nas ruas para satisfazer-se sexualmente. Ele diz que: “Cheguei a fazer sexo com três mulheres por dia, a qualquer hora, em qualquer lugar”[2] Há relatos estarrecedores, a esse respeito. Uma mulher conta que teve muitos amantes, e, que nem perguntava mais o nome deles, que passava a noite pelos bares procurando novos parceiros, e isso com apenas 30 anos de idade. O médico e sexólogo, Tércio Ribas, formado pela Faculdade de Medicina de Valença, pós-graduado em Sexologia, e autor de vários livros sobre o tema, concorda que o sexo pode se tornar doença, e que a distribuição de preservativos feita pelo ministério da Saúde incentiva o sexo livre e sem responsabilidade, principalmente entre jovens e adolescentes, ocasionando um número crescente de gravidez indesejada entre esse último grupo. Corroborando tal colocação, temos a série de reportagens com o médico Drauzio Varela, “Filhos Desse Solo”, exibido pela TV Globo no programa Fantástico, por várias semanas, onde tal problema, gravidez precoce e o uso do preservativo, têm sido enfocados. Se o instinto biológico, o impulso sexual continuar a ser incentivado ao livre curso, em detrimento da racionalidade, do domínio e equilíbrio nas ações, muitas doenças e problemas ainda haverão de surgir num futuro bem próximo.
                   A esta altura, é propício indagarmos: Por que o avanço científico, tecnológico, refletido em descobertas tão importantes para humanidade como a terapia com células-tronco, clonagem, etc; tem caminhado lada a lado com um declínio moral e relacional, entre o ser “humano” e Deus, e, com seu próximo, refletido num aumento da impiedade, crimes, violência, estupros, sodomia, homicídios, desmatamentos, paganismo, avareza, etc? Qual a causa de tanta bestialidade? O que faz com que um ser humano se torne homossexual, bissexual, pedófilo, etc?


[1] SEVERO, Júlio. O Movimento Homossexual, p. 67,68
[2] Revista Veja. Fev/1999, p. 96

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