A
TIRANIA DA MINORIA
Embora, a comunidade
homossexual organizada de todo mundo, insista no discurso de que os
homossexuais são vítimas indefesas e como tal carecem de ajuda, tal afirmação
não representa a verdade por vários fatores, como: Pressão política e psicológica, perseguições e agressões contra os
“homofóbicos”, e sua luta para destruir a família.
No início de sua organização, os
homossexuais adotaram três verbos ou palavras de ordem: “sair” do quarto, “formar”
alianças e “confrontar” todos que se
mostrarem contra sua causa. Em pouco tempo, surgiram grupos formados de indivíduos
de todas as camadas da sociedade. Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria
(APA), retirou o homossexualismo do CID -10 (Código Internacional de Doenças),
onde até então o mesmo era classificado, junto com pedofilia, sadomasoquismo,
voyeurismo, exibicionismo, como distúrbio ou doença mental e comportamental. A
APA vinha sofrendo pressão através de protestos incansáveis desde 1968, por
parte de grupos gays, e, este episódio, foi o primeiro na história, em que uma
doença deixou de ser assim classificada sem que houvesse comprovação científica
para tomada desta decisão. Desde então, os homossexuais têm se infiltrado em
várias organizações políticas, órgãos governamentais,educacionais,etc; e
conquistado benefícios em prol de sua causa.
Se no passado, os homossexuais eram
reprimidos pela sociedade, hoje, aqueles que se opõem à prática homossexual,
por princípios morais e religiosos, é que estão sendo reprimidos por eles e
pelos simpatizantes de sua causa. Em 1994, e ex-prefeita de São Paulo, Marta
Suplicy (PT), que tem um projeto de lei tramitando no Congresso Nacional a
favor da união civil de homossexuais, afirmou que produtos e programas que
ofendem os homossexuais deveriam ser boicotados, que nossas crianças e
adolescentes têm que aprender sobre a homossexualidade, etc. Em 1995, foi
fundada a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), que hoje
já reúne 170 grupos de todo país. No ano de 2005, Luiz Roberto Gambine Moreira,
que passou por cirurgia para mudança de sexo em 1989, conseguiu da justiça
brasileira autorização para mudar seu nome para Roberta Close. Cerca de 77
cidades brasileiras já adotaram leis contra o preconceito aos homossexuais. Em
Juiz de Fora (MG), foi aprovado pela Câmara Municipal um Projeto de Lei, do
vereador Paulo Rogério dos Santos, cujo texto foi elaborado com auxílio de
militantes do movimento gay de Minas Gerais, que garante troca de beijos e
carícias aos homossexuais em locais públicos, havendo multas previstas para
quem os incomodar. Paulo Rogério diz que “não queremos dar aos homossexuais
nenhum privilégio...Estamos apenas garantindo a eles aquilo a que qualquer
outra pessoa tem direito”.[1]
Em 1998, tínhamos em todo
país um total de 24 homossexuais disputando vagas nas Câmaras de Vereadores dos
13 Estados da Federação. Outra estratégia, pela qual o movimento gay organizado
vem conquistando espaço e a simpatia da sociedade, tem sido as passeatas ou
paradas do orgulho gay. O jornal Universo GLS de junho de 2004, em matéria intitulada
“Luta pela Igualdade” declara que as lideranças GLBT exercem pressão para mudar
leis de nosso país e afirma que:
Desde a primeira
parada, em 1995, no Rio de Janeiro, até este ano, já são 42 cidades brasileiras
que realizaram manifestações em defesa dos direitos de gays, lésbicas,
transgêneros e bissexuais, reunindo mais de 3 milhões de pessoas.[2]
O número de participantes
tem crescido a cada ano, como por exemplos: Para Gay em Copacabana – RJ no ano
de 2000 – 5000 participantes; Parada Gay em Madureira – RJ, ano de 2001 – 1000
participantes; 2ª Parada Gay de São Gonçalo, em 2005 – 2500 participantes; 9ª
Parada Gay em Copacabana – RJ, ano de 2004 – 100.000 participantes; 10ª Parada
Gay de Copacabana – RJ, ano de 2005 – 400.000 participantes; Parada Gay de São
Paulo, ano de 2005 – 1,8 milhões de participantes.
A mídia televisiva, rádio,
jornais, revistas, etc; têm sido cada vez mais usados para desensibilizar as
pessoas quanto ao equivocado estilo de vida gay. Nos últimos anos, vários
filmes e novelas têm sido produzidos com intento de incutir na mente da
população a idéia de que a homossexualidade é algo natural. O Dr Samuel
Fernandes M. Costa, em um artigo intitulado “Hollywood – dos Machos aos Gays
Bondosos”, afirma que “...um aspecto cada vez mais freqüente nos filmes de
Hollywood lançados a partir de 1990 é a crescente participação de casais gays”.[3] Segundo
o Dr. Samuel, os filmes atuais apresentam o homossexual como um líder
simpático, compreensivo, sábio, humano e com entendimento sobre o amor muito
maior do que o dos heterossexuais. Como exemplo, cita “Garotos de Programa”
(1991), “O Padre” (1994), “A Gaiola das Loucas” (1996), “Melhor é Impossível”
(1997), “Perseguindo Amy” (1997), “Doce Novembro” (2001), etc.(diversos desses
não são de Hollywood).
No Brasil, desde 1975, o
homossexualismo invadiu o lar de milhares de famílias, através de algumas
emissoras de televisão, em especial, da Rede Globo de televisão, com a novela
“O Rebu”, onde o personagem Conrad (Ziembinski) mata a namorada de seu garoto –
Cauã, devido ciúmes deste. Daí em diante, a mensagem homossexual continuou
presente na Globo, como segue: “Malu Mulher” (1979), “Brilhante” (1981/1982), “Um
Sonho a Mais” (1985), “Mico Preto” (1990), “O portador” ( 1991), “Pedra Sobre
Pedra” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Suave
Veneno” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “A lua Me Disse” (2005), “América”
(2005) e “Belíssima” (2006). O ponto culminante na televisão, ocorreu no
programa Big Brother Brasil 5, onde o professor baiano Jean Willis, venceu a
final com 22 milhões de votos – 55% do total, conquistando o prêmio de um
milhão de reais. Só na primeira manifestação de preconceito sofrida por Jean,
gays de várias partes do país, mandaram 14 mil e-mails de apoio ao professor.
No programa “Altas Horas”, transmitido pela Rede Globo aos domingos de
madrugada, Jean Willis, afirmou que no início do BBB5, ficava na casa de um
lado para o outro como um cachorro sarnento, querendo apenas atenção, e que sua
participação no BBB5 havia sido ajustada aos interesses da militância
homossexual como forma de alavancar a causa gay pois que o programa terminaria
próximo da época das paradas do Orgulho Gay no país. Mais uma vez, o estereótipo
de homossexual vitimado, coitadinho e bonzinho, conseguiu seduzir o público em
grande escala.
Em 1978, surgiu Lampião, o
primeiro jornal gay brasileiro, e a partir de então, dezenas de publicações têm
aparecido, como segue: “Jornal Universo GLS”, “Revista G Magazine”, “Sui
Generis”, “Homens”, “Sodoma”, “Homossexualidade Uma História (1999), O Que A
Bíblia Realmente Diz Sobre A Homossexualidade (1998), Astrologia e
Homossexualidade (1998),etc. Temos, atualmente, um “rentável” público gay, e há bares, saunas, points, sites, Ongs,
associações,etc; todos voltados só para eles. Por exemplo: Blue Angel,
Bofetada, Redutoo, Rainbow, Fever, La
Cueva , La Girl ,
Lê Boy , Astral,
Atobá, Gai, etc.
Quanto à intolerância
daqueles que não querem ser discriminados, muitos são os exemplos que mostram o
contrário da imagem passada pelos meios de comunicação sobre os homossexuais.
Violência, suicídio, ódio e discriminação, para com os de fora, e entre eles mesmos,
têm sido uma constante por parte de muitos homossexuais, para com aqueles que
não concordam com sua prática e que ousam se expressarem. Michael Swift, conhecido
como o “gay revolucionário”, que chocou o Congresso Americano em 1987, declarou
que:
Iremos sodomizar seus
filhos...vamos seduzi-los nos seus colégios, nos seus dormitórios, nos seus
ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras, nos seus
seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros de seus cinemas...nas suas
Câmaras do Congresso, onde estiverem homens juntos com homens...seus filhos
serão recriados à nossa imagem. Virão a ansiar por nós e a nos
adorar...Mulheres, vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens;
eles as fazem infelizes... nós tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos,
os instruiremos e os abraçaremos quando chorarem...Escreveremos poemas sobre
amor entre homens; exibiremos peças teatrais onde um homem afaga carinhosamente
outro homem; faremos filmes sobre o amor entre homens heróis que substituirão o
amor heterossexual juvenil, insípido, sentimental, superficial e barato que
atualmente domina e enlouquece suas telas de cinema...A união familiar será
abolida...Meninos perfeitos conceberão e crescerão em laboratórios
genéticos...todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos
deuses serão moços bonitos...Demonstraremos que homossexualidade, inteligência
e imaginação estão inextrincavelmente ligadas, e que a homossexualidade é um
requisito da nobreza verdadeira, da beleza verdadeira em um homem...Nós também
somos capazes de disparar armas de fogo...na revolução final...trema, hetero
suíno, quando aparecermos diante de você sem nossas máscaras.[4]
Vejamos agora, alguns
exemplos específicos da intolerância homossexual:
* Especialista sob acusação
O psicólogo cristão, Dr.
John Jeffrey, deu parecer favorável para uma mãe que disputava a guarda de uma
criança. Como resultado, o pai da criança, que é homossexual, juntamente com
outros ativistas gays, moveram 36 processos no Conselho Regional de Psicologia
com intuito de cassar a licença do psicólogo. Por ter sua reputação abalada, o
profissional foi suspenso de alguns locais de trabalho.
* Professora ameaçada
A professora de Estudos Éticos e Legais da
Universidade Estadual do Arizona, Marianne Moody Jening, teve o pneu de seu
carro furado e recebeu várias ameaças e cartas com mensagens cheias de ódio, e
isso, somente após ter publicado um artigo, onde a mesma se opõe ao casamento
de pessoas do mesmo sexo. Um ativista, numa só página da carta, lhe chamava de
homófoba dezenove vezes.
* Gays tentam remover
redator universitário
...Em 1985...eu
escrevia uma coluna chamada O Engano Homossexual. Nela, eu dava orientações aos
estudantes que tentavam encontrar a própria identidade sexual. Aconselhava-os a
fugir de um estilo de vida que os levaria a destruição, tanto do corpo quanto
da alma. Além das ameaças, palavrões e tentativas fracassadas de me
perseguirem, colocaram meu nome e meu número de telefone nos banheiros usados
pelos gays da cidade de Tempe...no país inteiro, os gays profanaram igrejas,
impedem pessoas de assistirem aos cultos, realizam desfiles com nudez e
atividade sexual aos olhos do público. Interferem também na política. Causam
tumulto, quando um projeto de lei que concede direitos civis para gays é vetado
por um governador.[5]
O filósofo Olavo de
Carvalho, que escreve para o jornal O Globo aos sábados, na seção “Opinião”,
pensa que aquilo que alguns gostam, outros podem não gostar. Todos têm a
liberdade de achar ruim aquilo que outros pensam ser bom. Quanto a discriminação
que os homossexuais tanto se queixam, dependendo de onde venha, pode ser algo
banal, sem importância. Olavo de Carvalho, cita as seguintes palavras, colhidas
de um site gay: “Um nojo. Uma aberração. Me dá vômito. Por que não vão fazer
isso em outro lugar? Não vim aqui para ver uma coisa dessas”.[6]
Tais palavras, longe de terem saído
dos lábios de religiosos, neonazistas, homofóbicos, etc; foram pronunciadas por
homossexuais contra travestis e transsexuais que queriam adentrar em uma sauna
gay.
Em relação ao HIV entre os
homossexuais, um dos voluntários de um projeto do Ministério da Saúde, admite:
“Minha cabeça entra na onda também; digo: Nossa, tão bonito, mas é
soropositivo”.[7] Outro
assinala que “numa festa particular, todos cochicham: Esse cara tem AIDS, e a
pessoa, rejeitada, sai inteiramente desnorteada”.[8]
O pastor Júlio Severo, diz que tem
sofrido constante perseguição por parte de ativistas gays. O mesmo ocorre com
João Luiz Santolim – líder do MOSES (Movimento Pela Sexualidade Sadia),
Rosângela Justino – psicóloga e fundadora da Associação Brasileira de Apoio aos
que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade (ABRACEH), entre outros.
As evidências demonstram que os homossexuais também são preconceituosos,
discriminadores e até assassinos. Um estudo mostrou que entre 518 assassinatos
com ênfase sexual, 350 vítimas (68%) foram atacadas e mortas por homossexuais.
Dos 43 assassinos, 19 (44%), se constituíam de bissexuais ou homossexuais.
De todas as partes da
sociedade que o movimento gay tem atacado, induzido, pressionado, nenhum outro
tem sido alvo de tantas reivindicações e desrespeito quanto à família. Os
homossexuais querem ter direitos a casarem-se, adotar filhos, herança,
benefício do INSS, etc.
Nos EUA, o presidente George
W. Bush, preparou uma emenda constitucional contra o casamento de homossexuais,
sem contudo, intervir na união civil entre eles. Somente em alguns Estados há
permissão para união civil, como: Havaí, Massachusetts, Vermont, Connecticut,
etc. Na Europa, vários países permitem a parceria civil ou algo similar. Por
exemplo: Dinamarca (1989) - foi o primeiro país a permitir a parceria; Noruega,
Suécia, Islândia (1996), Finlândia (2002); Holanda (2001) – tendo permitido
adoção de filhos em 2002; Espanha (2005) – legalizou o casamento e adoção ;
Luxemburgo (2004); Suíça (2005); Grã-Bretanha (2005); Croácia (2003);etc. Na
América Latina, temos como exemplos: Buenos Aires e Rio Negro, na Argentina,
onde os casais GLS têm direitos iguais aos demais. Só a Itália possui 100 mil
filhos de pais homossexuais, segundo pesquisa da Associação Homossexual
Italiana e Instituto Superior de Saúde.
Quando se propõe tal união,
é a instituição família, que segundo as Escrituras Sagradas, é projeto de Deus
(Gn 2.18-25), que está sendo ameaçada. Não existem ainda, pesquisas claras e
consistentes, que avaliem o impacto que as crianças teriam em sua formação
psicossexual e emocional, quando criados num lar onde ambos os referenciais são
do mesmo sexo. Um fato é certo, como célula mater da sociedade, a família,
ainda sofrerá muitos ataques, pois a militância homossexual não irá parar
enquanto não “homossexualizar” toda população, criando uma “Nova Grécia”, onde
as mulheres são apenas procriadoras, sabedoria e instintos bestiais caminham
juntos, meninos são sodomizados e não há limites para perversões.


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