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quinta-feira, 11 de abril de 2013


A TIRANIA DA MINORIA

                   Embora, a comunidade homossexual organizada de todo mundo, insista no discurso de que os homossexuais são vítimas indefesas e como tal carecem de ajuda, tal afirmação não representa a verdade por vários fatores, como: Pressão política e psicológica, perseguições e agressões contra os “homofóbicos”, e sua luta para destruir a família.   
No início de sua organização, os homossexuais adotaram três verbos ou palavras de ordem: “sair” do quarto, “formar” alianças e “confrontar” todos que se mostrarem contra sua causa. Em pouco tempo, surgiram grupos formados de indivíduos de todas as camadas da sociedade. Em 1973, a Associação Americana de Psiquiatria (APA), retirou o homossexualismo do CID -10 (Código Internacional de Doenças), onde até então o mesmo era classificado, junto com pedofilia, sadomasoquismo, voyeurismo, exibicionismo, como distúrbio ou doença mental e comportamental. A APA vinha sofrendo pressão através de protestos incansáveis desde 1968, por parte de grupos gays, e, este episódio, foi o primeiro na história, em que uma doença deixou de ser assim classificada sem que houvesse comprovação científica para tomada desta decisão. Desde então, os homossexuais têm se infiltrado em várias organizações políticas, órgãos governamentais,educacionais,etc; e conquistado benefícios em prol de sua causa.
                   Se no passado, os homossexuais eram reprimidos pela sociedade, hoje, aqueles que se opõem à prática homossexual, por princípios morais e religiosos, é que estão sendo reprimidos por eles e pelos simpatizantes de sua causa. Em 1994, e ex-prefeita de São Paulo, Marta Suplicy (PT), que tem um projeto de lei tramitando no Congresso Nacional a favor da união civil de homossexuais, afirmou que produtos e programas que ofendem os homossexuais deveriam ser boicotados, que nossas crianças e adolescentes têm que aprender sobre a homossexualidade, etc. Em 1995, foi fundada a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT), que hoje já reúne 170 grupos de todo país. No ano de 2005, Luiz Roberto Gambine Moreira, que passou por cirurgia para mudança de sexo em 1989, conseguiu da justiça brasileira autorização para mudar seu nome para Roberta Close. Cerca de 77 cidades brasileiras já adotaram leis contra o preconceito aos homossexuais. Em Juiz de Fora (MG), foi aprovado pela Câmara Municipal um Projeto de Lei, do vereador Paulo Rogério dos Santos, cujo texto foi elaborado com auxílio de militantes do movimento gay de Minas Gerais, que garante troca de beijos e carícias aos homossexuais em locais públicos, havendo multas previstas para quem os incomodar. Paulo Rogério diz que “não queremos dar aos homossexuais nenhum privilégio...Estamos apenas garantindo a eles aquilo a que qualquer outra pessoa tem direito”.[1]
                   Em 1998, tínhamos em todo país um total de 24 homossexuais disputando vagas nas Câmaras de Vereadores dos 13 Estados da Federação. Outra estratégia, pela qual o movimento gay organizado vem conquistando espaço e a simpatia da sociedade, tem sido as passeatas ou paradas do orgulho gay. O jornal Universo GLS de junho de 2004, em matéria intitulada “Luta pela Igualdade” declara que as lideranças GLBT exercem pressão para mudar leis de nosso país e afirma que:
Desde a primeira parada, em 1995, no Rio de Janeiro, até este ano, já são 42 cidades brasileiras que realizaram manifestações em defesa dos direitos de gays, lésbicas, transgêneros e bissexuais, reunindo mais de 3 milhões de pessoas.[2]

                   O número de participantes tem crescido a cada ano, como por exemplos: Para Gay em Copacabana – RJ no ano de 2000 – 5000 participantes; Parada Gay em Madureira – RJ, ano de 2001 – 1000 participantes; 2ª Parada Gay de São Gonçalo, em 2005 – 2500 participantes; 9ª Parada Gay em Copacabana – RJ, ano de 2004 – 100.000 participantes; 10ª Parada Gay de Copacabana – RJ, ano de 2005 – 400.000 participantes; Parada Gay de São Paulo, ano de 2005 – 1,8 milhões de participantes.
                   A mídia televisiva, rádio, jornais, revistas, etc; têm sido cada vez mais usados para desensibilizar as pessoas quanto ao equivocado estilo de vida gay. Nos últimos anos, vários filmes e novelas têm sido produzidos com intento de incutir na mente da população a idéia de que a homossexualidade é algo natural. O Dr Samuel Fernandes M. Costa, em um artigo intitulado “Hollywood – dos Machos aos Gays Bondosos”, afirma que “...um aspecto cada vez mais freqüente nos filmes de Hollywood lançados a partir de 1990 é a crescente participação de casais gays”.[3] Segundo o Dr. Samuel, os filmes atuais apresentam o homossexual como um líder simpático, compreensivo, sábio, humano e com entendimento sobre o amor muito maior do que o dos heterossexuais. Como exemplo, cita “Garotos de Programa” (1991), “O Padre” (1994), “A Gaiola das Loucas” (1996), “Melhor é Impossível” (1997), “Perseguindo Amy” (1997), “Doce Novembro” (2001), etc.(diversos desses não são de Hollywood).
                   No Brasil, desde 1975, o homossexualismo invadiu o lar de milhares de famílias, através de algumas emissoras de televisão, em especial, da Rede Globo de televisão, com a novela “O Rebu”, onde o personagem Conrad (Ziembinski) mata a namorada de seu garoto – Cauã, devido ciúmes deste. Daí em diante, a mensagem homossexual continuou presente na Globo, como segue: “Malu Mulher” (1979), “Brilhante” (1981/1982), “Um Sonho a Mais” (1985), “Mico Preto” (1990), “O portador” ( 1991), “Pedra Sobre Pedra” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Suave Veneno” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “A lua Me Disse” (2005), “América” (2005) e “Belíssima” (2006). O ponto culminante na televisão, ocorreu no programa Big Brother Brasil 5, onde o professor baiano Jean Willis, venceu a final com 22 milhões de votos – 55% do total, conquistando o prêmio de um milhão de reais. Só na primeira manifestação de preconceito sofrida por Jean, gays de várias partes do país, mandaram 14 mil e-mails de apoio ao professor. No programa “Altas Horas”, transmitido pela Rede Globo aos domingos de madrugada, Jean Willis, afirmou que no início do BBB5, ficava na casa de um lado para o outro como um cachorro sarnento, querendo apenas atenção, e que sua participação no BBB5 havia sido ajustada aos interesses da militância homossexual como forma de alavancar a causa gay pois que o programa terminaria próximo da época das paradas do Orgulho Gay no país. Mais uma vez, o estereótipo de homossexual vitimado, coitadinho e bonzinho, conseguiu seduzir o público em grande escala.
                   Em 1978, surgiu Lampião, o primeiro jornal gay brasileiro, e a partir de então, dezenas de publicações têm aparecido, como segue: “Jornal Universo GLS”, “Revista G Magazine”, “Sui Generis”, “Homens”, “Sodoma”, “Homossexualidade Uma História (1999), O Que A Bíblia Realmente Diz Sobre A Homossexualidade (1998), Astrologia e Homossexualidade (1998),etc. Temos, atualmente, um “rentável” público gay, e há bares, saunas, points, sites, Ongs, associações,etc; todos voltados só para eles. Por exemplo: Blue Angel, Bofetada, Redutoo, Rainbow, Fever, La Cueva, La Girl, Lê Boy, Astral, Atobá, Gai, etc.
                   Quanto à intolerância daqueles que não querem ser discriminados, muitos são os exemplos que mostram o contrário da imagem passada pelos meios de comunicação sobre os homossexuais. Violência, suicídio, ódio e discriminação, para com os de fora, e entre eles mesmos, têm sido uma constante por parte de muitos homossexuais, para com aqueles que não concordam com sua prática e que ousam se expressarem. Michael Swift, conhecido como o “gay revolucionário”, que chocou o Congresso Americano em 1987, declarou que:
Iremos sodomizar seus filhos...vamos seduzi-los nos seus colégios, nos seus dormitórios, nos seus ginásios esportivos, nos seus vestiários, nas suas quadras, nos seus seminários, nos seus grupos de jovens, nos banheiros de seus cinemas...nas suas Câmaras do Congresso, onde estiverem homens juntos com homens...seus filhos serão recriados à nossa imagem. Virão a ansiar por nós e a nos adorar...Mulheres, vocês dizem que não estão mais satisfeitas com os homens; eles as fazem infelizes... nós tiraremos seus homens de vocês. Nós os divertiremos, os instruiremos e os abraçaremos quando chorarem...Escreveremos poemas sobre amor entre homens; exibiremos peças teatrais onde um homem afaga carinhosamente outro homem; faremos filmes sobre o amor entre homens heróis que substituirão o amor heterossexual juvenil, insípido, sentimental, superficial e barato que atualmente domina e enlouquece suas telas de cinema...A união familiar será abolida...Meninos perfeitos conceberão e crescerão em laboratórios genéticos...todas as igrejas que nos condenam serão fechadas. Nossos únicos deuses serão moços bonitos...Demonstraremos que homossexualidade, inteligência e imaginação estão inextrincavelmente ligadas, e que a homossexualidade é um requisito da nobreza verdadeira, da beleza verdadeira em um homem...Nós também somos capazes de disparar armas de fogo...na revolução final...trema, hetero suíno, quando aparecermos diante de você sem nossas máscaras.[4]

Vejamos agora, alguns exemplos específicos da intolerância homossexual:

* Especialista sob acusação
                   O psicólogo cristão, Dr. John Jeffrey, deu parecer favorável para uma mãe que disputava a guarda de uma criança. Como resultado, o pai da criança, que é homossexual, juntamente com outros ativistas gays, moveram 36 processos no Conselho Regional de Psicologia com intuito de cassar a licença do psicólogo. Por ter sua reputação abalada, o profissional foi suspenso de alguns locais de trabalho.

* Professora ameaçada

                   A professora de Estudos Éticos e Legais da Universidade Estadual do Arizona, Marianne Moody Jening, teve o pneu de seu carro furado e recebeu várias ameaças e cartas com mensagens cheias de ódio, e isso, somente após ter publicado um artigo, onde a mesma se opõe ao casamento de pessoas do mesmo sexo. Um ativista, numa só página da carta, lhe chamava de homófoba dezenove vezes.
        
* Gays tentam remover redator universitário
...Em 1985...eu escrevia uma coluna chamada O Engano Homossexual. Nela, eu dava orientações aos estudantes que tentavam encontrar a própria identidade sexual. Aconselhava-os a fugir de um estilo de vida que os levaria a destruição, tanto do corpo quanto da alma. Além das ameaças, palavrões e tentativas fracassadas de me perseguirem, colocaram meu nome e meu número de telefone nos banheiros usados pelos gays da cidade de Tempe...no país inteiro, os gays profanaram igrejas, impedem pessoas de assistirem aos cultos, realizam desfiles com nudez e atividade sexual aos olhos do público. Interferem também na política. Causam tumulto, quando um projeto de lei que concede direitos civis para gays é vetado por um governador.[5]

                   O filósofo Olavo de Carvalho, que escreve para o jornal O Globo aos sábados, na seção “Opinião”, pensa que aquilo que alguns gostam, outros podem não gostar. Todos têm a liberdade de achar ruim aquilo que outros pensam ser bom. Quanto a discriminação que os homossexuais tanto se queixam, dependendo de onde venha, pode ser algo banal, sem importância. Olavo de Carvalho, cita as seguintes palavras, colhidas de um site gay: “Um nojo. Uma aberração. Me dá vômito. Por que não vão fazer isso em outro lugar? Não vim aqui para ver uma coisa dessas”.[6]
                   Tais palavras, longe de terem saído dos lábios de religiosos, neonazistas, homofóbicos, etc; foram pronunciadas por homossexuais contra travestis e transsexuais que queriam adentrar em uma sauna gay.
                   Em relação ao HIV entre os homossexuais, um dos voluntários de um projeto do Ministério da Saúde, admite: “Minha cabeça entra na onda também; digo: Nossa, tão bonito, mas é soropositivo”.[7] Outro assinala que “numa festa particular, todos cochicham: Esse cara tem AIDS, e a pessoa, rejeitada, sai inteiramente desnorteada”.[8]
                   O pastor Júlio Severo, diz que tem sofrido constante perseguição por parte de ativistas gays. O mesmo ocorre com João Luiz Santolim – líder do MOSES (Movimento Pela Sexualidade Sadia), Rosângela Justino – psicóloga e fundadora da Associação Brasileira de Apoio aos que voluntariamente desejam deixar a homossexualidade (ABRACEH), entre outros. As evidências demonstram que os homossexuais também são preconceituosos, discriminadores e até assassinos. Um estudo mostrou que entre 518 assassinatos com ênfase sexual, 350 vítimas (68%) foram atacadas e mortas por homossexuais. Dos 43 assassinos, 19 (44%), se constituíam de bissexuais ou homossexuais.
                   De todas as partes da sociedade que o movimento gay tem atacado, induzido, pressionado, nenhum outro tem sido alvo de tantas reivindicações e desrespeito quanto à família. Os homossexuais querem ter direitos a casarem-se, adotar filhos, herança, benefício do INSS, etc.
                   Nos EUA, o presidente George W. Bush, preparou uma emenda constitucional contra o casamento de homossexuais, sem contudo, intervir na união civil entre eles. Somente em alguns Estados há permissão para união civil, como: Havaí, Massachusetts, Vermont, Connecticut, etc. Na Europa, vários países permitem a parceria civil ou algo similar. Por exemplo: Dinamarca (1989) - foi o primeiro país a permitir a parceria; Noruega, Suécia, Islândia (1996), Finlândia (2002); Holanda (2001) – tendo permitido adoção de filhos em 2002; Espanha (2005) – legalizou o casamento e adoção ; Luxemburgo (2004); Suíça (2005); Grã-Bretanha (2005); Croácia (2003);etc. Na América Latina, temos como exemplos: Buenos Aires e Rio Negro, na Argentina, onde os casais GLS têm direitos iguais aos demais. Só a Itália possui 100 mil filhos de pais homossexuais, segundo pesquisa da Associação Homossexual Italiana e Instituto Superior de Saúde.
                   Quando se propõe tal união, é a instituição família, que segundo as Escrituras Sagradas, é projeto de Deus (Gn 2.18-25), que está sendo ameaçada. Não existem ainda, pesquisas claras e consistentes, que avaliem o impacto que as crianças teriam em sua formação psicossexual e emocional, quando criados num lar onde ambos os referenciais são do mesmo sexo. Um fato é certo, como célula mater da sociedade, a família, ainda sofrerá muitos ataques, pois a militância homossexual não irá parar enquanto não “homossexualizar” toda população, criando uma “Nova Grécia”, onde as mulheres são apenas procriadoras, sabedoria e instintos bestiais caminham juntos, meninos são sodomizados e não há limites para perversões.               


[1] Revista Veja. Mai/2000, p. 80
[2] Jornal Universo GLS. Jun/2004
[5] SEVERO, Júlio. O Movimento Homossexual, p. 33,34
[6] Jornal O Globo. 24 Jul/2004

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