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quarta-feira, 10 de abril de 2013

O SENSACIONALISMO DE VEJA E O MITO HEREDITÁRIO GAY 



Na última edição de Veja, ed. 2316, o apoio explícito e descarado pela sodomização do Brasil ficou patente aos olhos de todo indivíduo pensante deste País. Afirmações como "A cantora Daniela Mercury apresenta sua esposa e faz da união homossexual uma questão inadiável (grifo nosso) no Brasil" e "...tornou   obrigatória a discussão sobre o casamento gay no Brasil", além de excecráveis, são uma afronta a sociedade brasileira. Sociedade esta que, antes e depois do PT, vinha e vem sofrendo o abandono do Estado em dezenas de áreas vitais ao processo civilizatório e sua manutenção. Um bom exemplo é o descaso com a educação e saúde em todos os Estados da federação, fato amplamente divulgado pela mídia televisiva. Ainda, segurança, transportes, saneamento, reforma tributária, etc; são problemas sérios que afligem principalmente a classe trabalhadora do Brasil, classe essa que paga altos impostos para sustentar o luxo de uma classe política corrupta na maioria e, que usa esses mesmos recursos para financiar a ilusão dos que estão gays. Sexo homossexual é antinatural, sempre o foi e será, mas A MÍDIA INTERNACIONAL E BRASILEIRA, em especial a classe artística e muitos políticos, INSISTEM EM INCULCAR NA SOCIEDADE QUE SE TRATA DE EVOLUÇÃO HUMANA. Essa mentira antibíblica e anticientífica precisa ser DESMASCARADA URGENTEMENTE PELO BEM DAS FAMÍLIAS E FUTURO DA HUMANIDADE. A experiência e história humana mostram de forma inequívoca que, ENTREGUE A SI MESMO, SEM LIMITES, VIVENDO UMA FALSA TOLERÂNCIA E INCLUSÃO ILUSÓRIA, O HOMEM ENTRA EM UM PROCESSO DE AUTODESTRUIÇÃO. Não existe ninguém homossexual e muito menos transsexual como mostrado no Fantástico de domingo - 7 Abr 13. No caso de hermafroditismo, em 99,9% dos casos, o orgão biológico verdadeiro é de tamanho normal e o falso é atrofiado. A solução é cirúrgica e, após a devida orientação dos pais e diálogo com a criança, deve ser feita no momento certo. Exames de imagem irão revelar claramente qual o sexo biológico do indivíduo. As últimas pesquisas em neurociência comprovam o que a comunidade científica já sabia a anos: O COMPORTAMENTO REPETIDO COM FREQUÊNCIA, SE TORNA UM HÁBITO, MOLDA OS NEURÔNIOS E, COM O TEMPO, O INDIVÍDUO PASSA A VER AQUELA PRÁTICA COMO UMA SEGUNDA NATUREZA, OU SEJA, NO CASO DOS HOMOSSEXUAIS, PASSARÃO A ACREDITAR QUE NASCERAM ASSIM! Segundo o Prof. Spors, "...as experiências sensoriais humanas modificam fisicamente, cada uma a sua maneira, certas porções do conectoma". (Ver Veja ed. 2311 - CÉREBRO - p.83). O mesmo já foi dito por teólogos inteligentes de outra forma: "Semeia um ato e colherá um hábito; semeia um hábito e colherá um caráter; semeia um caráter e colherá um destino".                                   Teologia Sistemática Augustus H. Strong, p.675

Mas, perguntamos: SERÁ QUE EXISTE ALGUMA VERDADE NA AFIRMAÇÃO DE QUE O HOMOSSEXUALISMO É GENÉTICO? 
A resposta, à luz da verdadeira ciência,  é um BEM ALTO "NÃO". Vamos aos fatos:

AS CAUSAS DA HOMOSSEXUALIDADE

                   Desde os séculos passados, e ainda hoje, muito se tem especulado cobre as possíveis causas do homossexualismo. A ciência e as religiões têm dado desde explicações mais simplistas como genética ou reencarnação, até as mais complexas como traumas de infância – molestamento, estupro, etc; influência de forças espirituais – deuses, orixás, demônios, etc. Uma conclusão clara que a maior parte dos estudiosos tem chegado é a de que tal fenômeno ocorre por causa de um conjunto de fatores, não havendo uma causa única que determine a homossexualidade. Diversos grupos de ajuda, cuja atividade consiste em recuperar indivíduos que desejam abandonar a homossexualidade, concluíram que existem cinco fatores comuns principais na história do público alvo:
1º) Desenvolvimento precoce na infância;
2º) Antecedentes familiares;
3º) Temperamento e interesses;
4º) Pressão dos colegas; e
5º) Abuso sexual.
                   Segundo Freud, considerado o Pai da Psicanálise Moderna, em sua obra O Mal Estar na Civilização, “uma...comunidade está perfeitamente justificada, psicologicamente” a proibir o comportamento sexual de crianças, “pois não haverá perspectiva de refrear os apetites sexuais dos adultos, se a base para tanto não tiver sido preparada na infância”.[1] Para Freud, era ignorância pensar que a Psicanálise tenciona curar desordens neuróticas através da livre vazão sexual. Para ele, ao conscientizar o indivíduo, pela análise, o resultado será domínio sobre os impulsos e libertação das cadeias sexuais. Quanto às causas de tais neuroses e distúrbios, inclusive a homossexualidade, Freud ensinou que três fatores parecem determinar a prática: 1º) forte ligação com a mãe; 2º) fixação na fase narcísica e, 3º) complexo de castração. Freud, afirmou que na vida adulta refletimos as experiências da infância, sendo nossas neuroses o resultado do ego fracassado em contentar o id e o superego. O homossexual é visto com alguém imaturo psicossexualmente, que busca no sexo igual aquilo que não tem estrutura para encontrar no seu oposto.
                   Primeiramente, devido forte atração e fixação na mãe, não haveria ligação com outras mulheres. No segundo caso, o narcisismo concede a pessoa ter menos trabalho em se ligar ao seu igual que em outro sexo. Já no complexo da castração, sofrimentos relacionados a perdas e a idéia de morte, tornariam o indivíduo acomodado ou acovardado psicossexualmente. De acordo com Raymundo de Oliveira, professor do DFEUEM e membro da BFC – Centro de Psicanálise de Curitiba,
Tanto meninos quanto meninas, até a fase da adolescência, não podemos afirmar que serão homossexuais quando adultos, só por terem gestos e jeito do sexo oposto. São fases em que é normal a presença de estereótipos, facilmente copiados na mídia e repetidos nos gestos, mímica, falas, etc.[2]
  
                   Para o médico Lísias Castilho, urologista e autor do livro “Homossexualidade”, caso a criança fique pressa, fixada a qualquer uma das três fases Freudianas, manifestará em sua vida adulta ansiedade, traumas e perversões. Para Mário Bergner, ex-homossexual e autor do livro “Amor Restaurado”, a condição homossexual ocorre devido não recebermos adequadamente o amor do próprio gênero ao qual pertencemos. Quando amada corretamente, a criança sente-se um “ser”, tendo um bom fundamento para crescer e desenvolver-se. Se desfeito esse fundamento, há perda da segurança na mãe e a criança vê os demais acontecimentos e indivíduos com expectativa negativa. Apatia, retraimento, passividade, intensa agressão e emoção descontrolada podem caracterizar crianças que perderam a segurança e senso sadio de identidade pessoal. Futuramente, pode se evidenciar na vida daquela criança um forte impulso de ligar-se a outra pessoa e descobrir nela sua identidade. O Dr Bowlby percebeu haver três estágios na reação das crianças à separação precoce da mãe: 1º) protesto; 2º) desespero, e 3º) indiferença.
                   Num primeiro momento (protesto), a criança grita, chora e procura pela mãe. No desespero, perde a esperança da volta materna e fecha-se dentro de si mesma. Já na indiferença, a criança recupera o interesse por seu ambiente, mas não responde mais positivamente à mãe, quando ela retorna. O Dr. Frank Lake, esclarece que
...a ansiedade causada pela separação pode provocar uma variedade de defesas e reações nos bebês – raiva, desejos intensos, tensão na genitália ou rejeição. A separação prolongada da mãe pode se manifestar fisicamente na criança sob a forma de uma dolorosa tensão na genitália. Nessa situação, ela aperta a genitália para aliviar a dor, em uma atitude muito parecida à dos atletas que esfregam um músculo dolorido.[3]

                   A Psicoterapia Sistêmica, que distribui as fases do desenvolvimento psicossexual de maneira diferente da Psicanálise, vê a possibilidade de surgir o comportamento homossexual nos seguintes casos: Complexo de Édipo e Complexo de Electra Disfuncionais, ambos com início na fase fálica, entre 03 e 06 anos de idade.
                   Complexo de Édipo Disfuncional – Em 02 casos ocorre a possibilidade de resultar em homossexualismo:
1º) O pai morreu, sumiu, figura ausente.
                   Nesse caso, o filho irá seduzir e se identificar com a mãe. A mãe tenderá a fazer do filho, seu marido, atuando em 02 papéis – de mulher do filho e de pai do filho, ao mesmo tempo. Ao seduzir a mãe e não ter o pai para fazer o corte, ele termina por se identificar com a mãe, criando uma resistência por mulher, devida ter sido uma mulher que o ensinou a ser homem – sua mãe. Tenderá a transar com vários homens, mas nunca com mulheres, pois está “casado” com a mãe.


2º) O pai exerce papel feminino e a mãe masculino, havendo sedução e identificação com esta última.
                   Os papéis estão trocados e a mulher incomodada com isso não para de dizer: “Seu pai é muito banana”; atrapalhando assim que o filho se identifique com o pai. De forma sutil, ela diz que é forte e que o pai é fraco. A possibilidade homossexual aqui reside no fato de que seu papel de identificação – que é a mãe, é masculino, e ele irá buscar um homem, no papel feminino – como o pai. Irá procurar a figura feminina no gênero masculino, devido o feminino estar no seu pai, ocorrendo aqui uma truncagem edipiana.

                   Complexo de Electra Disfuncional – Também em 02 casos há possibilidade de resultar na homossexualidade.
1º) A mãe morreu, sumiu, figura ausente.
                   Aqui, a filha seduzirá o pai e com ele se identificará. Tornar-se-á sua mulher, podendo ficar muito masculinizada, não tendo uma mulher para fazer o corte. Poderá buscar na relação com mulheres à mãe que não teve e a homossexualidade poderá ser latente ou emergente.
 2º) Pai no papel feminino e mãe no masculino, em que há sedução do pai e identificação com a mãe, porém o casal é truncado e infeliz.
                   Caso a mãe, incomodada pela inversão dos papéis, viva depreciando o marido, chamando-o de fraco, banana, etc. Essa mãe, sendo durona e invejando a afetividade do marido, sua filha terá dificuldade em valorizar os homens, buscando uma companheira mais passiva e a homossexualidade será uma forte possibilidade.
                   Jaqueline Cássia de Oliveira, em curso de prática sistêmica, afirma que:
96% dos homossexuais são de gênero masculino, papel masculino e com desejos e práticas homossexuais...somente 4% dos homossexuais possuem transtorno de gênero...homens que têm desejo de ser mulher...se sentem como mulher, não se adaptam internamente e por causa disso são mais agressivos. Aqui, o componente suicida é muito forte, porque são muito depressivos ou com fortes traços depressivos...uma grande parte dos homossexuais não-assumidos são casados e têm filhos. Esses homens buscam travestis, mas na hora da cama, eles fazem o papel passivo.[4]
     
                   Dentre tantos fatores, que ocasionam a homossexualidade, o abuso sexual tem estado presente na expectativa pregressa de aproximadamente 60% dos casos. Um olhar demorado, toques, beijos, sexo oral, anal, vaginal, incesto, estupro e molestamento, fazem parte da história de muitos homossexuais masculinos e lésbicas. Bob Davies e Lori Rentzel, autores do livro “Restaurando a Identidade”, fazem uma colocação oportuna sobre esta questão, como segue:
o incesto opera terrível devastação porque a criança é traída e violada pela pessoa em que ela deveria confiar para cuidar dela e protegê-la. Geralmente, a criança molestada pensa: Eu devo ser uma pessoa horrível para que uma coisa dessas aconteça comigo! A pessoa que abusa dela pode ameaçar de machucá-la ou até mesmo de matá-la se ela divulgar o “nosso segredo”...Incapaz de lidar com o trauma de tais acontecimentos, a criança pode minimizar o abuso ou até mesmo reprimi-lo completamente. O tremendo volume de raiva, sofrimento e indignação vão para o subsolo, emergindo mais tarde em uma variedade de escolhas, uma das quais para as mulheres pode ser uma total rejeição dos homens e um apego exclusivo às mulheres em busca de amor e afirmação.[5]



                   A criança, ao perceber a injustiça e abuso do adulto, sentirá raiva, mas impotente, irá submeter-se. Sentimentos de inferioridade, vergonha e humilhação serão gerados e jamais se conseguirá esquecê-los. Uma pesquisa realizada por Rosângela Justino e Sylvanyr Castro, na PUC-RJ, sobre as violências sofridas na infância/adolescência e seus reflexos na vida adulta, com adesão de 189 pessoas em 2002, demonstrou que homossexuais masculinos sofreram agressão verbal e abuso sexual, e lésbicas, ambas as violências, e ainda, discriminação. O estudo mostrou que poucas pessoas relacionaram os traumas passados com seu momento atual, excetuando-se as vítimas de abuso sexual, que parece ser a violência que mais tem o poder de marcar o indivíduo na fase adulta. As pesquisadoras, concluíram ainda que os grupos que mais referiram violências sofridas na infância, foram os dependentes químicos e os homossexuais.
                   Rosângela Justino, que é psicóloga e representa o Êxodus Internacional no Rio de Janeiro, entidade que atua na recuperação de pessoas que queiram deixar a homossexualidade, afirma que: “Creio que os fatores emocionais e sociais, bem como os espirituais, têm grande influência na homossexualidade”[6]
                   Quanto aos defensores de uma causa genética para o comportamento homossexual, eles muito têm especulado, mas até agora, nada foi provado. Um ponto em comum, em que a maior parte dos pesquisadores concorda, é que a genética nunca representa mais do que 50% daquilo que somos, portanto, não podemos ignorar os outros 50% que irão interferir na história de cada pessoa. Várias pesquisas têm sido feitas com intuito de se provar que a genética determina a prática homossexual. Vejamos, sucintamente, as principais:
1 – A pesquisa do Dr Simon Levay do instituto Salk, na Califórnia – EUA
                   Em 1991, o Dr Levay, analisou um grupo de neurônios do hipotálamo chamado de núcleo intersticial do hipotálamo anterior – INAH 3, do cérebro de 41 cadáveres, que eram supostamente 19 homens homossexuais, 16 heterossexuais e 06 mulheres heterossexuais. O Dr Levay afirmou que essa parte do cérebro era menor nos homossexuais e maiores nos heterossexuais e concluiu, por esse motivo, que o homossexualismo é inato, resultante de variações no tamanho do INAH 3. Tal conclusão, mostrou-se equivocada por várias razões, dentre elas:
·          O gráfico, publicado na revista Science, revelou falhas na hipótese. Havia 03 homossexuais com núcleos menores do que dos homens heterossexuais, e 03 heterossexuais com núcleos menores do que os homossexuais.
·          Havia tendenciosidade por parte do Dr Levay, que é gay assumido e jurou provar a causa genética do homossexualismo após seu amante ter morrido de AIDS. Isso invalida suas conclusões.
·          Jamais, qualquer cientista, provou que essa área do hipotálamo pudesse determinar preferência sexual.
·          Todos os homossexuais e alguns heterossexuais, do estudo, morreram de AIDS, e não se conhece os efeitos do HIV e suas complicações sobre o tamanho e forma de cérebros moribundos.
·          Somente os soros positivos masculinos, e não os heterossexuais presumidos que faleceram de outras causas, foram consultados sobre sua orientação sexual antes da morte, tornando inconclusivo seu estudo.

O próprio Dr Levay admitiu que “isso não provou que o homossexualismo é genético...não mostrei que os homens gays nasceram assim...não localizei um centro gay no cérebro”.[7]

A questão de causa e efeito não seria respondida mesmo se tal área respondesse pela sexualidade. Estudos mostram que o comportamento pode causar oscilação no tamanho dos neurônios, ao invés dos neurônios causarem um comportamento homo ou heterossexual. As mudanças comportamentais podem configurar os neurônios e não o oposto.
2 – O estudo do psicólogo Michael Bailey e do psiquiatra Richard Pillard.

Nesse estudo, 52% de gêmeos univitelinos, 22% de gêmeos bivitelinos, 11% de irmãos adotivos e 9% de irmãos não-gêmeos, eram homossexuais. Os pesquisadores, concluíram então que a maior incidência de homossexuais gêmeos prova ser o homossexualismo genético.
                   Também aqui, nada se provou, pois metade dos gêmeos univitelinos estudados não eram homossexuais, e sim, claramente heterossexuais. Se possuíam os mesmos genes, logo, 100% deles deveriam ser homossexuais.

3 – A pesquisa do Dr. Dean Hamer, do Instituto Nacional do Câncer.
                   O Dr. Hamer, auxiliado por outros pesquisadores, descobriu altas taxas de homossexualidade do lado materno e menos do lado paterno, ao analisar 76 famílias de gays. Tal estudo sugere que o cromossomo X é responsável pela transmissão da homossexualidade, pois 33 dos 40 pares de irmãos possuíam marcadores genéticos idênticos em cinco locais da região q28 do cromossomo X.
                   A professora emérita de Biologia na Havard University, Ruth Hubbard, afirma sobre esse estudo:
...é falho. Ele é baseado em suposições simplistas e dificultado pela quase impossibilidade de se estabelecer elos entre os genes e comportamento. Do número bem reduzido de irmãos pesquisados, quase um quarto não apresentava as características adequadas. Da mesma forma, os pesquisadores não fizeram o óbvio controle experimental para verificar a presença de tais marcadores entre irmãos heterossexuais dos gays a quem estudaram.[8]

                   As mais promissoras estratégias de pesquisa reconheceram a influência de múltiplos genes e de fatores genéticos, como resposta para homossexualidade, portanto, é sensato descartarmos a tese de que esse fator por si só responda a questão.
Em seu excelente livro "Nascido Gay?", em que analisa as pesquisas dos últimos 20 anos sobre a questão genética e o homossexualismo, o Dr. John S.H. Tay afirma que "os fatores ambientais são mais importantes do que os genéticos". p. 62
Em sua entrevista, anexada a matéria de Veja, Mercury diz que "acha" - aparece 3 vezes nas respostas -, que "...quanto mais se falar das relações homossexuais, mais elas vão se tornar naturais para as outras pessoas". (Veja, ed. 2316 - p.70) Seu "achismo" faz sentido, uma vez que, desde a década de 70, no Brasil, o homossexualismo invadiu o lar de milhares de famílias, através de algumas emissoras de televisão, em especial, da Rede Globo de televisão, com a novela “O Rebu”, onde o personagem Conrad (Ziembinski) mata a namorada de seu garoto – Cauã, devido ciúmes deste. Daí em diante, a mensagem homossexual continuou presente na Globo, como segue: “Malu Mulher” (1979), “Brilhante” (1981/1982), “Um Sonho a Mais” (1985), “Mico Preto” (1990), “O portador” ( 1991), “Pedra Sobre Pedra” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Suave Veneno” (1999), “Senhora do Destino” (2004), “A lua Me Disse” (2005), “América” (2005) e “Belíssima” (2006). O ponto culminante na televisão, ocorreu no programa Big Brother Brasil 5, onde o professor baiano Jean Willis, venceu a final com 22 milhões de votos – 55% do total, conquistando o prêmio de um milhão de reais. Só na primeira manifestação de preconceito sofrida por Jean, gays de várias partes do país, mandaram 14 mil e-mails de apoio ao professor. No programa “Altas Horas”, transmitido pela Rede Globo aos domingos de madrugada, Jean Willis, afirmou que no início do BBB5, ficava na casa de um lado para o outro como um cachorro sarnento, querendo apenas atenção, e que sua participação no BBB5 havia sido ajustada aos interesses da militância homossexual como forma de alavancar a causa gay pois que o programa terminaria próximo da época das paradas do Orgulho Gay no país. Mais uma vez, o estereótipo de homossexual vitimado, coitadinho e bonzinho, conseguiu seduzir o público em grande escala.
Voltando a matéria de Veja, ocorre um caso claro de tendenciosidade e desonestidade por parte dos repórteres que compilaram o texto, uma vez que fazem colocações falsas sobre a questão do homossexualismo. Como segue: "É discernível uma tendência evolutiva rumo à aceitação no que diz respeito aos homossexuais" e "Os estudiosos desvendaram o peso da determinação (grifo nosso) genética, o que esvaziou as falsas considerações morais sobre eles". p.72
Ambas as palavras são equivocadas quanto aos que estão gays: o homossexualismo não é adaptação evolutiva da espécie e todos os fatores que favorecem sua instalação no ser humano, inclusive o genético, APENAS PRÉDISPÕE, NÃO DETERMINA QUE O SUJEITO SE COMPORTE COMO TAL. A escolha de aderir a tal estilo de vida doentio e degradante CONTINUA SENDO DO SER HUMANO!!!
Afirmar o que Veja diz na matéria é induzir os leitores ao erro e considerar uma grande parte deles como anencéfalos e desprovidos da capacidade de raciocínio.

Aceitar a prática homossexual, quer masculina, quer feminina, como normal, é na verdade uma INVOLUÇÃO.
O Estado laico, secular, nada tem que ver com homossexualismo. Caso a Câmara, Senado e STJ continuem aprovando leis favoráveis aos que estão homossexuais, ESTÃO, NA VERDADE, DANDO PRIVILÉGIOS RELIGIOSOS AOS GAYS E IMPONDO O PAGANISMO AO RESTANTE DA SOCIEDADE.
VOU EXPLICAR: Estudo o tema homossexualismo a cerca de 15 anos e, descobri pesquisando para minha dissertação de mestrado que, O HOMOSSEXUALISMO SÓ É, SEMPRE É, APOIADO E ACEITO NAS SOCIEDADES PAGÃS, OU SEJA, ONDE E QUANDO NÃO HAVIA O CRISTIANISMO. Os deuses pagãos SÃO FRUTO DA MENTALIDADE CORROMPIDA DOS HOMENS, LOGO, REFLETEM SEUS PRÓPRIOS PECADOS. Por isso, em todas as culturas primitivas, encontramos deuses incestuosos, adúlteros, efeminados, assassinos, etc. Junto com a DEPRAVAÇÃO CULTUAL ANDAM A DEPRAVAÇÃO SEXUAL E INJUSTIÇA SOCIAL.Deus, afirma sobre Sodoma, que SEUS MORADORES ERAM INJUSTOS (Ez 16.49,50).
Artefatos arqueológicos e docs antigos mostram que era costume dos sodomitas ESTUPRAR OS HOMENS FORASTEIROS NA FRENTE DE SUAS ESPOSAS E FILHOS. As deusas destes povos transformavam homens em mulheres e mulheres em homens. Vejam adoradores de Afrodite no google, por exemplo. A ESPIRITUALIDADE DEFINE A SEXUALIDADE DO SER HUMANO. É só ler "O DEUS DO SEXO", DO DR. PETER JONES, Ed. Cultura cristã, e, "AMEAÇA PAGÃ", do mesmo autor.
ATENTEM PARA ISSO:
Legitimar e SACRALIZAR O COITO ANAL OU RELAÇÃO HOMOSSEXUAL É O MESMO QUE COLOCAR O PAGANISMO COMO RELIGIÃO OFICIAL DO BRASIL.
Para não ser cansativo, vou lhes poupar das questões de saúde: OS GAYS SEMPRE FORAM OS MAIORES, NÃO ÚNICOS, RESPONSÁVEIS PELA DISSEMINAÇÃO DA AIDS PARA ORESTANTE DA SOCIEDADE. Isso é verdade, quer eles aceitem, quer não.
Quem quiser pode acessar minha dissertação completa no Scribd: 
www.scribd.com.br
Lá, vocês e esses repórteres míopes de Veja, poderão ampliar sua visão sobre os fatos reais por trás do movimento gay e sua intenção.
DEUS ABENÇOE A TODOS!!!




[1] JR, Armand M. Nicholi. Deus em Questão, p. 144,145
[3] BERGNER, Mário. Amor Restaurado, p. 96

[5] DAVIES, Bob; RENTZEL, Lori. Restaurando a Identidade, p. 64
[6] JUSTINO, Rosangela. Da Homossexualidade à Heterossexualidade: Há Possibilidade de Resgate da Heterossexualidade(artigo).




[8] ANKERBERG, John; WELDON, John. Os Fatos Sobre a Homossexualidade, p. 32

- BIBLIOGRAFIA -

1.    A Bíblia Anotada. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 1994. 1852 p.
2.    Abrigo para Homossexuais. Jornal Extra, Rio de Janeiro, 09 de Junho de 2005. Geral, p. 06
3.    ADAMS, Jay E. O Manual do Conselheiro Cristão. 5ª edição. São Paulo: Editora Fiel, 2000. 432 p.
4.    A que não ousa dizer o seu nome. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 09 de Julho de 2006. Cidade, p. A21
5.    AIDS afeta mais mulheres. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 24 de Novembro de 2004. Saúde e Bem-estar
6.    A Justiça de Nero. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 24 de Julho de 2004. Opinião, p. 07
7.    ALAND, Kurt; BLACK, Mathew; MARTINI, Carlo M.; METZGER, Bruce M.; WIKGREN, Allen. The Greek New Testament. Germany: Fourth Revesed Edition, 1994. 920 p.
8.    Aliados de Bush Querem usar Questão Gay na Eleição. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 11 de Junho de 2006. Internacional, p. A36
9.    ANDRADE, Claudionor Corrêa de. Dicionário Teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1996. 256 p.
10. ANKERBERG, John; WELDON, John. Os Fatos Sobre a Homossexualidade. 2ª edição. Porto Alegre: Chamada da Meia-noite, 200. 87 p.
11. A Polêmica Chegou à Brasília. Jornal Extra, Rio de Janeiro, 27 de Outubro de 2005. Sessão Extra (Capa), p. 08
12.  Arco-íris. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 27 de Junho de 2005. Nosso Rio, p. 03
13.  A Segurança Duvidosa. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 14 de Fevereiro de 2004. Opinião, p. 07
14.  Ataque de Ex-mulher. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 27 de Setembro de 2005. O Dia D, p. 06
15. BAGDALI, Solange. Elas só Pensam Naquilo. Revista Domingo, Ano 30, nº 1569, 28 de Maio de 2006
16.  Beijaço Contra o Globo. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 07 de Novembro de 2005. Nosso Rio, p. 03
17.  BERGNER, Mário. Amor Restaurado. São Paulo: Editora Sepal, 2000. 253 p.
18.  BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo: Editora Luz para o Caminho, 1994. 791 p.
19.  Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Editora Paulus, 1995. 2374 p.
20.  Bíblia do Ministro. (N.V.I.). São Paulo: Editora Vida, 2002. 1204 p.
21. Bíblia Online. Versão 3.0 Módulo Avançado. [São Paulo]: SBB, 1997. 1 CD.
22. Bíblia Shedd. 2ª edição. São Paulo: Edições Vida Nova/SBB, 1998. 1956 p.
23. Bíblia Sagrada. (N.T.L.H.). São Paulo: SBB, 2000. 864 p.
24.  Briga em Família acaba em Morte na Mandela. Jornal Extra, Rio de Janeiro, 02 de Junho de 2006. Geral, p. 14
25.  BULTMANN, Rudolf. Teologia do Novo Testamento. São Paulo: Editora Teológica, 2004. 928 p.
26.  Casamento sem Sexo. Jornal Palavra, Rio de Janeiro, Dezembro de 2004. Polêmica, p. 8b
27.  CASTILHO, Lísias. Homossexualidade. 2ª edição. São Paulo: Editora ABU, 1990. 72 p.
28.  CHAFER, Lewis Sperry. Teologia Sistemática. Vol. 1 e 2. São Paulo: Editora Agnus, 2003, 784 p.
29.  CHAFER, Lewis Sperry. Teologia Sistemática. Vol. 3 e 4. São Paulo: Editora Agnus, 2003, 770 p.
30.  Censura levanta Bate-boca. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 06 de Novembro de 2005. Nosso Rio, p. 05
31.  CHOURAQUI, André. A Bíblia – No Princípio. Rio de Janeiro: Editora Imago, 1995. 548 p.
32.  CHOURAQUI, André. A Bíblia – Ele Clama... Rio de Janeiro: Editora Imago, 1996. 319 p.
33.  CHOURAQUI, André. A Bíblia – Nomes. Rio de Janeiro: Editora Imago, 1996. 451 p.
34.  COLEMAN, William L. Manual dos Tempos & Costumes Bíblicos. Minas Gerais: Editora Betânia, 1991. 360 p.
35.  Com Orgulho e Muito Amor. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 28 de Junho de 2004. Nosso Rio, p. 03
36.  CRUZ, Angélica Santa; VIEIRA, João Luiz. Homossexualismo: Assumir faz a Diferença. Revista Época, Ano ll. nº 70, 20 de Setembro 1999.
37.  DALLAS, Joe. A Operação do Erro. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 1998. 256 p.
38.  DAVIES, Bob; RENTZEL, Lori. Restaurando a Identidade. 2ª edição. São Paulo: Editora Mundo Cristão, 2004. 280 p.
39.  DAVIS, John D. Dicionário da Bíblia. 22ª edição. São Paulo: editora Agnus/JUERP, 2002. 666 p.
40.  Domingo Cor-de-Rosa no Rio. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 03 de Julho de 2000. Geral, P. 03
41.  DOUGLAS, J. D.; BRUCE, F.F.; SHEDD, Russel P. O Novo Dicionário da Bíblia. 2ª edição. São Paulo: Edições Vida Nova, 1995. 1682 p.
42.  E não Teve o Beijo no Final... Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 05 de Novembro de 2005. O Dia de Olho para Você, p. 20
43.  É Tudo em Nome da Alegria. Jornal O Dia, Rio de Janeiro, 13 de Junho de 2005. Nosso Rio, p. 02
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