O SENSACIONALISMO DE VEJA E O MITO HEREDITÁRIO GAY
2º) O pai exerce papel feminino e a mãe masculino, havendo sedução e identificação com esta última.
Complexo de Electra Disfuncional – Também em 02 casos há possibilidade de resultar na homossexualidade.
2º) Pai no papel feminino
e mãe no masculino, em que há sedução do pai e identificação com a mãe, porém o
casal é truncado e infeliz.
A questão de causa e efeito não seria respondida mesmo
se tal área respondesse pela sexualidade. Estudos mostram que o comportamento
pode causar oscilação no tamanho dos neurônios, ao invés dos neurônios causarem
um comportamento homo ou heterossexual. As mudanças comportamentais podem
configurar os neurônios e não o oposto.
[3] BERGNER,
Mário. Amor Restaurado, p. 96
[5] DAVIES, Bob; RENTZEL, Lori. Restaurando a Identidade, p. 64
Na última edição de Veja, ed. 2316, o apoio explícito e descarado pela sodomização do Brasil ficou patente aos olhos de todo indivíduo pensante deste País. Afirmações como "A cantora Daniela Mercury apresenta sua esposa e faz da união homossexual uma questão inadiável (grifo nosso) no Brasil" e "...tornou obrigatória a discussão sobre o casamento gay no Brasil", além de excecráveis, são uma afronta a sociedade brasileira. Sociedade esta que, antes e depois do PT, vinha e vem sofrendo o abandono do Estado em dezenas de áreas vitais ao processo civilizatório e sua manutenção. Um bom exemplo é o descaso com a educação e saúde em todos os Estados da federação, fato amplamente divulgado pela mídia televisiva. Ainda, segurança, transportes, saneamento, reforma tributária, etc; são problemas sérios que afligem principalmente a classe trabalhadora do Brasil, classe essa que paga altos impostos para sustentar o luxo de uma classe política corrupta na maioria e, que usa esses mesmos recursos para financiar a ilusão dos que estão gays. Sexo homossexual é antinatural, sempre o foi e será, mas A MÍDIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA, em especial a classe artística e muitos políticos, INSISTEM EM INCULCAR NA SOCIEDADE QUE SE TRATA DE EVOLUÇÃO HUMANA. Essa mentira antibíblica e anticientífica precisa ser DESMASCARADA URGENTEMENTE PELO BEM DAS FAMÍLIAS E FUTURO DA HUMANIDADE. A experiência e história humana mostram de forma inequívoca que, ENTREGUE A SI MESMO, SEM LIMITES, VIVENDO UMA FALSA TOLERÂNCIA E INCLUSÃO ILUSÓRIA, O HOMEM ENTRA EM UM PROCESSO DE AUTODESTRUIÇÃO. Não existe ninguém homossexual e muito menos transsexual como mostrado no Fantástico de domingo - 7 Abr 13. No caso de hermafroditismo, em 99,9% dos casos, o orgão biológico verdadeiro é de tamanho normal e o falso é atrofiado. A solução é cirúrgica e, após a devida orientação dos pais e diálogo com a criança, deve ser feita no momento certo. Exames de imagem irão revelar claramente qual o sexo biológico do indivíduo. As últimas pesquisas em neurociência comprovam o que a comunidade científica já sabia a anos: O COMPORTAMENTO REPETIDO COM FREQUÊNCIA, SE TORNA UM HÁBITO, MOLDA OS NEURÔNIOS E, COM O TEMPO, O INDIVÍDUO PASSA A VER AQUELA PRÁTICA COMO UMA SEGUNDA NATUREZA, OU SEJA, NO CASO DOS HOMOSSEXUAIS, PASSARÃO A ACREDITAR QUE NASCERAM ASSIM! Segundo o Prof. Spors, "...as experiências sensoriais humanas modificam fisicamente, cada uma a sua maneira, certas porções do conectoma". (Ver Veja ed. 2311 - CÉREBRO - p.83). O mesmo já foi dito por teólogos inteligentes de outra forma: "Semeia um ato e colherá um hábito; semeia um hábito e colherá um caráter; semeia um caráter e colherá um destino". Teologia Sistemática Augustus H. Strong, p.675
Mas, perguntamos: SERÁ QUE EXISTE ALGUMA VERDADE NA AFIRMAÇÃO DE QUE O HOMOSSEXUALISMO É GENÉTICO?
A resposta, à luz da verdadeira ciência, é um BEM ALTO "NÃO". Vamos aos fatos:
AS
CAUSAS DA HOMOSSEXUALIDADE
Desde os séculos passados, e ainda
hoje, muito se tem especulado cobre as possíveis causas do homossexualismo. A
ciência e as religiões têm dado desde explicações mais simplistas como genética
ou reencarnação, até as mais complexas como traumas de infância – molestamento,
estupro, etc; influência de forças espirituais – deuses, orixás, demônios, etc.
Uma conclusão clara que a maior parte dos estudiosos tem chegado é a de que tal
fenômeno ocorre por causa de um conjunto de fatores, não havendo uma causa
única que determine a homossexualidade. Diversos grupos de ajuda, cuja
atividade consiste em recuperar indivíduos que desejam abandonar a
homossexualidade, concluíram que existem cinco fatores comuns principais na
história do público alvo:
1º) Desenvolvimento precoce na
infância;
2º) Antecedentes familiares;
3º) Temperamento e interesses;
4º) Pressão dos colegas; e
5º) Abuso sexual.
Segundo Freud, considerado o
Pai da Psicanálise Moderna, em sua obra O
Mal Estar na Civilização, “uma...comunidade está perfeitamente justificada,
psicologicamente” a proibir o comportamento sexual de crianças, “pois não
haverá perspectiva de refrear os apetites sexuais dos adultos, se a base para
tanto não tiver sido preparada na infância”.[1]
Para Freud, era ignorância pensar que a Psicanálise tenciona curar desordens
neuróticas através da livre vazão sexual. Para ele, ao conscientizar o
indivíduo, pela análise, o resultado será domínio sobre os impulsos e
libertação das cadeias sexuais. Quanto às causas de tais neuroses e distúrbios,
inclusive a homossexualidade, Freud ensinou que três fatores parecem determinar
a prática: 1º) forte ligação com a mãe; 2º) fixação na fase narcísica e, 3º)
complexo de castração. Freud, afirmou que na vida adulta refletimos as
experiências da infância, sendo nossas neuroses o resultado do ego fracassado
em contentar o id e o superego. O homossexual é visto com alguém imaturo
psicossexualmente, que busca no sexo igual aquilo que não tem estrutura para
encontrar no seu oposto.
Primeiramente, devido forte
atração e fixação na mãe, não haveria ligação com outras mulheres. No segundo
caso, o narcisismo concede a pessoa ter menos trabalho em se ligar ao seu igual
que em outro sexo. Já no complexo da castração, sofrimentos relacionados a
perdas e a idéia de morte, tornariam o indivíduo acomodado ou acovardado
psicossexualmente. De acordo com Raymundo de Oliveira, professor do DFEUEM e
membro da BFC – Centro de Psicanálise de Curitiba,
Tanto meninos quanto
meninas, até a fase da adolescência, não podemos afirmar que serão homossexuais
quando adultos, só por terem gestos e jeito do sexo oposto. São fases em que é
normal a presença de estereótipos, facilmente copiados na mídia e repetidos nos
gestos, mímica, falas, etc.[2]
Para o médico Lísias
Castilho, urologista e autor do livro “Homossexualidade”, caso a criança fique
pressa, fixada a qualquer uma das três fases Freudianas, manifestará em sua
vida adulta ansiedade, traumas e perversões. Para Mário Bergner, ex-homossexual
e autor do livro “Amor Restaurado”, a condição homossexual ocorre devido não
recebermos adequadamente o amor do próprio gênero ao qual pertencemos. Quando
amada corretamente, a criança sente-se um “ser”, tendo um bom fundamento para
crescer e desenvolver-se. Se desfeito esse fundamento, há perda da segurança na
mãe e a criança vê os demais acontecimentos e indivíduos com expectativa
negativa. Apatia, retraimento, passividade, intensa agressão e emoção
descontrolada podem caracterizar crianças que perderam a segurança e senso
sadio de identidade pessoal. Futuramente, pode se evidenciar na vida daquela
criança um forte impulso de ligar-se a outra pessoa e descobrir nela sua
identidade. O Dr Bowlby percebeu haver três estágios na reação das crianças à
separação precoce da mãe: 1º) protesto; 2º) desespero, e 3º) indiferença.
Num primeiro momento
(protesto), a criança grita, chora e procura pela mãe. No desespero, perde a
esperança da volta materna e fecha-se dentro de si mesma. Já na indiferença, a
criança recupera o interesse por seu ambiente, mas não responde mais
positivamente à mãe, quando ela retorna. O Dr. Frank Lake, esclarece que
...a ansiedade
causada pela separação pode provocar uma variedade de defesas e reações nos
bebês – raiva, desejos intensos, tensão na genitália ou rejeição. A separação
prolongada da mãe pode se manifestar fisicamente na criança sob a forma de uma
dolorosa tensão na genitália. Nessa situação, ela aperta a genitália para
aliviar a dor, em uma atitude muito parecida à dos atletas que esfregam um
músculo dolorido.[3]
A Psicoterapia Sistêmica, que distribui as
fases do desenvolvimento psicossexual de maneira diferente da Psicanálise, vê a
possibilidade de surgir o comportamento homossexual nos seguintes casos: Complexo
de Édipo e Complexo de Electra Disfuncionais, ambos com início na fase fálica,
entre 03 e 06 anos de idade.
Complexo de Édipo
Disfuncional – Em 02 casos ocorre a possibilidade de resultar em
homossexualismo:
1º) O pai morreu, sumiu,
figura ausente.
Nesse caso, o filho irá seduzir e
se identificar com a mãe. A mãe tenderá a fazer do filho, seu marido, atuando
em 02 papéis – de mulher do filho e de pai do filho, ao mesmo tempo. Ao seduzir
a mãe e não ter o pai para fazer o corte, ele termina por se identificar com a
mãe, criando uma resistência por mulher, devida ter sido uma mulher que o
ensinou a ser homem – sua mãe. Tenderá a transar com vários homens, mas nunca
com mulheres, pois está “casado” com a mãe.
2º) O pai exerce papel feminino e a mãe masculino, havendo sedução e identificação com esta última.
Os papéis estão trocados e a
mulher incomodada com isso não para de dizer: “Seu pai é muito banana”;
atrapalhando assim que o filho se identifique com o pai. De forma sutil, ela
diz que é forte e que o pai é fraco. A possibilidade homossexual aqui reside no
fato de que seu papel de identificação – que é a mãe, é masculino, e ele irá
buscar um homem, no papel feminino – como o pai. Irá procurar a figura feminina
no gênero masculino, devido o feminino estar no seu pai, ocorrendo aqui uma
truncagem edipiana.
Complexo de Electra Disfuncional – Também em 02 casos há possibilidade de resultar na homossexualidade.
1º) A mãe morreu, sumiu,
figura ausente.
Aqui, a filha seduzirá o pai e com
ele se identificará. Tornar-se-á sua mulher, podendo ficar muito masculinizada,
não tendo uma mulher para fazer o corte. Poderá buscar na relação com mulheres à
mãe que não teve e a homossexualidade poderá ser latente ou emergente.
Caso a mãe, incomodada pela
inversão dos papéis, viva depreciando o marido, chamando-o de fraco, banana, etc.
Essa mãe, sendo durona e invejando a afetividade do marido, sua filha terá
dificuldade em valorizar os homens, buscando uma companheira mais passiva e a
homossexualidade será uma forte possibilidade.
Jaqueline Cássia de
Oliveira, em curso de prática sistêmica, afirma que:
96% dos homossexuais
são de gênero masculino, papel masculino e com desejos e práticas
homossexuais...somente 4% dos homossexuais possuem transtorno de
gênero...homens que têm desejo de ser mulher...se sentem como mulher, não se
adaptam internamente e por causa disso são mais agressivos. Aqui, o componente
suicida é muito forte, porque são muito depressivos ou com fortes traços
depressivos...uma grande parte dos homossexuais não-assumidos são casados e têm
filhos. Esses homens buscam travestis, mas na hora da cama, eles fazem o papel
passivo.[4]
Dentre tantos fatores, que
ocasionam a homossexualidade, o abuso sexual tem estado presente na expectativa
pregressa de aproximadamente 60% dos casos. Um olhar demorado, toques, beijos,
sexo oral, anal, vaginal, incesto, estupro e molestamento, fazem parte da
história de muitos homossexuais masculinos e lésbicas. Bob Davies e Lori
Rentzel, autores do livro “Restaurando a Identidade”, fazem uma colocação oportuna
sobre esta questão, como segue:
o incesto opera
terrível devastação porque a criança é traída e violada pela pessoa em que ela
deveria confiar para cuidar dela e protegê-la. Geralmente, a criança molestada
pensa: Eu devo ser uma pessoa horrível para que uma coisa dessas aconteça
comigo! A pessoa que abusa dela pode ameaçar de machucá-la ou até mesmo de
matá-la se ela divulgar o “nosso segredo”...Incapaz de lidar com o trauma de
tais acontecimentos, a criança pode minimizar o abuso ou até mesmo reprimi-lo
completamente. O tremendo volume de raiva, sofrimento e indignação vão para o
subsolo, emergindo mais tarde em uma variedade de escolhas, uma das quais para
as mulheres pode ser uma total rejeição dos homens e um apego exclusivo às
mulheres em busca de amor e afirmação.[5]
A criança, ao perceber a injustiça e
abuso do adulto, sentirá raiva, mas impotente, irá submeter-se. Sentimentos de
inferioridade, vergonha e humilhação serão gerados e jamais se conseguirá
esquecê-los. Uma pesquisa realizada por Rosângela Justino e Sylvanyr Castro, na
PUC-RJ, sobre as violências sofridas na infância/adolescência e seus reflexos
na vida adulta, com adesão de 189 pessoas em 2002, demonstrou que homossexuais
masculinos sofreram agressão verbal e abuso sexual, e lésbicas, ambas as
violências, e ainda, discriminação. O estudo mostrou que poucas pessoas
relacionaram os traumas passados com seu momento atual, excetuando-se as
vítimas de abuso sexual, que parece ser a violência que mais tem o poder de marcar
o indivíduo na fase adulta. As pesquisadoras, concluíram ainda que os grupos
que mais referiram violências sofridas na infância, foram os dependentes
químicos e os homossexuais.
Rosângela Justino, que é psicóloga
e representa o Êxodus Internacional no Rio de Janeiro, entidade que atua na
recuperação de pessoas que queiram deixar a homossexualidade, afirma que:
“Creio que os fatores emocionais e sociais, bem como os espirituais, têm grande
influência na homossexualidade”[6]
Quanto
aos defensores de uma causa genética para o comportamento homossexual, eles
muito têm especulado, mas até agora, nada foi provado. Um ponto em comum, em
que a maior parte dos pesquisadores concorda, é que a genética nunca representa
mais do que 50% daquilo que somos, portanto, não podemos ignorar os outros 50%
que irão interferir na história de cada pessoa. Várias pesquisas têm sido
feitas com intuito de se provar que a genética determina a prática homossexual.
Vejamos, sucintamente, as principais:
1 – A pesquisa do Dr Simon
Levay do instituto Salk, na Califórnia – EUA
Em 1991, o Dr Levay,
analisou um grupo de neurônios do hipotálamo chamado de núcleo intersticial do
hipotálamo anterior – INAH 3, do cérebro de 41 cadáveres, que eram supostamente
19 homens homossexuais, 16 heterossexuais e 06 mulheres heterossexuais. O Dr
Levay afirmou que essa parte do cérebro era menor nos homossexuais e maiores
nos heterossexuais e concluiu, por esse motivo, que o homossexualismo é inato,
resultante de variações no tamanho do INAH 3. Tal conclusão, mostrou-se
equivocada por várias razões, dentre elas:
·
O
gráfico, publicado na revista Science, revelou falhas na hipótese. Havia 03
homossexuais com núcleos menores do que dos homens heterossexuais, e 03
heterossexuais com núcleos menores do que os homossexuais.
·
Havia
tendenciosidade por parte do Dr Levay, que é gay assumido e jurou provar a
causa genética do homossexualismo após seu amante ter morrido de AIDS. Isso
invalida suas conclusões.
·
Jamais,
qualquer cientista, provou que essa área do hipotálamo pudesse determinar
preferência sexual.
·
Todos
os homossexuais e alguns heterossexuais, do estudo, morreram de AIDS, e não se
conhece os efeitos do HIV e suas complicações sobre o tamanho e forma de cérebros
moribundos.
·
Somente
os soros positivos masculinos, e não os heterossexuais presumidos que faleceram
de outras causas, foram consultados sobre sua orientação sexual antes da morte,
tornando inconclusivo seu estudo.
O próprio Dr Levay admitiu que “isso
não provou que o homossexualismo é genético...não mostrei que os homens gays
nasceram assim...não localizei um centro gay no cérebro”.[7]
2 – O estudo do psicólogo
Michael Bailey e do psiquiatra Richard Pillard.
Nesse estudo, 52% de gêmeos
univitelinos, 22% de gêmeos bivitelinos, 11% de irmãos adotivos e 9% de irmãos
não-gêmeos, eram homossexuais. Os pesquisadores, concluíram então que a maior
incidência de homossexuais gêmeos prova ser o homossexualismo genético.
Também aqui, nada se provou,
pois metade dos gêmeos univitelinos estudados não eram homossexuais, e sim,
claramente heterossexuais. Se possuíam os mesmos genes, logo, 100% deles
deveriam ser homossexuais.
3 – A pesquisa do Dr. Dean
Hamer, do Instituto Nacional do Câncer.
O Dr. Hamer, auxiliado por outros
pesquisadores, descobriu altas taxas de homossexualidade do lado materno e
menos do lado paterno, ao analisar 76 famílias de gays. Tal estudo sugere que o
cromossomo X é responsável pela transmissão da homossexualidade, pois 33 dos 40
pares de irmãos possuíam marcadores genéticos idênticos em cinco locais da
região q28 do cromossomo X.
A professora emérita de Biologia na Havard
University, Ruth Hubbard, afirma sobre esse estudo:
...é falho. Ele é
baseado em suposições simplistas e dificultado pela quase impossibilidade de se
estabelecer elos entre os genes e comportamento. Do número bem reduzido de
irmãos pesquisados, quase um quarto não apresentava as características
adequadas. Da mesma forma, os pesquisadores não fizeram o óbvio controle
experimental para verificar a presença de tais marcadores entre irmãos
heterossexuais dos gays a quem estudaram.[8]
As mais promissoras
estratégias de pesquisa reconheceram a influência de múltiplos genes e de
fatores genéticos, como resposta para homossexualidade, portanto, é sensato
descartarmos a tese de que esse fator por si só responda a questão.
Em seu excelente livro "Nascido Gay?", em que analisa as pesquisas dos últimos 20 anos sobre a questão genética e o homossexualismo, o Dr. John S.H. Tay afirma que "os fatores ambientais são mais importantes do que os genéticos". p. 62
Em sua entrevista, anexada a matéria de Veja, Mercury diz que "acha" - aparece 3 vezes nas respostas -, que "...quanto mais se falar das relações homossexuais, mais elas vão se tornar naturais para as outras pessoas". (Veja, ed. 2316 - p.70) Seu "achismo" faz sentido, uma vez que, desde a década de 70, no Brasil, o
homossexualismo invadiu o lar de milhares de famílias, através de algumas
emissoras de televisão, em especial, da Rede Globo de televisão, com a novela
“O Rebu”, onde o personagem Conrad (Ziembinski) mata a namorada de seu garoto –
Cauã, devido ciúmes deste. Daí em diante, a mensagem homossexual continuou
presente na Globo, como segue: “Malu Mulher” (1979), “Brilhante” (1981/1982), “Um
Sonho a Mais” (1985), “Mico Preto” (1990), “O portador” ( 1991), “Pedra Sobre
Pedra” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Suave
Veneno” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “A lua Me Disse” (2005), “América”
(2005) e “Belíssima” (2006). O ponto culminante na televisão, ocorreu no
programa Big Brother Brasil 5, onde o professor baiano Jean Willis, venceu a
final com 22 milhões de votos – 55% do total, conquistando o prêmio de um
milhão de reais. Só na primeira manifestação de preconceito sofrida por Jean,
gays de várias partes do país, mandaram 14 mil e-mails de apoio ao professor.
No programa “Altas Horas”, transmitido pela Rede Globo aos domingos de
madrugada, Jean Willis, afirmou que no início do BBB5, ficava na casa de um
lado para o outro como um cachorro sarnento, querendo apenas atenção, e que sua
participação no BBB5 havia sido ajustada aos interesses da militância
homossexual como forma de alavancar a causa gay pois que o programa terminaria
próximo da época das paradas do Orgulho Gay no país. Mais uma vez, o estereótipo
de homossexual vitimado, coitadinho e bonzinho, conseguiu seduzir o público em
grande escala.
Voltando a matéria de Veja, ocorre um caso claro de tendenciosidade e desonestidade por parte dos repórteres que compilaram o texto, uma vez que fazem colocações falsas sobre a questão do homossexualismo. Como segue: "É discernível uma tendência evolutiva rumo à aceitação no que diz respeito aos homossexuais" e "Os estudiosos desvendaram o peso da determinação (grifo nosso) genética, o que esvaziou as falsas considerações morais sobre eles". p.72
Ambas as palavras são equivocadas quanto aos que estão gays: o homossexualismo não é adaptação evolutiva da espécie e todos os fatores que favorecem sua instalação no ser humano, inclusive o genético, APENAS PRÉDISPÕE, NÃO DETERMINA QUE O SUJEITO SE COMPORTE COMO TAL. A escolha de aderir a tal estilo de vida doentio e degradante CONTINUA SENDO DO SER HUMANO!!!
Afirmar o que Veja diz na matéria é induzir os leitores ao erro e considerar uma grande parte deles como anencéfalos e desprovidos da capacidade de raciocínio.
Aceitar a prática homossexual, quer masculina, quer feminina, como normal, é na verdade uma INVOLUÇÃO.
O Estado laico, secular, nada tem que ver com homossexualismo. Caso a Câmara, Senado e STJ continuem aprovando leis favoráveis aos que estão homossexuais, ESTÃO, NA VERDADE, DANDO PRIVILÉGIOS RELIGIOSOS AOS GAYS E IMPONDO O PAGANISMO AO RESTANTE DA SOCIEDADE.
VOU EXPLICAR: Estudo o tema homossexualismo a cerca de 15 anos e, descobri pesquisando para minha dissertação de mestrado que, O HOMOSSEXUALISMO SÓ É, SEMPRE É, APOIADO E ACEITO NAS SOCIEDADES PAGÃS, OU SEJA, ONDE E QUANDO NÃO HAVIA O CRISTIANISMO. Os deuses pagãos SÃO FRUTO DA MENTALIDADE CORROMPIDA DOS HOMENS, LOGO, REFLETEM SEUS PRÓPRIOS PECADOS. Por isso, em todas as culturas primitivas, encontramos deuses incestuosos, adúlteros, efeminados, assassinos, etc. Junto com a DEPRAVAÇÃO CULTUAL ANDAM A DEPRAVAÇÃO SEXUAL E INJUSTIÇA SOCIAL.Deus, afirma sobre Sodoma, que SEUS MORADORES ERAM INJUSTOS (Ez 16.49,50).
Artefatos arqueológicos e docs antigos mostram que era costume dos sodomitas ESTUPRAR OS HOMENS FORASTEIROS NA FRENTE DE SUAS ESPOSAS E FILHOS. As deusas destes povos transformavam homens em mulheres e mulheres em homens. Vejam adoradores de Afrodite no google, por exemplo. A ESPIRITUALIDADE DEFINE A SEXUALIDADE DO SER HUMANO. É só ler "O DEUS DO SEXO", DO DR. PETER JONES, Ed. Cultura cristã, e, "AMEAÇA PAGÃ", do mesmo autor.
ATENTEM PARA ISSO:
Legitimar e SACRALIZAR O COITO ANAL OU RELAÇÃO HOMOSSEXUAL É O MESMO QUE COLOCAR O PAGANISMO COMO RELIGIÃO OFICIAL DO BRASIL.
Para não ser cansativo, vou lhes poupar das questões de saúde: OS GAYS SEMPRE FORAM OS MAIORES, NÃO ÚNICOS, RESPONSÁVEIS PELA DISSEMINAÇÃO DA AIDS PARA ORESTANTE DA SOCIEDADE. Isso é verdade, quer eles aceitem, quer não.
Quem quiser pode acessar minha dissertação completa no Scribd:
www.scribd.com.br
Lá, vocês e esses repórteres míopes de Veja, poderão ampliar sua visão sobre os fatos reais por trás do movimento gay e sua intenção.
DEUS ABENÇOE A TODOS!!!
[1] JR, Armand M. Nicholi. Deus em Questão, p. 144,145
[5] DAVIES, Bob; RENTZEL, Lori. Restaurando a Identidade, p. 64
[6] JUSTINO,
Rosangela. Da Homossexualidade à
Heterossexualidade: Há Possibilidade de Resgate da Heterossexualidade(artigo).
[8] ANKERBERG, John; WELDON, John. Os Fatos Sobre a Homossexualidade, p. 32
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